passe a publicidade [31] Caloi – Vou de Bicicleta

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bikes love bikes

Bike From Work Bash

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can’t miss [15] slate.com

Why You Hate Cyclists

“Partly because of jerks like me. But it’s mostly your own illogical mind. I’m an asshole cyclist. I’m that jerk weaving in and out of traffic, going the wrong way down a one-way street, and making a left on red. I’m truly a menace on the road.”…

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a Massa é Crítica há 20 anos

Em Setembro de 1992, há vinte anos portantos, algures nas ruas de São Francisco uns tones juntaram-se para um acto de celebração. Pedalar e reclamar o progresso da bicicleta como meio de transporte urbano. No início era um movimento ecológico e o grupo pensou que isso poderia ser um estilo de vida. Podiam mostrar às pessoas que a bicicleta pode fazer as mesmas coisas que um carro. A partir daí, esse movimento foi-se generalizando, e desde então começou a acontecer mensalmente na última sexta-feira. Foi uma inspiração significativa para muitas outras pessoas, residentes noutras cidades e que deram o click definitivo para muitas iniciativas públicas e privadas sobre o ciclismo urbano. Actualmente estima-se que ocorra em mais de 320 cidades pelo mundo. O movimento tem sido caracterizado como um evento de protesto, mas visa fundamentalmente sensibilizar a sociedade para as questões da poluição, as dificuldades de mobilidade, as contrariedades que os ciclistas enfrentam quando partilham as ruas e estradas com os automóveis, a promoção do uso da bicicleta como um meio mais saudável de transporte.

À “coincidência organizada” deram o nome de Critical Mass, situação comum verificada na China em que, por exemplo, quando um ciclista pretende atravessar um cruzamento para seguir o seu caminho, espera que se junte a ele um grupo numeroso de outros ciclistas que queiram ir no mesmo sentido para então dar continuidade à circulação. Massa Critica é, ao fim e ao cabo, uma celebração da mobilidade suave que permite às pessoas que se deslocam de bicicleta, patins, skate, trotinete, etc, circularem com mais segurança e facilidade, marcando presença no espaço público, a rua, e tornando-se visível pelo número e densidade da concentração. Não tem estrutura formal ou organização. Alguns dos seus membros não veem a sua participação como mera forma de protesto, mas com uma mensagem mais profunda, cultural ou artística. Apresentam-se como apaixonados pelas bicicletas, para reunir uns tipos porreiros que querem conviver e pedalar.

Para lá das motivações pessoais de cada participante, o objectivo da Massa Crítica é fazer um ciclismo responsável, cívico e pacífico. Fazer-se notar positivamente, não prejudicando a sua causa. O que quer que qualquer um pense deste movimento social, os participantes têm o direito de ser livres, pedalar em segurança nos espaços públicos, tornar esta forma de expressão numa excelente forma de iniciação à utilização de veículos suaves em espaço urbano. A Internet foi, e é, uma ferramenta muito importante para o crescimento do movimento nas grandes cidades. Artigos, publicações vídeos e fotografias, são ferramentas de motivação e que ajudam a espalhar a ideia. A informação sobre os passeios mensais nas redes sociais e em grupos de conversação promoveram o crescimento e importância do evento. Em Janeiro do ano passado eu descobri a Bicicletada do Porto e me juntei ao grupo, pequeno à época mas felizmente cada vez maior.

Os passeios muitas vezes não têm rota pré-definida. O maralhal segue quem vai à frente. Outras vezes, um consenso espontâneo determina a rota, e a informação é divulgada no momento de saída sobre o percurso escolhido. A informalidade de tais eventos não exige um aviso prévio às forças policiais. Seja em Nova York, em Londres ou em São Paulo, tem havido repressão policial contra o movimento, no entanto o número de participantes continua a crescer substancialmente. O principal é ter prazer no que se está a fazer. Aproveitar que estamos a andar de bicicleta, de regresso a casa depois do trabalho, e chamar os amigos. Não se pode pensar que o movimento é feito apenas para protestar, é sobretudo para motivar e trazer mais pessoas à causa, para se conhecerem, para realizarem uma actividade que proporciona prazer. Quando vemos que mais gente está a aderir, sabemos que é mais uma etapa que a nossa cidade está a vencer. A partir do facto que pessoas comuns fazem uso das suas bicicletas para se movimentar, não há como negar o efeito positivo que a bicicleta oferece e a forma como a sociedade vê os ciclistas.

Nesta sexta vamos celebrar, a Massa Crítica faz vinte aninhos. Como é tradição, realiza a sua pedalada mensal às 18h30, no Porto desde a Praça dos Leões, e o grupo sairá às 19h. Todos estão convidados! Ninguém está ao comando! Traz a tua bicicleta!

posters de Jim Swanson e Mona Caron (sfcriticalmass.org)

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fotocycle [46] rainy moods

Ontem, no meu regresso a casa…

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e assim é no quintal do patronato

Definitivamente as bicicletas estão em alta e rivalizam por um espacinho no gradeamento institucional. Felizmente, não apenas entre nós que optamos por eleger a bicicleta como o nosso meio privilegiado de transporte, muita malta vai tornando o Porto ocasionalmente numa pequeníssima amostra do que é Copenhaga. Pedalar tornou-se ritual dos dias úteis e o interesse pelas bicicletas tem vindo a crescer. Não se sabe bem ao certo se por conta da crise, da sustentabilidade, ou apenas uma onda revivalista de querer voltar os anos 60, 70 e 80, o facto é que é perfeitamente normal ver alguém a pedalar uma bicicleta pelas ruas da cidade, e das de aço, à antiga. As biclas vintage sacudiram o pó de décadas e saíram do armário. Juntamente com pasteleiras salpicadas de tom ocre e estradeiras patinadas, são verdadeiras relíquias de duas rodas que estão de volta à ribalta e com os holofotes voltados para elas.

As bicicletas de estilo holandês estão também a povoar as lojas, as ruas e os mais variados locais de trabalho. Um belo exemplar do estilo clássico holandês, verdadeiro ícone da capital dos vikings, dá agora um ar chique e cool ao que é um sombrio e húmido recanto do edifício institucional. A prestigiada marca dinamarquesa Velorbis está agora também representada no parque de bicicletas improvisado, espalhado entre motos e gatos pelos cantos do quintal da entidade patronal.

A Velorbis evidencia a bicicleta no seu mais sofisticado estilo, produzindo belíssimos modelos que encantam pelo charme retro e acessórios de qualidade, e servem tanto para as deslocações laborais como para simplesmente passear. São biclas de pouca manutenção, feitas para uma vida. Os meus parabéns ao proprietário do avião, o Viriato, pelo bom gosto da escolha e pelo incremento que deu às suas pedaladas.

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mapas no JN

Não fosse o Velho Lau sacanear uma página interior do JN de Domingo e afixa-la na parede da Adega, ter-me-ia escapado a reportagem sobre o mapa com rotas cicláveis no Grande Porto que o pessoal andou por aí a desbravar. Uma clicadela na foto e dá para ler (mais ou menos).

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bikes for Africa | bamboo bicycles

Vaughn Spethmann from Zambikes explains the processes involved in creating beautiful handmade bicycle frames out of bamboo in this excerpt from the 2012 feature documentary, Bikes for Africa.

BikesForAfrica.net

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ciclofilia [58] a ride for peace

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as empresas e a bicicleta

O hábito diário de pedalar, além de ser uma forma agradável e saudável de mobilidade urbana, traz muitas vantagens e, por isso, pode ser adoptado pelas pessoas se deslocarem para o trabalho. Incentivando o uso da bicicleta, um meio de transporte energeticamente suficiente, económico e não poluente, as empresas poderão colaborar a solucionar a mobilidade dos seus empregados.

As empresas poderão efectivamente ter um papel preponderante no incentivo do uso da bicicleta. Promover a bicicleta como opção sustentável é incentivar um transporte limpo, silencioso e eficiente. As bicicletas trazem benefícios financeiros directos e contribuem para a imagem social da empresa. Como fazem uma actividade física regular como parte da sua jornada para o trabalho, os funcionários estarão mais bem dispostos, faltam menos e mostram maior produtividade. Como resultado de uma melhor forma física e de boa saúde mental, o funcionário terá um ganho evidente no rendimento do trabalho. E depois, todas as vantagens de uma mão-de-obra produtiva e saudável retornam positivamente para a organização e seus clientes.

Quem pedala para o trabalho descobre que economiza tempo. Em alguns casos pode até ser mais rápido do que ir de carro. Além disso, o uso da bicicleta evita perder tempo preso no trânsito à procura de estacionamento. Diminui o stress e proporciona melhor qualidade de vida. Muitos ciclistas não precisam de banho após as pedaladas. Pedalar para o trabalho não significa ter de pedalar à pressa, ou seja, não precisa de suar as estopinhas. Por outro lado há quem pedale longas distâncias e galgue umas subidas, optando por isso por usar roupas de ciclismo, tendo de as trocar após chegar ao destino. Havendo um espaço com chuveiro e armários, a empresa estará a incentivar o trabalhador que mora mais longe a usar a bicicleta.

 Um “bicicletário” seguro é um factor importante para influenciar positivamente as pessoas da empresa pedalarem para o trabalho. Proporcionar um local conveniente e seguro para os seus funcionários e clientes estacionarem as bicicletas não é dispendioso. Poderá reduzir a necessidade de estacionamentos caros para os automóveis. Cada empregado que decide pedalar para o trabalho representa uma redução de gastos para a empresa. Cada cliente que chegue de bicicleta e encontre um local bike friendly, voltará certamente.

As pessoas querem se sentir valorizadas no local de trabalho. Tornando a bicicleta uma parceira de negócio, a empresa não está só a oferecer qualidade de vida no trabalho como demonstra que se preocupa com o bem-estar dos funcionários, considerando a sua importância para o sucesso da organização. Como é costume dizer-se, o exemplo vem de cima. Uma vez criada a estrutura básica para o uso da bicicleta, a empresa poderá animar, promover e até patrocinar eventos de bicicleta, como o “dia de pedalar para o trabalho”. Há muitas mais maneiras de encorajar a decisão de pedalar para o trabalho e demonstrar a intenção da empresa em ser um local amigo da bicicleta, mas o primeiro impulso no pedal é sempre nosso.

Boas pedaladas para o trabalho.

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