sistema de partilha de bicicletas em Santarém

A Câmara de Santarém comprou 40 bicicletas que vão integrar a rede de bicicletas de uso partilhado. Quem quiser usufruir do serviço terá apenas que aderir ao “Projeto Biks – Liberdade em Movimento” para receber o respectivo cartão de utilizador.

Trata-se de um sistema de partilha de bicicletas, inserido no programa nacional Bikesharing, que permite durante três anos a utilização destas bicicletas de forma gratuita.

O acesso ao serviço está condicionado à utilização do cartão municipal – Liberdade em Movimento, que poderá ser solicitado no posto de turismo de Santarém, de forma gratuita, para todos os utentes maiores de 14 anos. Os residentes podem pedir um cartão válido por um ano, já os visitantes e turistas apenas podem usufruir de um cartão válido por uma semana que poderá ser renovado.

O uso das bicicletas está limitado, por um prazo de quatro horas, aos espaços determinados pelo município e que podem ser consultados nos quiosques no acto do levantamento da bicicleta.

O sistema vai integrar, no total, quatro pontos de estacionamento de bicicletas na cidade. Por enquanto apenas estão disponíveis dois pontos de levantamento de bicicletas – no Jardim da Liberdade e junto aos Correios – cada um com 10 veículos. Em breve será disponibilizado novo ponto junto ao Instituto Politécnico e, mais tarde, um último ponto, junto à Escola Secundária Sá da Bandeira.

A rede foi inaugurada na semana passada. No lançamento do novo serviço, João Leite sublinhou que o objectivo é promover “a utilização dos jardins e das ciclovias, promovendo também a mobilidade da  população e a prática de desporto, através das bicicletas” que são um “equipamento amigo do ambiente”.

O vereador salientou ainda que outra das valências destas bicicletas é o facto de terem um cesto que permite aos utilizadores, para além do passeio, a “possibilidade de fazerem as suas compras no comércio tradicional”, diz o comunicado da autarquia.

Clique AQUI para consultar o regulamento do “Projeto Biks – Liberdade em Movimento”.

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frase ouvida do dia [1] e com direito a palmada no ombro… “A bicicleta só te faz bem, pá!”

* ouvida hoje e em muitas outras ocasiões… 🙂

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a uma velocidade

“Sou só eu ou mais alguém sente cada vez menos necessidade de utilizar as mudanças? Antes tinha uma bicicleta com 21 mudanças (!!!), agora com 3…. acho que invariavelmente vou migrar para as fixas / single speed.”, postou o Marcos Paulo Schlickmann no  grupo Ciclismo Urbano em Portugal.

A génese da bicicleta é a Single-Speed. Depois, com a natural evolução deste fantástico meio de transporte, foram desenvolvidos vários sistemas de mudanças, de troca de velocidades para facilitar a vida ao ciclista e tornar a bicicleta ainda mais eclética e radical.

Não há grande centro urbano no mundo sem ciclistas e sem engarrafamentos. Se a ideia é vadiar pelas ruas e avenidas das cidades com estilo e desenvoltura, rápido o suficiente para não ficar preso no trânsito, pedalar uma bicicleta com apenas uma velocidade, roda livre ou roda fixa, é não só uma tendência mas um tremendo gozo, estilo em crescente que muitos ciclistas urbanos vêm adoptando.

Muito para além de ser um mero meio de transporte ou prática desportiva, a bicicleta resolve dois preocupantes problemas: a emissão de carbono e a questão da mobilidade. Estas duas preocupações passaram a fazer parte do quotidiano do ciclista urbano, que se reflecte na economia, mas é também um estilo de vida para aqueles que pensam na bicicleta como uma extensão de sua maneira de ser e do seu gosto pessoal.

Desde a nossa histórica pasteleira, às beach-cruisers, de pista ou às BMX, a tendência actual é simplificar o conceito da bicicleta e dotá-la de um carácter simbólico, funcional, minimalista e eco-consciente. Com certeza que já se cruzaram com algumas pois não são difíceis de reconhecer. O que as difere das demais bicicletas são as infindáveis opções de personalização. Como próprio nome indica, todas elas contam apenas com uma única velocidade (roda cremalheira) de forma a simplificar tanto a pedalada quanto a manutenção.

As razões pelas quais se opta por esta modalidade são as mais variadas. Desde a simples vontade de experimentar, à boa condição física, ao desejar aproveitar algum material ou à simples paixão, leva a que muita malta relegue para segundo plano bicicletas com equipamentos e pesos fantásticos em detrimento destas, integralmente rígidas e por vezes muito mais pesadas. Com o aproveitamento de velhas bicicletas que temos lá por casa, antigos quadros de aço, retirando-lhes o supérfluo e misturando peças velhas com outras novas, com poucos euros se monta uma bicla que é a nossa cara.

Atendendo às dificuldades, que temos de escalar e bolinar, com que nos deparamos pelo caminho, os músculos das pernas vão ganhando massa. Ao pedalar diariamente cada vez sentimos menos a necessidade de recorrer aos desviadores da bicla e procurar os shifters para engatar velocidades levezinhas. Escolhendo escalonamentos à medida das nossas capacidades individuais, tudo o resto é puro relax, e um desafio natural que nos impele, que nos apaixona quanto mais pedalamos nela, e que nos devolve com prazer aquilo que fazemos.

Foi nesta bicicleta (quadro Reynolds 653 com cerca de 6,8 kg – peso mínimo segundo as regras da UCI) que Graeme Obree “The Flying Scotsmen”, o escocês voador, construiu artesanalmente na tentativa vã de bater o recorde da hora. A característica mais marcante desta máquina era a sua relação: 67×13. Hajam pernas! Mas não houveram!!!

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fotocycle [11] a prima Vera

Chegou!

Atão! E ela já não andava por aí?!

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passe a publicidade [19] Ecobike – Entregas Sustentáveis

 

É no Brasil mas cá também tem:

Handbikehand e Sem-tempo no Porto, Camisola Amarela em Lisboa.
Caso existam outras sintam-se à vontade de o dizer que eu anuncio aqui.

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pedalando todos os dias

Ora digam lá quantas vezes não temos vontade de fazer o mesmo!?

In bikeyface.com

 

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a debutante

Aproveitando a oportunidade fantástica que as minhas bicicletas me proporcionam, por exemplo esta sensação incrível de rejuvenescer, decidi aproveitar a aparição de um quadro vintage em muito bom estado e meti-me na pequena aventura de o transformar numa Single Speed, para ir ao pão, para atafulhar a arrecadação ou para me divertir com uma coisa simples, diferente e apelativa.

E porquê Single Speed? A simplicidade funcional com que pedalamos e nos deparamos com uma dificuldade é deveras motivante. Para quem gosta de velocidade e já tem uma speed mas quer dar um toque mais “psyco” e chique à modalidade, porque não voltar ás origens? Sim, porque as nossas primeiras bicicletas eram Single Speed! A grosso modo, uma Single Speed é, chamemos-lhe assim, uma bicla SUV, só a uma velocidade. Pedalar bicicletas com n mudanças é uma maravilha, isso todos sabemos, porém, uma SUV é totalmente diferente. É pedalar algo próximo às nossas experiências de infância, quando pedalávamos as nossas Órbita. Foi numa assim que aprendi a me equilibrar, sem me preocupar em meter a primeira para facilitar uma subida. Apenas o esforço das pernas, num verdadeiro “halterociclismo” quando se queria rodar a uma velocidade maior. Não é um retrocesso mas sim um reencontro.

Tentando gastar o menos possível e com a ajuda dos especialistas em arranjar e desenrascar perfeitas raridades (agradecimento especial ao amigo Luis Silva), aos poucos fui juntando o material que me serviu os intentos. Assim, a máquina em questão parece ter saído dos anos setenta do século passado. Com a transformação desta bicicleta pretendo não apenas possuir uma bela maquina clássica mas acima de tudo empreender com ela uma espécie de regresso às origens, para o que realmente importa: dar umas voltas.

Aquilo que fiz foi juntar uma mixórdia de peças new old stock com outras novas , num enorme gozo de pôr a andar e tornar útil algo que não se movia há muito tempo, e que de momento me dá imenso prazer pedalar. Deu trabalho, especialmente ao mestre Barbosa da Velo Invicta, mas ficou e é bonita que se farta. Depois de muita paciência e alguma despesa, aqui mostro o resultado final daquilo que me ocupou durante alguns meses, mencionando algumas características da Alteza (marca histórica da casa portuense Velo Invicta Cycles):

O quadro terá talvez uns quarenta anos, não sei bem. É produção nacional de tubagem Reynolds 531. Pintado num azul turquesa, castigado aqui e ali, só a forqueta está a fugir de tom.
Assim que o vi decidi logo, ficaria tal e qual, carregadinho de patine.

Avanço ITM Vintage lindíssimo. Selim Brooks Team Pro. Pedais KKT Top Run.

Dropbar tipo Randonneur, desconheço a marca. Fita é Brooks e as rolhas seriam também Brooks não se desse o caso de uma delas se ter partido. Assim sendo, duas rolhas de Vinho do Porto serviram na perfeição.

Aqui as poucas peças realmente novas da bicla: Pedaleiro BLB Pista Vera de 46 dentes.
Eixo pedaleiro Tange, corrente Sadem e roda livre de 18 dentes.

As rodas têm um tamanho peculiar (aros Weinmann 27x 1 1/4 e cubos Exceltoo).
Nunca imaginei, mas arranjar pneus para elas foi canja. São uns Semperit Racing.

Caixa de direcção que é nacional.
Travões caliper Weinmann 500. O espigão 25.2mm é JPR.

Rui, as voltas que quiseres amigo. 🙂

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ciclofilia [33] Moving Up A Gear: Can free bikes help girls to stay in school?

Can free bikes help persuade girls in northern India to stay in school? The IGC sponsored two researchers to find out.

For more see theigc.org

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abram alas a Sua Alteza

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dizem que vai chover!…

Então que venha a chuva pois será bem vinda.

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