passe a publicidade [65] Mud Cycles

Obra-prima de madeira a pedais

Mud Ovar
Ninguém diria que numa recôndita rua de Ovar nascem bicicletas de madeira feitas para proporcionar a melhor experiência a quem gosta de pedalar. Sendo o nosso Município, o titular do prémio da Mobilidade em Bicicleta 2014, não há desculpa para não o fazer.

É ali na rua Marechal Zagalo que fica a oficina da Mud Cycles e é lá que se vem desenrolando uuma aventura que durou mais de um ano a desenvolver.

João Baptista, responsável da Mud Cycles, conta que, em primeiro lugar, teve de pensar no aspecto que queria imprimir à bicileta: “Para o ‘design’ da bicicleta e do respectivo quadro, inspirei-me nos triciclos de madeira que eram antigamente usados pelos miúdos”…

Mud cycles Ovar
… “A MUD Cycles, fundada em 2011, dedica a sua atividade à conservação, restauro e redesenho de bicicletas. A marca produz bicicletas clássicas que se destacam pelas suas formas e estética simples, a combinação de peças recuperadas com peças manufaturadas de raiz, origina modelos únicos, sem nunca perder o estilo vintage.

Assim, a marca pretende proporcionar uma ligação ao mundo das duas rodas através do minucioso restauro de bicicletas com passado bem como através da exploração de novos conceitos de mobilidade.

…

Agora que cada vez mais cidades do mundo se preparam para optimizar e dinamizar o uso da bicicleta nos seus centros urbanos, a MUD Cycles quer afirmar-se no mercado nacional e internacional como produto português de qualidade.

O preço de uma Mud ronda os 2.000 euros, preço final de venda ao público.”

(podes ler o artigo completo em http://www.ovarnews.pt)

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no bom sentido

Os ciclistas variam consideravelmente no que consideram ser para si um risco e o quanto estão dispostos a arriscar. Seja para tomar um atalho e encurtar o percurso ou para economizar energia, quem pedala está indo na direcção errada quando circula em contra-mão e assim contraria o sentido numa rua de sentido único. Dependendo do volume de tráfego e da configuração rodoviária, além de ilegal circular em contra-mão em certo tipo de ruas pode ser perigoso. Aí, a existência de ciclovias seria certamente uma opção segura. Em outros casos, ruas que vão na direcção certa mas que são um percurso tortuoso, incentiva o ciclista a optar por outro caminho, mais nivelado mas ainda mais tortuoso.

Enquanto os ciclistas devem cumprir as regras de trânsito, como qualquer outro veículo, e porque as estradas foram projectadas para servir os automóveis, há momentos em que estes não encontram outra alternativa a não ser desobedecer às regras. Embora entendendo o objectivo do ciclista, a sua abordagem desnecessariamente arriscada, eu próprio já passei por essa experiência em várias ocasiões e, obviamente, transgredi. O espaço urbano dado aos carros cresceu em demasia e embora isso tenha acalmado significativamente, por exemplo com a construção de passeios mais largos, raras são as ciclovias que existem em ruas de sentido único e que permitem aos ciclistas circular em segurança na direcção oposta do tráfego normal, a fim de ter acesso a um outro caminho, estrada ou outra ciclovia.

A bicicleta geralmente encaixa-se um pequeno espaço ao longo de uma rua ou estrada de sentido único, permitindo a passagem normal dos carros que nela circulam. Os passeios são muitas vezes uma segunda escolha para evitar circular em sentido contrário. Apesar de ser “ilegal”, no sentido amplo da palavra, com esse comportamento errado os ciclistas arriscam em demasia a sua integridade física, a dos outros, como podem provocar desnecessários problemas aos automobilistas que com eles encaram de frente. Ok, tudo o que fazemos na vida envolve riscos e recompensa mas cada um de nós tem de pesar os riscos que estamos dispostos a assumir. Alguns calculam menos esses riscos e, ignorante ou conscientemente, entregam o seu destino nas mãos de outros. Andar de bicicleta desta forma é andar numa roleta russa. E depois existe sempre a alternativa que é, com um certa dose de coragem, desmontar da bicla e empurrá-la a pé.

one way street

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escritinho* [2] Rua das Flores

* sem tirar nem por

fino como o alho… ah, pois sou!

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can’t miss [114] pedalacores.org

Qual a medida do respeito?

velocidades

… “Entretanto, no que diz respeito às distâncias, nos Açores as coisas são um pouco diferentes. O que é logo ali para quem vive no continente torna-se “do outro lado da ilha” para quem vive por cá. De fato as distâncias aqui têm outra dimensão, se é que isso é possível. Talvez a física quântica explique.

Como muitos já devem saber, o Código da Estrada foi alterado em Portugal e no começo de 2014 entraram em vigor novas regras que discriminam positivamente os ciclistas e peões e, a exemplo de outros países da Europa, foi introduzido o princípio do Utilizador Vulnerável.

…

Não é preciso ser muito inteligente para se entender que quando ocorre a colisão entre um carro (ou um pesado) e um ciclista (ou um peão) o mais prejudicado é o ciclista/peão por ser mais frágil, por ter uma menor massa, por não ser feito de metal, etc… não é uma física muito complicada.

Felizmente, o Código da Estrada é um só e quer seja aqui nos Açores, quer seja na Madeira, quer seja nas Selvagens ou ainda no continente as regras são as mesmas e um metro e meio é invariavelmente 150 centímetros.

A natureza de algumas estradas nos Açores obriga a atenção redobrada de condutores de veículos e velocípedes. Tanto o número de carros nas estradas quanto o número de bicicletas têm vindo a aumentar mas infelizmente a consciência de muitos condutores não evoluiu tanto quanto estes números.”…

(excelente artigo para ser lido na integra, aqui)

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ciclofilia [120] Mi bici

Ejercicio repentina otoño 2014.

from 23 hours ago

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fotocycle [147] castanhas e bicicletas…

… quentes e boas 🙂

castanha no S. Martinho

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do busílis a questão, e porque não uma “bia berde” para bicicletas!?

CAPA_BUS
De acordo com um artigo que li recentemente no portal de notícias da Câmara Municipal do Porto (CMP), seis meses após a implementação da medida de partilha de 14 corredores bus com motociclos e ciclomotores foi avaliada de forma positiva. “Em média 42% dos motociclistas utilizam os corredores bus sem aumento da sinistralidade”, considerou a vereadora responsável pelo pelouro da Mobilidade, Cristina Pimentel. “Os primeiros seis meses foram considerados de experimentação numa zona piloto da cidade e foram acompanhados por um estudo da Universidade do Porto, que vai aferir as vantagens para o escoamento de tráfego, podendo o projeto ser alargado ao resto da cidade. A autarquia espera fazer um balanço definitivo daqui a um ano”, lê-se na  notícia.

Atendendo ao menor fluxo de veículos que por elas circulam a CMP decidiu por bem “abri-las” aos motociclos. Com as vantagens inerentes ao mais rápido e eficiente escoamento de tráfego, dos transportes públicos, táxis, veículos prioritários e de emergência, julgo que seria de todo o interesse ser aproveitado o momento para liberalizar os corredores bus também às bicicletas. Como ciclista ávido, não é segredo para ninguém que defendo a “abertura” dos ditos corredores aos ciclistas. Uma faixa bus convertida ao ciclista é melhor que várias ciclovias. Sem rodeios e considerando ser mais seguro e vantajoso para mim, sempre que me dá jeito prevarico e coloco lá as rodas da minha bicicleta. Pelo menos até agora tenho tido a simpatia e consideração dos motoristas, tanto dos autocarros como dos taxistas.

O esboço rodoviário das cidades foi sendo desenhado em função do automóvel. Raramente é pensado o incentivo ao uso da bicicleta, beneficiando o ciclista ou dando atenção à sua protecção. Sendo que para um ciclista urbano o mais lógico é optar pela melhor e mais confortável alternativa de percurso, descuidando muitas vezes a própria segurança e o caminho mais curto, porque não quer encarar uma subida mais íngreme ele vai optar pela via mais amiga das suas pernas, porque a bicicleta não tem motor. Estes corredores geralmente ocupam a faixa mais à direita da rua, sendo que em alguns casos também aproveitam o corredor central de avenidas para o rápido fluxo de veículos prioritários. Sabemos que nas cidades onde a utilização de bicicletas é incentivado o desenvolvimento do sistema rodoviário está a ser adaptado às necessidades do ciclista. Cada sistema tem a sua função, eficiência e lógica, privilegiando a segurança e a fluidez. Um exemplo disso, e considerando o Porto uma cidade moderna, julgo ter sido esse o objectivo da CMP quando por exemplo construiu uma pista especial no canteiro central do troço final da Avenida da Boavista, para depois, entre a zona da Fonte da Moura e a zona do Foco, esse corredor, antiga via exclusiva dos eléctricos, passar a ser uma via reservada aos transportes públicos e veículos prioritários!!!

eu a aBUSar da sorte na Av. da Boavista

eu a aBUSar da sorte na Av. da Boavista

Aliviar o congestionamento do tráfego exige-se incentivando a utilização de modos de transporte alternativos, como as bicicletas. Reduzir o tempo de viagem e os níveis de emissão de CO2, além de aumentar os níveis de segurança, exige-se incentivando a utilização de modos de transporte alternativos, diminuindo o uso do automóvel. Sendo esta medida um “incentivo à transferência do automóvel para o motociclo e a diminuição do tráfego automóvel como meta a atingir” esse objectivo tem de passar pela utilização da bicicleta. Talvez não acredite que por via dessa medida muita gente vai começar a utilizar a bicicleta em meio urbano, de qualquer forma a expansão de vias prioritárias ao ciclista vai permitir que os ciclistas assumam a cidade com segurança. Mais ciclismo e melhor uso da bicicleta vai tornar a vida na cidade melhor para todos, vai aliviar os congestionamentos urbanos, melhor transporte público e consequentemente melhorar a vida dos automobilistas.

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do tipo, pelos caminhos de Portugal

(de : Chaves – Faro em bicicleta, na Estrada Nacional número 2).

EN2, me aguarde que eu, um dia ou mais, a vou usar.

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can’t miss [113] dn.pt

A bicicleta não é só para passear. Também dá para trazer móveis do Ikea

Ana Pereira e Bruno pedalam pelas ruas da cidade de Lisboa desde 2005 Fotografia © Jorge Amaral/Global Imagens

Ana Pereira e Bruno pedalam pelas ruas da cidade de Lisboa desde 2005 Fotografia © Jorge Amaral/Global Imagens

“Cansaram-se do trânsito ou ter uma vida mais saudável. As razões são várias e fazem aparecer cada vez mais ciclistas urbanos. Transformar-se num pode custar em média 500 euros

Diz o ditado que a necessidade aguça o engenho. Aqui foi a curiosidade. Há cinco anos que Joana Janeiro, criadora da marca Bashô Cycling Club, trocou o carro pela bicicleta para andar nas ruas de Lisboa. O click aconteceu numas férias em Copenhaga (Dinamarca). Quando regressou a Portugal viu que não queria outra coisa: “O sentimento é de liberdade. Não há nada melhor do que pegar na bicicleta e sentir o ar fresco na cara, descobrir ruas que de outra maneira não conheceríamos, de ter um contacto com a cidade tão diferente.”

Ana Pereira, 33 anos, tem várias preocupações, mas ouvir o trânsito não é uma delas desde 2005, quando tornou a bicicleta o seu meio de transporte diário. Andava na faculdade no Monte de Caparica, vivia em Oeiras e tinha quatro transportes públicos pelo meio e filas de trânsito no IC19 quando acompanhava Bruno, o seu namorado. “Estávamos fartos de sermos tão dependentes do carro.”…”

(podes ler o artigo completo do DN aqui)

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ao rodar os pedais

Logo pela manhã é fantástico sentir a bofetada do vento na cara. Despenteia os nossos sentidos, criando estímulos que alimentam o corpo, a mente e a imaginação. O furor dos aromas que me invade as narinas. O candeeiro do sol que ilumina expressões carrancudas nos rostos das pessoas. Um medley sonoro da natureza e do cagaçal urbano, campainha que nos fica na cabeça por muito tempo. Eu não dou à chave, dou aos pedais e aproveito cada momento.

ao rodar os pedais

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