testemunho avulso [1] nunca é tarde para voltar

“O quê! Tu, a pedalar!?” O olhar incrédulo dos amigos denunciava-o. Andar de bicicleta parecia não ter nada a ver com ele. Nunca foi desportista e não gosta muito de sol nem chuva na cabeça. Sempre foi uma pessoa noctívaga e sedentária. Como era possível acordar cedo, montar numa bicicleta e ir ao café, 6 quilómetros de distância, ter com os amigos de sempre. Realmente, até para ele parecia uma piada. Mas a idade não perdoa e o desafio encantou-o. “Por que não tentar?” Foi assim que, após muito encorajamento familiar e conversas sérias com o seu médico assistente, Mário se juntou aos heróis que todo dia usam a bicicleta para chegar a algum lado. Número que felizmente não para de crescer, confidenciou.

Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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