bikes for Africa | bamboo bicycles

Vaughn Spethmann from Zambikes explains the processes involved in creating beautiful handmade bicycle frames out of bamboo in this excerpt from the 2012 feature documentary, Bikes for Africa.

BikesForAfrica.net

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ciclofilia [58] a ride for peace

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as empresas e a bicicleta

O hábito diário de pedalar, além de ser uma forma agradável e saudável de mobilidade urbana, traz muitas vantagens e, por isso, pode ser adoptado pelas pessoas se deslocarem para o trabalho. Incentivando o uso da bicicleta, um meio de transporte energeticamente suficiente, económico e não poluente, as empresas poderão colaborar a solucionar a mobilidade dos seus empregados.

As empresas poderão efectivamente ter um papel preponderante no incentivo do uso da bicicleta. Promover a bicicleta como opção sustentável é incentivar um transporte limpo, silencioso e eficiente. As bicicletas trazem benefícios financeiros directos e contribuem para a imagem social da empresa. Como fazem uma actividade física regular como parte da sua jornada para o trabalho, os funcionários estarão mais bem dispostos, faltam menos e mostram maior produtividade. Como resultado de uma melhor forma física e de boa saúde mental, o funcionário terá um ganho evidente no rendimento do trabalho. E depois, todas as vantagens de uma mão-de-obra produtiva e saudável retornam positivamente para a organização e seus clientes.

Quem pedala para o trabalho descobre que economiza tempo. Em alguns casos pode até ser mais rápido do que ir de carro. Além disso, o uso da bicicleta evita perder tempo preso no trânsito à procura de estacionamento. Diminui o stress e proporciona melhor qualidade de vida. Muitos ciclistas não precisam de banho após as pedaladas. Pedalar para o trabalho não significa ter de pedalar à pressa, ou seja, não precisa de suar as estopinhas. Por outro lado há quem pedale longas distâncias e galgue umas subidas, optando por isso por usar roupas de ciclismo, tendo de as trocar após chegar ao destino. Havendo um espaço com chuveiro e armários, a empresa estará a incentivar o trabalhador que mora mais longe a usar a bicicleta.

 Um “bicicletário” seguro é um factor importante para influenciar positivamente as pessoas da empresa pedalarem para o trabalho. Proporcionar um local conveniente e seguro para os seus funcionários e clientes estacionarem as bicicletas não é dispendioso. Poderá reduzir a necessidade de estacionamentos caros para os automóveis. Cada empregado que decide pedalar para o trabalho representa uma redução de gastos para a empresa. Cada cliente que chegue de bicicleta e encontre um local bike friendly, voltará certamente.

As pessoas querem se sentir valorizadas no local de trabalho. Tornando a bicicleta uma parceira de negócio, a empresa não está só a oferecer qualidade de vida no trabalho como demonstra que se preocupa com o bem-estar dos funcionários, considerando a sua importância para o sucesso da organização. Como é costume dizer-se, o exemplo vem de cima. Uma vez criada a estrutura básica para o uso da bicicleta, a empresa poderá animar, promover e até patrocinar eventos de bicicleta, como o “dia de pedalar para o trabalho”. Há muitas mais maneiras de encorajar a decisão de pedalar para o trabalho e demonstrar a intenção da empresa em ser um local amigo da bicicleta, mas o primeiro impulso no pedal é sempre nosso.

Boas pedaladas para o trabalho.

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prémio nacional “Mobilidade em Bicicleta”

No âmbito da Semana Europeia da Mobilidade, a Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores da Bicicleta distinguiu ontem vários promotores do uso da bicicleta.

Criado em 2006, o Prémio Nacional ‘Mobilidade em Bicicleta’ “visa reconhecer o contributo de determinadas entidades ou indivíduos que tenham promovido a utilização da bicicleta, através da criação ou melhoria de condições para o efeito em Portugal e da divulgação de iniciativas que fomentem o uso deste veículo não motorizado”.

Na sétima edição do evento, foram galardoadas pessoas, empresas, publicações e uma autarquia, pelo empenho na promoção da bicicleta como meio de transporte.

Na categoria Empresas de Transportes Colectivos, o prémio foi atribuído à Horários do Funchal Transportes Públicos, S.A. e ao Grupo Transtejo. A Câmara do Porto (CMP) foi distinguida na categoria Autarquias… E aqui que faço a minha ressalva. Porquê a CMP? Fazendo um simples exercício, que não de memória pois nem é necessário, só pela via das dúvidas entrei no site da CMP e fiz uma pesquisa por “promoção” e “bicicleta”. Dou um rebuçado a quem lá entrar e encontrar algo mais do que isto! Porque se sabe que muitas outras autarquias deste lindo Portugal mais promoveram, mais desenvolveram e mais incentivaram o uso da bicicleta, muito me admira ter sido atribuído este galardão a uma autarquia que, para além disto, pouco tem feito pela mobilidade “ciclável” da Invicta. Adiante!

O galardão de Cidadania foi para Paulo Manuel Guerra dos Santos, o de Sites para a página Ciclovias, que agrega informação sobre as ciclovias, ecopistas e ecovias existentes no país. A Cicloficina dos Anjos ganhou na categoria Activismo e Intervenção Social e o projecto Matilha Cycle Crew venceu na categoria de Dinamização Cultural da Bicicleta.

Na Comunicação Social – Escrita foi distinguida a Revista B – Cultura da Bicicleta e na categoria Comunicação Social – Online venceu a BTT TV. Na categoria Empresas, o prémio foi entregue ao El Corte Inglés, à Velo Culture Porto (daqui mando três bacalhauzadas aos duendes) e à Inframoura.

Velho Lau, CEO da megastore, com o caneco na mão

Parabéns aos premiados.

fonte: publico.pt e FPCUB

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uma francesinha…

… exposé ici dans l’attente d’un admirateur.

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e quem nunca ouviu dizer que devagar se chega longe?

Porto a Sagres em singlespeed

A velocidade pouco importou, imperou a aventura, a diversão e as biclas SUV compradas aos duendes mais um charuto desenrascado que se portaram lindamente. O resto são postais ilustrados de fazer formigueiro nas pernas.  Sigam a Bebiana, Liliana e o Luis pela ROTADACOSTA.

“Com esta viagem, ficamos a conhecer melhor o nosso país. Ao mesmo tempo mostramos que não só se pode como é bastante divertido fazer férias de bicicleta. Mesmo sem mudanças! Com a bicicleta mais básica, a uma velocidade média de 15kmh é possível ir onde quisermos! ”

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design inspiration: iNBiCLA Crusted

in Bicycle Basecamp

Portugal has a small cycling culture in comparison to its Spanish and French neighbors: the bicycle population consists mainly of ‘full dressers’ whose design and components haven’t changed since the 50s. But when it comes to viniculture, it’s a long tradition that can be traced back to the height of the Roman empire. Vitor Machado combined both to create the ultimate Portugese porteur.

“Fiquei na dúvida se fazia a caixa com capacidade para 6 botelhas, mas julgo que 4 serão mais que suficientes.”

A iNBiCLA Crusted é definitivamente uma das bicicletas mais belas e inspiradoras que já vi. É pura arte a pedais. Parabéns Vitor, está fantástica. E os clicks do Vidinha dão-lhe o merecido crédito. Vejam.

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semana da mobilidade, e mais cidades portuguesas “avançando na direcção certa”

Quem não gostaria de viver numa cidade com ar puro e pouco ruído? Um lugar livre de trânsito, onde movimentar-se pela cidade fosse fácil e onde os cidadãos pudessem desfrutar de uma elevada qualidade de vida? Uma cidade da qual se orgulhasse por ser conhecida em toda a Europa como uma cidade preocupada e activa na protecção do ambiente de forma inovadora e prospectiva? Com algum pensamento estratégico é possível tornar esta visão uma realidade…

Mais cidades que estão avançando na direcção certa:

Loulé, Quarteira, Olhão, Faro e Portimão

Mértola

Fafe

Alenquer

Seia

Caldas da Rainha

Seixal

Coimbra

Caminha

Funchal

Torres Vedras

Guarda

Chaves

Coruche

Gaia

Gondomar

Évora

Barcelos

Oliveira do Bairro

Palmela

Sines

Vila Franca de Xira

E em muitos outros municípios portugueses (se souberes de mais algum é só dizer)…

A Autoridade Metropolitana de Transportes do Porto definiu como prioridade para 2012 “As Pessoas”, e está a preparar um conjunto de iniciativas tendentes a conhecer a opinião das pessoas sobre os Transportes Públicos: aqui o programa em pdf.

… e também em:

Oeiras

Almada, onde a Cenas a Pedal estará em Cacilhas a colaborar com a Câmara Municipal de Almada, desenvolvendo uma actividade (gratuita!), “junta num mix a ideia dos workshops de mecânica de bicicletas na óptica do utilizador com os serviços de oficina básicos e vai contar com dois mecânicos em permanência.” e em Lisboa (dia 23 à tarde) estarão no Museu da Electricidade em Belém, a realizar uns workshops no Dia Verde do Verde Movimento.

Guimarães

…

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todos os dias são dias para pedalar

Agora que terminaram as férias (as minhas também, infelizmente), é uma excelente oportunidade para a mudança de hábitos e pôr definitivamente a vida sobre duas rodas. As horas perdidas no trânsito, o preço galopante dos combustíveis, a escassez de estacionamento, a preocupação em preservar a saúde, o meio ambiente, o facto de largar uma vida inteira sentada atrás de um volante, são apenas alguns dos bons motivos para deixar o carro em casa e adoptar aquela bicicleta, esquecida a um canto da garagem, como o seu novo meio de transporte.

“Demorei algum tempo a perceber o que estava a perder. Deixar o hábito do carro não foi fácil. Diria que é tal e qual como deixar um vício, como quando deixei de fumar, e que aos poucos vamos notando que essa decisão só nos faz bem, tanto ao corpo como à carteira. Quando comecei a usar a bicicleta para ir e vir do trabalho sabia que tinha de aprender alguns cuidados a ter no trânsito. Não é como um passeio no parque, mas depois de perceber os melhores percursos, que comportamentos ter, vi que se podem ultrapassar os problemas sem dificuldade”, diz-me o meu amigo Jorge.

Primeiro de tudo é nossa a decisão, depois é acostumar-se à ideia. A troca definitiva do carro pela bicicleta não precisa ser feita num só dia. Antes de incluir a bicicleta no seu quotidiano, o ideal é que se acostume a pedalar no dia-a-dia. Fazer um treino de adaptação, sozinho ou em grupo, em locais e dias tranquilos, para uma boa fase de transição é uma boa alternativa. A partir do momento que se entra no ritmo e passa a sentir mais segurança vai aproveitar cada momento, cada pedalada do seu novo meio de transporte. Depois comece aos poucos a usar a bicicleta para ir e vir do trabalho. Nem sempre o caminho mais rápido de carro é o melhor para fazer com a bicicleta. É recomendável que escolha o percurso mais suave, mesmo que seja o mais longo, e que se acostume ao esforço, senão vai chegar suado e cansado ao seu local de trabalho. Fazer o percurso várias vezes durante os fins-de-semana, por exemplo, mais descontraído e com menos trânsito, ajuda a escolher a melhor rota. Uma dica fundamental é ter sempre um plano B. A bicicleta é um meio de transporte por excelência, mas nem sempre dá conta do recado sozinha. Em algumas ocasiões é preciso saber aliar a bicla com o transporte público.

Devemos saber usar o tempo a nosso favor. Mesmo que o percurso feito de bicicleta seja muitas vezes mais rápido do que de carro, principalmente por causa do trânsito, é aconselhável sair um pouquinho mais cedo e desfrutar da pedalada, até para que o corpo transpire menos. Usar a bicicleta como meio de transporte é diferente de usá-la para fazer exercício. O ritmo deverá ser mais lento. Um dos muitos benefícios da bicicleta é que o tempo gasto num determinado trajecto é muito parecido todos os dias. Sabemos o tempo que demoramos e é assim mais fácil programar a nossa viagem e cumprir horários. É também a melhor forma de observar a nossa cidade que não conheceria se estivesse de carro

A escolha do equipamento deve ser o que melhor nos ajuste. Cada ciclista deve identificar o que lhe oferece mais conforto e segurança. Tanto na roupa que escolher para pedalar como em adoptar os elementos de segurança, como capacete e acessórios a ter na bicicleta. Saber como usar os vários acessórios faz toda a diferença. Uma boa dica é equipar a bicicleta com cestas ou alforges, o que aumenta a capacidade da bicicleta em transportar alguns objectos que necessitamos. Cria-se o costume de estar atento e seguir a previsão do tempo. Especialmente no Outono e no Inverno, levar sempre uma roupa mais quente e outra impermeável no alforge é meio caminho andado. Sobretudo no Verão, quando o clima está mais seco e quente, usar vestuário mais leve, procurar as zonas mais arborizadas e frescas para pedalar nos horários em que o sol está mais forte são boas ideias.

Tal como me disse o Jorge, o facto de nos ver usar a bicicleta com regularidade, incentivou-o e incentiva mais outras pessoas a fazer o mesmo. “Fica mais fácil usar a bicicleta quando vemos colegas de trabalho que têm o mesmo hábito. Demorei muito a me convencer que era melhor para mim vir de bicicleta para o trabalho mas agora não quero outra coisa. Já nem implicam comigo quando antes chegava atrasado e mal disposto ao escritório.”

“No Porto, a Massa Crítica é todos os dias”

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passe a publicidade [30] Le Coq ft. Barcelona Bike

… e vai um fiteiro cocorococó para o menino e para as moças lá prós lados do Mercado de Matosinhos… Hããã! As do departamento de marketing? Ok!

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