bicicleta de plástico reciclado produzida no Brasil

“Que tal uma armação de bicicleta produzida a partir de plástico de garrafas PET, embalagens de shampoo e peças de geladeira? Pelo menos a 2.500 pessoas essa ideia interessa. Elas estão numa lista de espera para adquirir uma bike de quadro reciclado que é fabricada, sob encomenda, em São Paulo. Essa bicicleta é mais resistente, flexível e barata. Isso porque o plástico não enferruja, amortece naturalmente e sua fabricação transforma resíduos sólidos em um novo produto.”

Um conceito sustentável e amigo do ambiente.

A não perder na muzzicycles.com.br

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hipsterismo de trazer por casa

Pondo de parte o expediente rápido e rústico de simplesmente pôr as calças por dentro das meias, ou enrolar a bainha ao estilo “regar milho”, o acessório com maior significado para a cultura ciclista é a mola da roupa. No meio de tantas evoluções tecnológicas de ponta, o ciclismo permite o recurso aos mais diversos objectos do quotidiano para solucionar os seus problemas. E uma das maiores dúvidas com que o ciclista se prende diariamente é como proteger a roupa do óleo da corrente e dos bicos afiados da pedaleira. Um recurso simples e bastante, digamos, caseiro é prender a calça com a mítica mola de roupa na parte de fora das calças, bem ao género clássico do senhor António. Mas, porque me sinto um pouco intimidado em usar uma simples e singela mola de roupa a “apanhar” a bainha direita da ganga, optei pelo mashup moderno da fita elástica com fecho em velcro. E quando uma colega me informou em alta voz: “Eh eh… vê-se logo que vieste na bicicleta”, foi quando dei conta que andei toda manhã bem ao estilo parolo com a bainha apanhada!

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uma bicicleta à sua medida na “The American Cargo Bike Revolution”

Se quiseres, salta a introdução pois a partir dos 1’30” vale a pena ver a alegria estampada no rosto das crianças. São sorrisos da mais pura felicidade. Conta-nos a Liz Canning:

I don’t think I can love my kids more, but at the moment life is tricky. All it’s compromised. Everything is like lightning speed except for your children… The world appears to falling apart, and while every moment its full of to many choices where are the options it feel truly good. Like a new soul you don´t have to debate, you just know. That it’s great! Not good like cloth wipers, no tv and hybrid car, not good you have to sell yourself on, like that donation to the fucking democratic party. I have one thing in my live that feels entirely good. Check it out… 

Let´s gooooo.

Smart design, disk brakes and an electric assist of motor. Down and up on long speed trip, we can go anywere… It is a revelation, and so are the people I found in my search for the bike. A passionate community involving around a knew utility cycling, connected to the internet, and the share of crazy feeling that somewhere, somehow this bikes could save the world and our souls while they addict…

Seguem-se vários testemunhos… e aos 5” um radical moment. Yuuupiiii…

It is happy now. Life in cities has been transformed every moment. … Come on!

Join on www.lizcanning.com or The-American-Cargo-Bike-Revolution on Facebook.

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the one

… nem que tenha de lhe remendar todos os furos!

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ciclofilia [13] Bike Minded

Razões não faltam.

bikeminded.org

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pare de conduzir, comece a pedalar

Soube  disto agora e logo em dia de mais uma Massa Critica vem bem a calhar falar do assunto para desmontar essa ideia peregrina que no carro é que é bom.

A industria automóvel não brinca em serviço e, mesmo assim, com todas as benesses governamentais, a crise bateu forte e veio para ficar. O sector anda aflito e, em desespero de causa, resolve virar-se contra quem inteligentemente engrena a mudança e deixa o motor ir a baixo.

A publicidade ofensiva e enganadora da gigante GM bateu na parede. Os executivos de marketing da construtora, que muito provavelmente terão em risco os seus empregos, roem-se por ver ciclistas que  diariamente passam à frente deles a pedalar nos engarrafamentos de Detroit. Talvez imaginando ali um filão a explorar para salvar a própria pele! A coisa é tão parva que até a própria Motor Trend, blogue especializado em automóveis, veio criticar esse procedimento. A realidade realmente incomoda.

Mas a GM não perdeu pela demora e a pequena Giant rebateu na mesma moeda, ficando bem na fotografia na defesa da amiga bicicleta.

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smart ass

Ora aqui está uma ideia pechincha para o taberneiro, e malta em geral, salvaguardar o pacote dos chapiscos traseiros e não molhar o cú das calças.

Tired of sitting at the office with a wet ass all day just because it rained this morning? Do you live in a climate where a shower can come out of nowhere even though the sun was shining just a minute ago? Not ready to bike in a wet suit or burden your bike with fenders? Relax. Its finally here.
The Ass Saver – a light weight emergency fender that sits quietly and almost invisible under your saddle, ready to deploy whenever the streets get wet. Check out our new model SmartAss today – ass-savers.com

Ass Savers – we’ve got you covered!

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pé de vento, pingo no nariz

a Etielbina sabe nadar, Yooo…

Tal qual fazemos para outro tipos de viagens, as viagens de bicicleta podem ser planeadas das mais diversas maneiras. Seja uma ida para o trabalho, um passeio de fim-de-semana ou ir até ali, a Santiago de Compostela, devemos prever o que vestir, o que levar e qual bicicleta optar. Por mais simples que seja a viagem, poderemos ser surpreendidos por algo que à partida menosprezamos, como por exemplo ter câmara de ar de reserva mas depois dar conta que a bomba ficou em casa. Outras vezes é o tempo que nos prega uma partida a meio do caminho e levamos uma molha das valentes. Como afinal estamos na época das tempestades temos de contar com isso e não ficar à espera que passe.

Como a previsão de chuva e vento fortes se estende por toda a semana, a indumentária diária para pedalar até ao trabalho teve um upgrade condizente com as condições climatéricas. O kit para pedalar à chuva é básico e não tem nada de especial. Para além das botifarras e do “kispo”, normais para a época, basta substituir o guarda-chuva por umas calças impermeáveis com zip na perna. No alforge coloquei de reserva uma capa que tinha guardada ainda do tempo em que ia para o tribunal do Estádio das Antas.

Pessoalmente, a alternativa para chegar ao trabalho seria caminhar quase 1 km, apanhar o metro e depois o autocarro. Vendo bem as coisas e fazendo esse trajecto apetrechado com um chuço, tanto em dias diluvianos como o d’ontem ou de morrinha à moda do Porto, chegaria sempre ao gabinete a sacudir a capota e pronto a estender as calças no arame… E nem a propósito, numa conversa tida há bocado, foi-me testemunhado que, numa corridinha sob um mega-chuço de senhora, entre a cobertura e o carro no parque de estacionamento, coisa de uns 50 metros, a madame ficou um pinto (galinha pró caso) e depois demorou quase três horas no trânsito para secar as meias! Mesmo regressando a casa sacudido por um verdadeiro tufão, dando as voltas que tinha a dar, fui na Etielbina por entre rios nunca antes navegados e cheguei a bom porto com o rabo sequinho. Pronto vá lá tive de passar a toalha nas mãos e nas fuças mas também quem anda à chuva molha-se. Seca mesmo é andar de carro.

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por terras de Valentim

Provavelmente a única ciclovia (dupla) de Gondomar, na Av. da Conduta

Vista a anormalidade da quantidade de ruas (palavras do taberneiro) que eu teria de percorrer por terras de Valentim, vejam só o quanto tenho de desbravar no mapa cor-de-rosa, decidi pôr rodas e pernas ao caminho. Fintando o vento e a chuva, ontem fui no lombo da GOrka para a minha segunda prospecção na filigrana rodoviária do concelho de Gondomar.

Em Fânzeres vivi mais de 25 anos e foram essas ruas tranquilas que me ensinaram a dar as primeiras e, mais tarde, longas pedaladas. Só que ao fim de tanto tempo sem percorrer caminhos de outros tempos, o meu mapa mental estava há muito desactualizado. Assim e para reunir boa informação para o voluntariado dos mapas, decidi conhecer in-loco as novas artérias gondomarenses.

na avenida com nome de presidente da republica que por acaso é o mesmo d'agora

O meu primeiro objectivo foi interceptar a Linha Laranja, que liga o Estádio do Dragão (Puooortooo) a Fânzeres por Metro. Após cruzar a linha junto à Igreja de Rio Tinto, retorcedi para rever a estação de combóios. Depois fui para os lados de Baguim do Monte e foi depois entre a estação da Venda Nova e da Carreira, a subir para a estrada da Formiga, que cruzei com o nosso heroi do dia.

– Então, isso vai ou não vai?
– Vai, vai, mas agora vou a pé!

António Couto, ciclista urbano/rural decidiu testar os pneus boiaux da sua velhinha Reynolds.

– Há dezanove anos que não pegava nela e tive de lhe trocar os pneus, mas o de trás não está bem. Anda aos saltos!

Realmente o pneu fazia uma curva e contracurva na zona da válvula. – Acho que é só vazá-lo, endireitá-lo e voltar a encher!, disse-lhe, mas sem muita convicção. Depois a minha curiosidade levou a conversa para saber mais daquela relíquia e o sr. António que só tinha olhos para a GOrka.

– Esta deve ter uns quarenta anos e tenho outra, guardada em casa do meu filho, que é mais antiga e mais pesada. Perfiro esta, só que agora estou mais enferrujado do que ela!

Contei-lhe o que andava eu por ali a fazer, – Você veio da Prelada até cá!, e depois falamos sobre as melhorias que o Metro trouxe para a vida das pessoas. Nem a chuva fria e pesada que entretanto nos apanhou nos demoveu o paleio.

– Sabe que quando era mais novo ia de bicicleta para o trabalho e todos os dias subia a Serra de Valongo!

Despedi-me do sr. António, invejando-lhe o espírito jovial (esqueci-me foi de lhe perguntar a idade, mas também o que isso importa) e a sua belíssima bicicleta.

Voltei à estrada, reencontrei a linha do Metro e mais à frente dei com a Avenida da Conduta que rasga boa parte do concelho de Gondomar de Norte a Sul. É uma via larga, perfeitamente ciclável onde, pelo que pude ver, muitos gondomarenses aproveitam para umas corridas saudáveis. Entretanto surge a ciclovia, com +/- 1 km, a qual vai dar praticamente ao centro da cidade. Após uma subida razoável e um paralelo intragável mesmo em frente à casa do Valentim, a CMG, entrei nas ruas Novais da Cunha e Luis de Camões, encontrando a nacional 209 para descer com os olhos em lágrimas pela velocidade impulsionada até à rotunda do Freixo. Dali até casa fui pelo caminho habitual junto ao rio.

Que não digam que Gondomar é perfeitamente ciclável!

O mapa de todo o percurso vem a caminho porque agora estou cansado.

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tirando fotografias e conversando ao longo do caminho


Downtown from behind é um projecto fotográfico com o objectivo de destacar um conjunto de pessoas que pedalam por ruas e avenidas na baixa de Nova York. São ciclistas comuns, fotografados por trás e enquadrados fisicamente, culturalmente e socialmente nas ruas da big city. O projecto será finalizado em Março de 2012, com a publicação de um livro com todas as fotos produzidas. Enquanto isso, poderão conferir as fotografias e saber mais sobre este projecto.

Ao fim e ao cabo é o mais ou menos que tenho tentado fazer lá prás bandas do concelho de Gondomar para o projecto dos mapas.

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