all the way from Portugal a commuter profile, Victor Domingos nabicicleta… meaning, onbicycle

Os meus parabéns ao Victor pelo seu testemunho e ao bikecommuters.com pela divulgação.

though we’re primarily a U.S. based commuter site, we’re always excited to hear from readers abroad. We’ve met quite a few people from other countries over the years, and it is energizing to learn that our message spreads beyond our shores. Today, here’s a special treat all the way from Portugal…bike commuter Victor Domingos:

Name: Victor Domingos

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How long have you been a bike commuter?

I started about 10 months ago and have been bike commuting nearly every work day since then.

Why did you start riding your bike to work and how long is your commute?

Well, I have been a pretty sedentary person for decades. While I was in school, university and even when I started working. When I recently moved to this town, I realised that I spent a few minutes everyday getting the car out of the garage plus about 15 minutes walking from the nearest free car parking to the door of my workplace. And gas prices kept going up and up, also. I guessed that with a bicycle it would become easier to get out of the garage, and I could make a direct “door-to-door” trip, saving some time and making a bit of exercise. And hopefully I would be saving a few euros in gas… My bike commute is about 3km long and I am doing it 2 times a day, both ways. So, I ride about 12km each day.

How does Bike Commuting help you with your lifestyle (economics, health, relationships)?

First of all, it makes me feel good! Finally, after all those years, I am doing some exercise almost every day. And I was able to save about five or ten minutes in each home-to-work travel, which makes about 30m each day. It’s not a lot of time, but hey… I only have one hour for lunch and this way I am able to have lunch at home, and that’s great: I have lunch in the company of my wonderful wife. I eat healthier, and waste less money than if I was going to a restaurant. Also, I enjoy some fresh air everyday – it’s nice.

What do you do for a living and in what city do you bike commute?

I live and work in Braga, Portugal, at an Apple Reseller that has both a retail store and an online store. Most of my time, I work at the online store.

What kind(s) of bike do you have?

I own a 7-speed, 20-inch wheels, folding bike. It’s a Giant Halfway that has recently been upgraded with a pair of fenders and rear rack.

Any funny or interesting commuting story that you may want to share?

Well… The fact that I ride a folding bike was received with a bit of surprise at first. I used to go by a street where there is a school. One day, one kid saw me passing by and was so excited about my bike that he started calling for is fellows to see it “Hey, guys! Come here! Look at that a little bike… so small!”.

What do people (coworkers, friends) say when you tell them that you are a bike commuter?

It depends on the person. Some find it a bit weird, as if I was a bit crazy. But lots of people seem a little jealous and tell me that they would like to do the same, if… and then they list their personal reasons to keep using their car. Most people are frightened by the traffic speed in town – which is not that bad, I think.

How about bicycling advocacy? Are you active in any local or regional advocacy groups?

I guess my bike commute is already a soft form of bicycling advocacy. Every now and then people seem interested about it, and I just try to give them some useful information and take away any fear, showing that bike commuting is easier than it seems.
I am willing to participate in my local Critical Mass rides (which has happened last month for the first time), but at that time I am still at work.

On the web side, I have been a little more active. I started a Portuguese Facebook group which title means “We want cities that are friendlier for bicycles and cyclists!”

http://www.facebook.com/group.php?gid=154425347915508

And more recently I started a blog named “Sempre de Bicicleta”, which means “Always by Bike”. It is a blog mostly dedicated to bike commuting and utility cycling in general…

http://sempredebicicleta.co.cc/

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Anything else that you want to share with us?

Sure! I am a big fan of your blog, and I must confess that it was a main inspiration for starting my own. I love your “Commuter Profiles” series, the product reviews, and so on. I wish we had a blog like yours here in Portugal! :-)

We’d like to thank Victor for sharing his words and photos with us, and we’d like to remind the rest of you that if you want YOUR turn in the limelight, drop us a line at info[at]bikecommuters[dot]com or ghostrider[at]bikecommuters[dot]com. We’ll provide you with our questionnaire and simple instructions for submitting a profile for publication. We’re running low on profiles to post, so don’t be shy — get your face and your words out into the world!

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é uma bicla! tem motor!!! é um ciclomotor

esta manhã, no Carvalhido

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tão simples como isto, so love life and bike…

Aproveito para deixar  aqui o excelente plano traçado pelo César: Que soluções para combater a crise com maior e melhor mobilidade.

Boas pedaladas

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efeito “dooring”

nem sempre a “door zone” ficá à esquerda dos automóveis

É costume dizer-se que “quem anda à chuva molha-se”. Nas ruas, estradas, ciclovias, até no mar flat da costa mediterrânica, todos nós ciclistas corremos riscos, todos estamos expostos às circunstâncias e sobretudo podemos ser eventuais vítimas da imprudência dos outros. Nestas duas semanas e tal de ano novo a pedalar já é a segunda vez que me atiram ao chão, literalmente. Este 2012 não me tem corrido nada bem! Se no dia de ano novo fui vitima da imprudência de um jovem ciclista que repentinamente surgiu a pedalar contra mim na ciclovia da Foz, desta feita uma jovem passageira abriu, naturalmente mas inadevertidamente,  a porta da furgoneta no preciso momento que eu passava ao lado dela. Resultado, mais um estatelanço ao comprido e umas nódoas negras para a colecção.

Se um dos maiores perigos para os ciclistas é colidir contra uma porta de um automóvel estacionado que se abre mesmo à sua frente, normalmente a porta do lado do condutor, esta manhã percebi que o perigo pode também surgir do outro lado, do lado do passageiro, e quando menos se espera, ou seja, quando passamos junto a uma fila de carros parados mas prontos para arrancar ao semáforo verde.

Tudo bem, felizmente a colisão com aquela imensa porta foi mais de raspão. Senti o impacto do asfalto, imediatamente pus-me de pé, sacudi o esqueleto para verificar se ainda tinha os ossos todos no sítio, chequei as articulações, as minhas e as da bicla, se funcionavam, e só então prossegui viagem. Vendo bem até que estou em maré de sorte!

De acordo com John Forester, o “Dooring” é responsável por cerca de oito por cento de acidentes com ciclistas. A maioria destes acidentes ocorrem quando os motoristas, os passageiros no caso de ruas de sentido único, não adoptarem medidas de prevenção, perdendo alguns segundos para olhar antes de abrir a porta e se certificar de que não há algum veículo a aproximar-se – incluindo bicicletas. Todo o cuidado é pouco, devemos estar bem atentos às portas dos veículos estacionados mas de todos, mesmo os que tenham o motor a trabalhar.

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passe a publicidade [13] Dahon folding

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“mais vale tarde do que nunca…”

Incrível, que com a simples busca ao tio Google com a popular expressão “mais vale tarde do que nunca…” fez com que imediatamente esta maquineta infernal me surpreendesse e me desse a conhecer um fantástico roteiro familiar, Redescobrir a Costa Portuguesa do Porto a Lagos, de bicicleta, com o magnífico relato fotográfico de Augusto Lemos e das suas épicas pedaladas!

“Ainda não são muitos os que se aventuram a ir por aí fora a pedalar. Muitos pensam que para viajar de bicicleta é preciso uma grande preparação física. É mais uma questão mental. A 15 kms à hora pode-se ir bem longe …

Até dá vontade de sair agora mesmo e pedalar… Redescobrir o bom da vida, do Porto a Matosinhos, de bicicleta!

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testemunho avulso [1] nunca é tarde para voltar

“O quê! Tu, a pedalar!?” O olhar incrédulo dos amigos denunciava-o. Andar de bicicleta parecia não ter nada a ver com ele. Nunca foi desportista e não gosta muito de sol nem chuva na cabeça. Sempre foi uma pessoa noctívaga e sedentária. Como era possível acordar cedo, montar numa bicicleta e ir ao café, 6 quilómetros de distância, ter com os amigos de sempre. Realmente, até para ele parecia uma piada. Mas a idade não perdoa e o desafio encantou-o. “Por que não tentar?” Foi assim que, após muito encorajamento familiar e conversas sérias com o seu médico assistente, Mário se juntou aos heróis que todo dia usam a bicicleta para chegar a algum lado. Número que felizmente não para de crescer, confidenciou.

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bicicletário doméstico

Existem algumas soluções encantadoras para o armazenamento das bicicletas dobráveis, como a caixa de bicicleta, sem ter de pregar ganchos na parede, nem deixar as biclas encostadas à parede do corredor lá de casa. De outra forma ainda não vi muitas soluções para arrumar vulgares bicicletas.


Os meus “arrumos”, a arrecadação que tenho no prédio onde resido, tem espaço suficiente para arrumar algumas tralhas e para guardar as minhas bicicletas. Pelo menos por enquanto, até eu não aumentar o stock! Já o meu filho prefere manter a sua bicicleta no seu quarto, embora depois não fique com muito espaço de sobra. Apesar de já ter visto algumas engenhosas ideias, unidades domésticas de armazenamento de bicicletas, o “Bookbike” da BYografia é muito interessante. O designer italiano Ugo Fava idealizou uma mobília (205/85/40cm) que cria uma simbiose entre elementos úteis ou decorativos exibidos nas prateleiras e a bicicleta, com um gancho ajustável em altura, tem espaço suficiente para pendurar a bicicleta, pousar o capacete, deixar as luvas, ter a revista B e alguns livros que nos levam a conhecer magníficos lugares. Parece perfeita para um pequeno apartamento.

Beautifying that of which can´t be hidden, we are in he presence of a container able to place order and aign with the typical values of the home, a contentious and constantly exiled object, but very much lived and valued in the both economic and social terms: the bicycle.

Bookbike, in BYografia.com

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a abominável bicla das neves

vista na pedalmafia

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para eles uma aventura no mundo das bicicletas clássicas, para nós uma loja que fazia cá falta

Sérgio Moura (à esquerda) e Miguel Barbot. Foto: Pedro Rios

Para Miguel Barbot e Sérgio Moura, o activismo da bicicleta surgiu pouco depois de começarem a utilizá-la como principal meio de transporte. Entusiasmados, lançaram blogues e defenderam a causa das bicicletas. O que não sabiam é que acabariam por lançar um negócio dedicado a elas.

Numa das lojas exteriores do mercado municipal de Matosinhos, uns escassos metros quadrados estão repletos de bicicletas clássicas, a maior parte delas difíceis de ver por cá (encomendá-las do estrangeiro era a única hipótese).

É a Velo Culture, a loja que Miguel, Sérgio e um terceiro sócio, Hugo Cardoso, abriram este mês. Com honras “de estado”, digamos assim: até o presidente da câmara matosinhense apareceu na inauguração.

Na Velo Culture, encontramos as bicicletas dinamarquesas Velorbis, com componentes, acabamentos e aspecto de luxo (uma “bicicleta para a vida”, diz Miguel); uma bicicleta para ir às compras no bairro, típica de Londres; “biclas” fixed gear (sem mudanças e, muitas vezes, sem travões de mão); as bem portuguesas Órbita; e as chinesas da Flying Pigeon, “o meio de transporte mais vendido do mundo” e um produto made in China ”com orgulho”.

Os preços vão desde os 200 euros das Órbita aos 1200 de uma Velorbis topo de gama. O que, vinca Miguel, não é muito dinheiro: garante que poupa 300 euros por mês desde que praticamente encostou o carro e vai para quase todo o lado de bicicleta.

A revolução das 2 rodas

“O que deu origem à empresa foi o nosso activismo”, conta Miguel, consultor transformado em microempresário, que pedala fervorosamente desde 2009.

O “activismo” fez-se sobretudo através dos blogues (Miguel abriu o Um Pé no Porto e Outro no Pedal, Sérgio criou o De Bicicleta no Porto), mas também de eventos como a Cicloficina.

Acreditam que a “cycle revolution“, que já se impôs em muitos países europeus, está mesmo a chegar ao Porto e que o maior número de ciclistas urbanos não é uma moda passageira. Até porque, garante Miguel, “o Porto tem potencial para ser uma das cidades mais cicláveis da Europa”.

Desde que começou a ir para todo o lado de bicicleta, a vida de Miguel “mudou radicalmente”. E “para melhor, sem dúvida alguma”: “é um transporte mais inclusivo e social, em que podemos viver a cidade a uma escala mais humana”. “Conheço os merceeiros todos do meu bairro”, vinca.

Sérgio, o arquitecto para quem a bicicleta se tornou “um vício”, reforça: “O carro é uma preocupação”.

Os 3 portuenses decidiram montar a loja no mercado de Matosinhos porque apreciam a “geografia social”, conta Miguel, adepto do comércio tradicional e da produção manual (em breve, haverá cestos para bicicleta da Velo Culture produzidos por artesãos). E encantaram-se pelo espaço que ocupam, onde antes funcionava uma loja de sementes — as gavetas onde eram guardadas e a balança que as pesava ainda lá estão.

Na Praça do Porto 24

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