can’t miss [7] two wheels better

More people are riding bikes, but cycling is stuck in a niche

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“european monsoon”…

… set to continue into next week with unsettled weather set to last at least a fortnight. Warnings for Wales, south-west England, the Midlands, London and the South East. Nearly three inches or 65mm fell in parts of Britain in just 12-hours

Jane Andrews pushes her bike through flood water in Felpham, Bognor Regis, West Sussex as flood warnings are put in place throughout the region

Two boys don’t seem to mind cycling through flood water in Felpham, Bognor Regis while a red car is stranded in the water

Despite the week’s downpours, water restrictions stay in place. Photo: PA

Elsewhere, Two bike riders narrowly avoid a soaking as a nearby motorist negotiates a partially-flooded road in Scropton, Derbyshire, today

 

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a distância que aproxima

Portugal tem um potencial significativo para se tornar num país de bicicletas. Beneficiamos de bom tempo, na maior parte do tempo, e uma razoável faixa de população gosta de pedaladas fim-semanais tanto na prática desportiva como mero exercício físico. Só que as desculpas para a recusa de trocar definitivamente o carro pela bicicleta são mais que muitas. A principal, porque é demasiado perigoso pedalar nas nossas estradas. Depois, que não existem infra-estruturas cicloviárias coerentes; que são escassos os espaços seguros de estacionamento para as bicicletas; que chove…! Ok, tudo fundamentos consideráveis, mas quanto às subidas e longas distâncias estamos conversados.

Encorajados pelas grandes percentagens de utilizadores de bicicleta em várias cidades da Europa, os urbanistas destas cidades têm-se centrado em desenvolver vias de alta qualidade com a importante intervenção dos que utilizam a bicicleta. A implementação das estruturas, ciclovias e parques de bicicletas, têm um impacto potencialmente mais significativo do que o impacto das leis de trânsito na segurança de bicicleta.

No nosso Código de Estrada, motorizados e velocípedes são definidos como veículos e algumas regras de trânsito aplicam-se em conjunto na utilização das vias rodoviárias. No entanto, um ensejo importante para quem partilha a estrada, o respeito mútuo, não vem legislado. O civismo é um pré-requisito para a segurança mas é a principal lacuna na estrada. Por exemplo, está prevista a necessária folga que os veículos motorizados devem dar nas ultrapassagens aos velocípedes. Uma distância mínima de ultrapassagem específica, de 1,5 m, torna mais fácil a vida aos ciclistas e torna as estradas mais seguras. Obviamente que nem sempre isso é cumprido por todos os automobilistas,  que essa distância lateral é por vezes de difícil aplicação – ruas estreitas, veículos mal estacionados, no entanto, se todos os recém encartados estiverem cientes desta necessidade, aprendendo e respeitando a dar a tal distância lateral de metro e meio, aproxima o entendimento no trânsito e a segurança do ciclista será beneficiada.

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fotocycle [23] coffee break

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colando cartazes

Dia 16 de Junho, a Matilha Cycle Crew faz um ano e convida-vos para um cycle brunch!

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na Inglaterra, bicicleta ambulância dribla engarrafamentos

Luís Bulcão na Veja

“Com meta de chegar aos chamados em 8 minutos, paramédicos pedalam para salvar vidas. Equipamento tem desfibrilador e itens de primeiros socorros”

Paramédico com uma bicicleta ambulância: capacidade de driblar o trânsito e chegar rápido às emergências (Luís Bulcão)

“A horda de estudantes que busca conhecimento na Universidade de East Anglia pouco faz para atrapalhar o clima pacato de ares medievais da cidade de Norwich, localizada 185 quilómetros a nordeste de Londres. O paramédico Robert Adams, 36 anos, aproveitava o domingo de chuva para tomar um café e bater um papo com os seguranças da biblioteca central, que fica em um imenso prédio com paredes de vidro, junto ao estúdio local da BBC, quando recebeu uma chamada através do rádio. Imediatamente, montou na bicicleta e saiu pedalando ladeira acima, debaixo de chuva. “Dessa vez não era nada. A ocorrência não era para mim”, explicou ao retornar.

Adams é responsável por atender a área central da cidade em um raio de aproximadamente cinco quilômetros. Sua bicicleta, equipada com todos os medicamentos necessários para prestar os primeiros socorros, inclusive um desfibrilador portátil, tem se demonstrado mais ágil do que ambulâncias normais. O sistema de saúde do Reino Unido (NHS) espera que em 75% dos casos de emergência, as equipes de socorro do estado possam chegar à cena em até oito minutos. As bicicletas ambulância, que começaram a ser utilizadas há uma década exatamente em Norwich e hoje já são empregadas em 27 cidades da região de Norfolk, além da cidade de Oxford, conseguem atender a meta em surpreendentes 98% dos casos. Adams conta que na grande maioria das vezes precisa de só dois minutos após receber a chamada para começar o atendimento. 

“Há dois dias conseguimos salvar um homem que teve uma parada cardíaca na rua enquanto aguardava o ônibus. Ele aparentava ter entre 50 e 60 anos de idade. Cheguei ao local, apliquei os cuidados necessários e ele já estava reanimado quando a ambulância chegou para transportá-lo para o hospital”, conta o paramédico, que trabalha há três anos no serviço.”

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fotocycle [22] three-person bicycle

Bob Swaim (66 years-old), Stanley Wohlbach (91 years-old), back, and Joseph Zeller (93 years-old), front, ride an unorthodox three-person bicycle on the Saucon Rail Trail Swaim said the trio set a “world record” for average age of riders on a three-person bicycle.

The front passenger on the strange bike, Zeller on Sunday, sits in a recumbent, or laid-back, seat facing forward. The back passenger, in this case Wohlbach, sits in another recumbent seat, facing backwards. The middle passenger, or captain, Swaim, has a regular bicycle seat and steers. All pedal.

Toda a história sobre este fantástico trio aqui.

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bike to work week – Chicago

Why do you ride?

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ciclofilia [44] Tous en selle. Les français à vélo

La biciclette

Une histoire de guerres et de resistences

Une histoire de villes et de l’environement

Une histoire intemporelle de famille et d’amitié

n.d.r: infelizmente o video foi retirado. Felizmente há mais do género: os franceses e a bicicleta

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adaptando e ambientando, chega-se lá

À volta da mesa, durante uma conversa entre amigos, ouvi o repetido chavão de automobilista “A bicicleta não vai resolver os problemas da sociedade…”. Nem do Mundo, acrescentei, no entanto, e como diz Robert Hurst, poderia muito bem atenuar alguns deles! A um nível individual, a bicicleta transforma vidas, tanto em épocas de abundância como nestes tempos de vacas magras.

Com o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado esta semana, mais uma vez se renovaram apelos sobre o efeito de estufa, as emissões de gases e como reduzi-las: Para que as pessoas larguem o vício do carro; Para se incentivar os cidadãos a usarem mais o transporte público; Para adoptar um estilo de vida de baixas emissões de carbono. O Mundo agradecia. A contribuição do ciclismo para a redução das emissões de carbono enquadra-se perfeitamente neste contexto.

Evidente que a bicicleta sozinha não vai solucionar os nossos problemas energéticos. Não vai resolver a mudança climática, dissolver a poluição do ar, recriar vitalidade urbana e descongestionar as cidades do tráfego. É também improvável que a bicicleta se torne o principal meio de transporte diário no nosso país, mas é claramente uma ferramenta multi-facetada para ajudar a revolucionar os nossos desafios ambientais e económicos. A bicicleta é um componente crucial desta solução, que tem sido reconhecida por uma parte “cool” da população urbana, está a ganhar força entre os media e que deve ser reconhecida pelos governantes e decisores políticos.

O movimento da bicicleta não gera poluição do ar. Zero emissões de carbono e quase nenhuma poluição sonora, no entanto este notável meio de transporte permanece nas margens dos direitos civis no que à mobilidade diz respeito. Pela lei, praticamente não tem direitos e está limitada ao seu espaço, velocidade e segregação. “Disponível” apenas para aqueles que estão dispostos a assumir os riscos no tráfego motorizado. Acredito que só um aumento do número de utilizadores diários da bicicleta pode reverter esta situação e contribuir para melhorar a qualidade do ar urbano, suavizar as alterações climáticas, contribuir para um sentimento comum do espaço público.

No entanto, milhares de bicicletas ficam esquecidas nas nossas garagens colectivas, desprezadas como simples brinquedos, sendo usadas esporadicamente como equipamento desportivo. É claro que conhecemos as vantagens da bicicleta, como a de ser acessível e estar disponível a qualquer pessoa (incluindo as que não saibam andar de bicicleta), facilitar encontros com outras pessoas, estimular a integração social, a tolerância, paciência e empatia. Ocupam menos de um terço do espaço viário utilizado por carros particulares, e o espaço necessário para estacionar uma bicicleta é até 15 vezes menor do que o espaço necessário para estacionar um carro. Além disso, andar de bicicleta é o meio mais eficiente e ambientalmente sustentável para fazer viagens curtas, sendo muitas vezes possibilitado a interface com o comboio e o metro. De que estão à espera!

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