prémio nacional “Mobilidade em Bicicleta”

No âmbito da Semana Europeia da Mobilidade, a Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores da Bicicleta distinguiu ontem vários promotores do uso da bicicleta.

Criado em 2006, o Prémio Nacional ‘Mobilidade em Bicicleta’ “visa reconhecer o contributo de determinadas entidades ou indivíduos que tenham promovido a utilização da bicicleta, através da criação ou melhoria de condições para o efeito em Portugal e da divulgação de iniciativas que fomentem o uso deste veículo não motorizado”.

Na sétima edição do evento, foram galardoadas pessoas, empresas, publicações e uma autarquia, pelo empenho na promoção da bicicleta como meio de transporte.

Na categoria Empresas de Transportes Colectivos, o prémio foi atribuído à Horários do Funchal Transportes Públicos, S.A. e ao Grupo Transtejo. A Câmara do Porto (CMP) foi distinguida na categoria Autarquias… E aqui que faço a minha ressalva. Porquê a CMP? Fazendo um simples exercício, que não de memória pois nem é necessário, só pela via das dúvidas entrei no site da CMP e fiz uma pesquisa por “promoção” e “bicicleta”. Dou um rebuçado a quem lá entrar e encontrar algo mais do que isto! Porque se sabe que muitas outras autarquias deste lindo Portugal mais promoveram, mais desenvolveram e mais incentivaram o uso da bicicleta, muito me admira ter sido atribuído este galardão a uma autarquia que, para além disto, pouco tem feito pela mobilidade “ciclável” da Invicta. Adiante!

O galardão de Cidadania foi para Paulo Manuel Guerra dos Santos, o de Sites para a página Ciclovias, que agrega informação sobre as ciclovias, ecopistas e ecovias existentes no país. A Cicloficina dos Anjos ganhou na categoria Activismo e Intervenção Social e o projecto Matilha Cycle Crew venceu na categoria de Dinamização Cultural da Bicicleta.

Na Comunicação Social – Escrita foi distinguida a Revista B – Cultura da Bicicleta e na categoria Comunicação Social – Online venceu a BTT TV. Na categoria Empresas, o prémio foi entregue ao El Corte Inglés, à Velo Culture Porto (daqui mando três bacalhauzadas aos duendes) e à Inframoura.

Velho Lau, CEO da megastore, com o caneco na mão

Parabéns aos premiados.

fonte: publico.pt e FPCUB

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uma francesinha…

… exposé ici dans l’attente d’un admirateur.

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e quem nunca ouviu dizer que devagar se chega longe?

Porto a Sagres em singlespeed

A velocidade pouco importou, imperou a aventura, a diversão e as biclas SUV compradas aos duendes mais um charuto desenrascado que se portaram lindamente. O resto são postais ilustrados de fazer formigueiro nas pernas.  Sigam a Bebiana, Liliana e o Luis pela ROTADACOSTA.

“Com esta viagem, ficamos a conhecer melhor o nosso país. Ao mesmo tempo mostramos que não só se pode como é bastante divertido fazer férias de bicicleta. Mesmo sem mudanças! Com a bicicleta mais básica, a uma velocidade média de 15kmh é possível ir onde quisermos! ”

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design inspiration: iNBiCLA Crusted

in Bicycle Basecamp

Portugal has a small cycling culture in comparison to its Spanish and French neighbors: the bicycle population consists mainly of ‘full dressers’ whose design and components haven’t changed since the 50s. But when it comes to viniculture, it’s a long tradition that can be traced back to the height of the Roman empire. Vitor Machado combined both to create the ultimate Portugese porteur.

“Fiquei na dúvida se fazia a caixa com capacidade para 6 botelhas, mas julgo que 4 serão mais que suficientes.”

A iNBiCLA Crusted é definitivamente uma das bicicletas mais belas e inspiradoras que já vi. É pura arte a pedais. Parabéns Vitor, está fantástica. E os clicks do Vidinha dão-lhe o merecido crédito. Vejam.

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semana da mobilidade, e mais cidades portuguesas “avançando na direcção certa”

Quem não gostaria de viver numa cidade com ar puro e pouco ruído? Um lugar livre de trânsito, onde movimentar-se pela cidade fosse fácil e onde os cidadãos pudessem desfrutar de uma elevada qualidade de vida? Uma cidade da qual se orgulhasse por ser conhecida em toda a Europa como uma cidade preocupada e activa na protecção do ambiente de forma inovadora e prospectiva? Com algum pensamento estratégico é possível tornar esta visão uma realidade…

Mais cidades que estão avançando na direcção certa:

Loulé, Quarteira, Olhão, Faro e Portimão

Mértola

Fafe

Alenquer

Seia

Caldas da Rainha

Seixal

Coimbra

Caminha

Funchal

Torres Vedras

Guarda

Chaves

Coruche

Gaia

Gondomar

Évora

Barcelos

Oliveira do Bairro

Palmela

Sines

Vila Franca de Xira

E em muitos outros municípios portugueses (se souberes de mais algum é só dizer)…

A Autoridade Metropolitana de Transportes do Porto definiu como prioridade para 2012 “As Pessoas”, e está a preparar um conjunto de iniciativas tendentes a conhecer a opinião das pessoas sobre os Transportes Públicos: aqui o programa em pdf.

… e também em:

Oeiras

Almada, onde a Cenas a Pedal estará em Cacilhas a colaborar com a Câmara Municipal de Almada, desenvolvendo uma actividade (gratuita!), “junta num mix a ideia dos workshops de mecânica de bicicletas na óptica do utilizador com os serviços de oficina básicos e vai contar com dois mecânicos em permanência.” e em Lisboa (dia 23 à tarde) estarão no Museu da Electricidade em Belém, a realizar uns workshops no Dia Verde do Verde Movimento.

Guimarães

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can’t miss [14] bikeportland.org

Family biking skills on display at ‘Fiets of Parenthood’

The third annual Fiets of Parenthood event, hosted by Clever Cycles in front of their southeast Portland store yesterday, was a perfect opportunity for parents and kids to show off their riding skills, meet other biking families, and test ride the latest bikes. It’s a natural event for Clever Cycles, the local shop that has played a huge role in ushering in Portland’s family biking era by importing iconic Dutch “bakfiets” family cargo bikes back in 2007.

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todos os dias são dias para pedalar

Agora que terminaram as férias (as minhas também, infelizmente), é uma excelente oportunidade para a mudança de hábitos e pôr definitivamente a vida sobre duas rodas. As horas perdidas no trânsito, o preço galopante dos combustíveis, a escassez de estacionamento, a preocupação em preservar a saúde, o meio ambiente, o facto de largar uma vida inteira sentada atrás de um volante, são apenas alguns dos bons motivos para deixar o carro em casa e adoptar aquela bicicleta, esquecida a um canto da garagem, como o seu novo meio de transporte.

“Demorei algum tempo a perceber o que estava a perder. Deixar o hábito do carro não foi fácil. Diria que é tal e qual como deixar um vício, como quando deixei de fumar, e que aos poucos vamos notando que essa decisão só nos faz bem, tanto ao corpo como à carteira. Quando comecei a usar a bicicleta para ir e vir do trabalho sabia que tinha de aprender alguns cuidados a ter no trânsito. Não é como um passeio no parque, mas depois de perceber os melhores percursos, que comportamentos ter, vi que se podem ultrapassar os problemas sem dificuldade”, diz-me o meu amigo Jorge.

Primeiro de tudo é nossa a decisão, depois é acostumar-se à ideia. A troca definitiva do carro pela bicicleta não precisa ser feita num só dia. Antes de incluir a bicicleta no seu quotidiano, o ideal é que se acostume a pedalar no dia-a-dia. Fazer um treino de adaptação, sozinho ou em grupo, em locais e dias tranquilos, para uma boa fase de transição é uma boa alternativa. A partir do momento que se entra no ritmo e passa a sentir mais segurança vai aproveitar cada momento, cada pedalada do seu novo meio de transporte. Depois comece aos poucos a usar a bicicleta para ir e vir do trabalho. Nem sempre o caminho mais rápido de carro é o melhor para fazer com a bicicleta. É recomendável que escolha o percurso mais suave, mesmo que seja o mais longo, e que se acostume ao esforço, senão vai chegar suado e cansado ao seu local de trabalho. Fazer o percurso várias vezes durante os fins-de-semana, por exemplo, mais descontraído e com menos trânsito, ajuda a escolher a melhor rota. Uma dica fundamental é ter sempre um plano B. A bicicleta é um meio de transporte por excelência, mas nem sempre dá conta do recado sozinha. Em algumas ocasiões é preciso saber aliar a bicla com o transporte público.

Devemos saber usar o tempo a nosso favor. Mesmo que o percurso feito de bicicleta seja muitas vezes mais rápido do que de carro, principalmente por causa do trânsito, é aconselhável sair um pouquinho mais cedo e desfrutar da pedalada, até para que o corpo transpire menos. Usar a bicicleta como meio de transporte é diferente de usá-la para fazer exercício. O ritmo deverá ser mais lento. Um dos muitos benefícios da bicicleta é que o tempo gasto num determinado trajecto é muito parecido todos os dias. Sabemos o tempo que demoramos e é assim mais fácil programar a nossa viagem e cumprir horários. É também a melhor forma de observar a nossa cidade que não conheceria se estivesse de carro

A escolha do equipamento deve ser o que melhor nos ajuste. Cada ciclista deve identificar o que lhe oferece mais conforto e segurança. Tanto na roupa que escolher para pedalar como em adoptar os elementos de segurança, como capacete e acessórios a ter na bicicleta. Saber como usar os vários acessórios faz toda a diferença. Uma boa dica é equipar a bicicleta com cestas ou alforges, o que aumenta a capacidade da bicicleta em transportar alguns objectos que necessitamos. Cria-se o costume de estar atento e seguir a previsão do tempo. Especialmente no Outono e no Inverno, levar sempre uma roupa mais quente e outra impermeável no alforge é meio caminho andado. Sobretudo no Verão, quando o clima está mais seco e quente, usar vestuário mais leve, procurar as zonas mais arborizadas e frescas para pedalar nos horários em que o sol está mais forte são boas ideias.

Tal como me disse o Jorge, o facto de nos ver usar a bicicleta com regularidade, incentivou-o e incentiva mais outras pessoas a fazer o mesmo. “Fica mais fácil usar a bicicleta quando vemos colegas de trabalho que têm o mesmo hábito. Demorei muito a me convencer que era melhor para mim vir de bicicleta para o trabalho mas agora não quero outra coisa. Já nem implicam comigo quando antes chegava atrasado e mal disposto ao escritório.”

“No Porto, a Massa Crítica é todos os dias”

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passe a publicidade [30] Le Coq ft. Barcelona Bike

… e vai um fiteiro cocorococó para o menino e para as moças lá prós lados do Mercado de Matosinhos… Hããã! As do departamento de marketing? Ok!

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ciclofilia [57] Within Reach

Within Reach explores one couple’s pedal-powered search for a place to call home. Mandy and Ryan gave up their jobs, cars, and traditional houses to ‘bike-pack’ 6500 miles around the USA seeking sustainable community. Rather than looking in a traditional neighborhood, they begin to recognize that community is the secret ingredient to living sustainably on this planet. Along the way, they explored 100 ecovillages, cohousing communities, co-op houses, communes, transition towns, and their own principles and commitment.

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uma verdadeira agência de viagens, mas das “de borla”, só à custa das pernocas…

 

À excepção de uns diazitos numa das minhas aldeias de infância, a banhos no Douro, também curti as férias de bicicleta. Deixei-me levar numa espécie de agência de viagens, mas das “de borla”, só à custa das pernocas… Foi assim, tipo “vá para fora cá dentro”, férias mais poupadinhas e dedicadas ao relax, ao bronze e às pedaladas, sobretudo com passeios à beira do rio e do mar.

Então, e logo para começar bem, não faltei à Massa Crítica de Agosto, para dois dias depois a gOrka ter de me alombar até Fátima, em mais um Audax privativo. Já Sua Alteza recebeu o prometido aro novo e ainda me levou aqui e ali para também ter o seu merecido descanso. Nisto, e sem estar minimamente a contar, eis que “there´s a new girl in town”, ou seja, caso ainda não tenham reparado, chegou outra senhora à minha arrecadação. Pois é verdade, não resisti ao charme e encantos de uma bicla saída há décadas da oficina do senhor Joaquim e, aos poucos, tornei-me num imperdoável coleccionador de bicicletas. A primeira porque queria muito. A segunda, que é tua e também é minha, depois a terceira porque me desafiei. E mais aquela porque sim… N+1= O desejo é mais forte que a paixão. Agora esta porque é uma clássica nacional e porque gosto mesmo muito de pedalar nela. Gosto de speedeiras, embora, talvez, tenha outros planos para esta menina, ou então não!

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