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Gorka, devoradora de Km’s

a outra Maria, a Del Sol

… abram alas a Sua Alteza

o Rafa na Metallicaaaaaaa…

fusão, harmonia, união… numa bicla que é(ra) Cósmica

Tripas iNBiCLA que me faz(ia) bater o coração

la bamBina Pinarello

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a Maneirinha da Canyon
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ciclofilia [99] a bike for Shaina
“During the Beach Party Alleycat, Shaina Briscoe collided with a car and developed a traumatic brain injury. She was sent to HCMC and put in a medically induced coma. She is on the road to recovery but her bike was totally destroyed and is still being held by the police. The people at All City, the local bike shops and everyone else in the bike community lent a helping hand to build Shaina a new bike for when she recovers from her injuries.”
Publicado em ciclofilia
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quando o Inverno nos invade o Verão

O Verão nas praias do norte pode ser muito estranho. Raras vezes, um calor trazido pelos ventos do interior, de leste, torna o ar pesado e sufocante. O que é estranho, pois o Porto é especialmente conhecido pelas suas temperaturas amenas, com uma costa marítima constantemente varrida pela nortada, o tradicional vento de norte. Depois há dias que, de um dia para outro, tem vezes que é de uma hora para outra, o tempo frio se instala entre o calor e a temperatura pode baixar uns 10 graus, devido aos céus nublados e altos níveis de humidade vindos do Atlântico.
As actividades ao ar livre são fortemente influenciáveis com estas alterações repentinas do clima, por exemplo manhãs frias e tardes quentes, levando à pergunta: como é que um ciclista se veste perante tais condições? Normalmente, nesta época do ano, calções e camisolas de manga curta são a norma. Há sempre a possibilidade de se sair muito cedo e a fresca matinal nos dar vontade de cobrir o corpo de roupa. Tem lugares onde o frio vem inesperadamente do nada e nos faz arrepiar a pele. Depois o calor aumenta e a transpiração pede menos roupa no corpo. Ao andar de bicicleta, com o corpo quente e suado, quando a temperatura muda drasticamente ao longo de uma pedalada, aperta os músculos frouxos e pode causar cãibras musculares. Uma lesão pode surgir a partir da reacção do corpo a uma diminuição repentina de temperatura. E parece estranho, estarmos em pleno Agosto e termos de andar todos encasacados, e este tipo de clima cria uma situação difícil na escolha do que vestir.
Logo à partida, deveremos influenciar a nossa escolha da indumentária pelas previsões climatéricas. Saber que no início do dia o sol está escondido, basta conferir olhando ou pondo o nariz fora da janela. Com um ambiente frio, o corpo ainda está frio, e para não bater o dente evidentemente procuramos vestir uma roupa mais quentinha. Mas depois, se as nuvens desaparecerem e com a chegada do sol, a humidade diminuir. Realmente, com o aumento das temperaturas quem quer pedalar sob camadas de roupa! Felizmente, encontramos opções de vestuário adaptado às nossas necessidades, com bom isolamento, suficientemente frescos para evitar o calor e quentes para aguentar o frio.
Passar com a bicicleta por estas mini-estações conserva-nos um estado de espírito positivo, sendo perfeitamente possível tolerar estas mudanças de humor do dia. Já não estranho pedalar por diferentes estações do ano ao longo da mesma estrada. Acreditem, não é uma ocorrência incomum. Não importa o quão desconfortável andar em tais condições pode ser, devemos celebrar a nossa força e nossa capacidade de viajar com nossas próprias forças, dia e noite, qualquer que seja a estação do ano, mesmo quando por momentos o Inverno nos invade o Verão.
Publicado em ele há coisas!
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na bicicleta…
… cada dia é diferente. A luz é diferente, o tempo é diferente, e diferente é o meu estado de espírito quando saio pela porta de casa. Essa é uma das alegrias que sinto ao sair de bicicleta para o trabalho. E não importa quantos ainda me faltam até chegar às férias, pedalar num dia de trabalho depois de uma noite mal dormida é meio caminho andado para a boa disposição. Na bicicleta, todas as manhãs, há sempre algo que me chama a atenção, há sempre alguém para cumprimentar, uma qualquer coisa que de novo me liberta a fantasia.
Publicado em o ciclo perfeiro
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correio do leitor do DN
Gonçalo Peres publicou no grupo Ciclismo Urbano em Portugal
“Correio do Leitor do Diário de Notícias de 12/08/2013, numa carta a criticar de forma construtiva e lógica as medidas de apoio ao sector automóvel que a AR recomendou ao Governo.”
“Ex.mos. Srs. deputados da Assembleia da República
Antes de mais, queria veementemente congratular V. Ex.as pelas alterações recentes, muito profícuas, ao Código da Estrada.
Todavia, veio recentemente uma notícia a público, que o Parlamento fez uma recomendação ao governo, para que este de alguma forma, incentive o sector automóvel, que atravessa uma grave crise.
Quero apenas confessar a V. Ex.as, com o mais cordato e respeitoso louvor que um cidadão deve ter pelos seus eleitos, que após ter lido mais detalhes de tal abjeta recomendação, deu-me uma vontade visceral e incontrolável para regurgitar.
Serei sucinto: em 1991 havia em Portugal, segundo o Eurostat cerca de 175 carros por 1000 habitantes. Em 2002 já haviam perto de 560, o que representa um crescimento astronómico de 220% em 11 anos, uma média de crescimento de 20% por ano. Se considerarmos que salários, pensões e o próprio PIB de Portugal tiveram um crescimento médio de perto de 2% por ano neste período, se consideramos ainda que em 2010, 1/4 das importações do país foram carros e combustíveis, por aqui, com contas elementares de álgebra, percebe-se onde se encontra, grande parte da tragédia económica de Portugal.
Dar “incentivos” ao sector automóvel, por mais ténues que sejam, num país sem recursos energéticos endógenos, onde 2/5 de toda a energia consumida está nos transportes e onde 99% dos transportes se movem a derivados do petróleo, revela uma falta de visão e estratégia, por parte dos membros de um dos magnos órgãos de soberania, que considero muito graves.

Se num bairro haviam 100 caros, em 11 anos passaram a haver 320, com o respetivo roubo de espaço a jardins, parques infantis, estruturas sociais, passeios, etc.
Rogo a V.Ex.as que sejam humanos, mas ao mesmo tempo matemáticos, na defesa do interessa nacional e lembrai-vos “um país desenvolvido não é aquele onde os pobres têm carro, mas onde os ricos andam de transportes públicos e de bicicleta”!
Saudações lusitanas
João Pimentel Ferreira”
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ciclofilia [98] VeloMesto
VeloMesto – mapa on-line All-Russian e aplicativo móvel para os ciclistas. O projecto apoia o desenvolvimento da cultura de bicicletas e infra-estruturas nas cidades da Rússia, para o uso da bicicleta como modo de transporte ecológico.
Publicado em ciclofilia
Etiquetas bicicultura, boas ideias, coisas que vejo, filme, motivação, Russia
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comboio fantasma
Vem isto a propósito de um testemunho, tipo carta aberta, partilhada por Margarida Cavaleiro no Grupo Massa Crítica Lisboa, lá no sítio mais facetado da WWW, e assinada por Ana Luisa Luz, ciclista indignada com o péssimo serviço da nossa mui querida CP…
“Então,
Depois de muitas voltas e voltinhas na net e nas estações próprias, lá descobri que é simplesmente impossível carregar a bicicleta em comboios de longo curso para norte ou para sul. Isto a gente ainda pensa.. “é chato”… mas aceita… o que para mim é inaceitável, e já se andava a temer há algum tempo, é que já não existam alternativas aos comboios de longo curso para ir de norte a sul neste país… e depois dizem-me, como se isso justificasse seja o que for num suposto estado social… “ah, sabe, não compensa…”. mas que merda, tudo nesta vida tem de “compensar”??! Tudo agora é medido numa balança monetária?! E é assim que os ditos serviços mínimos de qualidade de vida vão desaparecendo pela calada. E de repente (ou não tão de repente assim) vemo-nos num país com a mania das grandezas em que ou se pode ter acesso a serviços de alta qualidade (IC, Alfas, etc), com óbvias lacunas que eram tidas em conta nos “comboios do povo”, como espaço… de facto num Alfa a maior mala do típico cliente deve ser aquela do hipod ou hiPad ou portátil ou himerdal. Se o sôtor tiver bicicleta terá de ser daquelas de 1000 euros que se dobram até caber no bolso, ou então meus amigos… não se tem serviço!
E isto irrita-me… muito! Muito mais do que a crise irrita-me a desigualdade que as escolhas de empresas ditas (ainda) públicas criam em prol do lucro! As alternativas em todos os sectores estão a acabar, e caminhamos para um mundo homogéneo e sem graça! ASAE´s, CP´s, Europices e chupices, tou farta! Quero a minha tasca, o meu comboio regional nocturno com janelas que abrem e que demora 10 horas a atravessar o país, quero o azeite caseiro na mesa e a jeropiga com as castanhas embrulhadas em papel de jornal… porra, quero poder escolher!”
Publicado em ele há coisas!
Etiquetas coisas que leio, combóio, CP, outras coisas, transporte de bicicletas
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fotocycle [93] the bicycle repairman
Mestre Barbosa in action. Quem sabe, sabe…
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Etiquetas bicicultura, cicloficina, Cosmica, fotografia, passe a publicidade, Porto, Velo Invicta
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9 ilhas, 900km, 1 bicicleta e muita gente feliz!
Deixado hoje na caixa de correio, aqui do estaminé, não me fiz rogado, abri o convite e logo empreendi uma viagem cibernética aos Açores, já que a muito desejada viagem em carne e osso tem sido há muito adiada.
Então é assim, Filipe Fernandes faz parte da equipa Pedal’Açores, um projecto que procura divulgar, incentivar e provocar a mobilidade suave nesse mágico arquipélago. “Serão 900km de bicicleta a passar pelas 9 ilhas dos Açores com o intuito de entender quais são as razões que levam as pessoas a escolher a bicicleta como meio de transporte, bem como entender os constrangimentos que dificultam ou que afastam as pessoas da utilização da bicicleta como meio de transporte no seu dia-a-dia também será um dos objectivos do projecto. No final do projecto, a ideia é congregar as principais conclusões da viagem e criar um Livro Verde que deverá ser entregue às entidades açorianas/decisores políticos no domínio da mobilidade.” No momento, o Projecto já passou pelas Flores, Faial e Pico.
Poderá contactar com o projecto pelo blogue em: http://pedalacores.org
ou pela página de Facebook: https://www.facebook.com/PedalAcores
Publicado em divulgação
Etiquetas Açores, bicicultura, boas ideias, motivação, outras coisas, projecto Açores Ciclável
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promotional: Granfondo SKYROAD Aldeias do Xisto 2013
Decorre a 12 de Outubro na Lousã, Portugal.
Para mais informações: skyroad-granfondo.com
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