faça você mesmo – wall bike hanger

Nada que já não me tenha passado pela cabeça. Só precisava mesmo era convencer alguém para que me deixasse retirar os cortinados!

Vê como se faz aqui.

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o mercado de bicicletas aquece

Se num passado recente o mercado das biclas estava voltado principalmente para a bicicleta desportiva ou de lazer, a situação tem vindo a mudar. Aquilo a que chamam “a moda das bicicletas” retorna bem mais no tempo, a um tempo em que as pessoas, os nossos avós optavam pelo transporte de duas rodas a pedais por ser um meio mais barato de locomoção. O uso das bicicletas como opção para o trânsito estático das grandes cidades tem aumentado rapidamente. A pedalada dá prazer físico, ajuda a preservar o meio ambiente e também confere agilidade.

Sérgio, Miguel e Hugo apropriaram-se de uma loja no Mercado Municipal, um dos principais centros de comércio tradicional de Matosinhos, e abriram uma loja de bicicletas, a Velo Culture Porto que certamente estarão vocês já pelos cabelos de tanto ver, ler e ouvir falar. Na sua prática diária de utilizadores regulares da bicicleta como meio de locomoção, estes três marmanjos perceberam as necessidades dos ciclistas urbanos e de uma lacuna no mercado, tanto na oferta de bicicletas como na montra de acessórios. Percebendo esse nicho do mercado, de novas tendências no negócio das biclas, eles proporcionaram aquilo que nós precisamos. Pra além de ser um local porreiro, de haver lá um mercado e uma ponte que abre e fecha de vez em quando, a ponte que esta loja faz é a de ligar a nossa procura à vasta oferta de mercado “biciculturista” dos países do norte da Europa.

Este é um bom momento para se dar uma volta, alterar o modo de vida e investir numa alternativa válida e saudável. Deixar o carro na garagem e empreender um meio eficaz e divertido de circulação na cidade. Aliar as caminhadas com a bicicleta e os transportes públicos. Como sabemos, em trajectos curtos de meio urbano geralmente a bicicleta ganha ao carro. O ciclista sempre chega antes e com um rasgado sorriso nos lábios. Desde que a Velo Culture abriu portas, há seis meses, o negócio tem-se consolidado, dando resposta às necessidades dos seus clientes num momento em que a conjuntura económica tem sido desfavorável. E a prova disso está no incremento que os duendes estão a ultimar na capital, mais propriamente com a prevista abertura da megastore veloculturista em Lisboa, lá prós lados dos Anjos. Eu não irei lá beber uma sovina com as dinamarquesas do departamento, mas daqui faço figas, e votos vá lá, pra que a Velo alfacinha seja outro sucesso.

O público que compra bicicletas mudou. As pessoas já não têm dificuldade em encontrar o tipo de bicicleta e acessório que desejam, a escolha acertada e que satisfaça as suas necessidades, ao seu estilo de vida. É a bicicleta que está na moda ou será a moda que tende para as bicicletas. You tell me!

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passe a publicidade [27] the bike collection

Não entendo puto que o gajo diz mas que as biclas e os acessórios são do melhor…

elas são Cooper, Schindelhauer, Bella Ciao…

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instantáneas

by Lucas Otero

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olhe, desculpe, será que poderia passar?

Andar de bicicleta não é para mim apenas um passatempo, uma mania ou uma necessidade. É uma característica própria do estilo de vida que levo. No meu caso, com a excepção de 20 anos em que vivi por uma ou outra razão agarrado a um volante, na infância e mais tarde já nos quarentas, a bicicleta foi sempre parte integrante da minha vida. Serve quase sempre como a forma de transporte ideal, porque é mais rápida, mais conveniente, mais divertida.

Além dos ciclistas existem os não-ciclistas. Pessoas que não sentam o rabo no selim de uma bicicleta por variadíssimas razões, incluindo a desculpa do medo de cair e magoar, do ridículo(!) ou o medo da não-conformidade! Cá para mim simplesmente nunca aprenderam a pedalar, mas enfim… São pessoas que vêem o ciclismo como algo infantil ou desportivo e evitam estar de alguma forma associadas à actividade mas que teimam no entanto em interferir na nossa. Tais indivíduos são muitas vezes influenciados por preconceitos e receios infundados. Não se contentam com a própria vida como metem o bedelho na dos outros, como se deve ser e escolher como viver. Pensamento independente é contrário à sua própria maneira de ser, porque acham que fazem parte de uma maioria.

Esses velhos do Restelo nunca vão entender porque alguém ousa optar por se envolver numa actividade que exige esforço físico e não é por eles considerado chique. O mundo moderno é baseado na premissa de que a conveniência é fundamental, a fim de viver a boa vida. Para o efeito, temos carros, ar condicionado, telemóveis, acesso à Internet, GPS, plasmas, gameboxes, micro-ondas… Porque iriam então entender alguém que opta por fazer algo tão cansativo como andar de bicicleta? É contra a sua cultura.

E esta prosa toda porque levei uma boca, não reproduzível, ao ousar interromper a reunião de grupo de vários não ciclistas em plena ciclovia!

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“sol bem alto, barriga bem cheia”

Já tinha ouvido falar em fornos solares e em experiências gastronómicas, mas ontem ao ler que o Porto tem restaurante móvel onde se cozinha a sol fiquei curioso e no regresso a casa dei lá um saltinho, mas só pra cheirar!

“O “Sol em Sol” é um restaurante de gastronomia solar, ao ar livre, nómada e temporário, onde comer é também pensar um pouco sobre o planeta em que vivemos. Pensar sobre os pequenos impactos ambientais que este maravilhoso prazer pode ter e sobre os caminhos que temos de percorrer para poder apaziguá-los.

Através da gastronomia e do design, e da junção de um grupo de pessoas e dos seus conhecimentos, proporcionamos a descoberta dum conceito gastronómico sustentável, apresentando uma nova forma de encarar uma gastronomia de qualidade e a sua conexão com a natureza, levando assim os nossos clientes a participar numa experiência inovadora no mundo da restauração.

A gastronomia solar baseia-se no conceito da cozinha solar, isto é, uma cozinha que funciona apenas através do calor da luz do sol. Este facto é possível através dos nossos fogões solares de tipo parabólica, feitos de alumínio, que através do reflexo da luz do sol, permitem cozinhar como um fogão normal. Trata-se, com efeito, de uma tecnologia que permite uma cozinha ambientalmente responsável em qualquer local onde haja sol.

O “Sol em Sol” traduz-se numa experiência diferente do habitual. A cozinha solar, dando uma textura especial aos pratos realizados pelo chef Zé Pedro Moreno e a sua equipa, proporciona às pessoas uma cozinha diferente e, ao mesmo tempo, podem observar um show-cooking ao ar livre. 
O “Sol em Sol” tem carácter incerto e imprevisível. Por um lado, dependendo da intensidade da expressão do sol na atmosfera, obriga o chef a improvisar constantemente as suas receitas. Por outro, em dias em que o sol não coopere, estamos todos obrigados a adaptar-nos a tal situação e a adiar a experiência para o dia seguinte. O Sol é que decide!

Devido à sua estratégia de mobilidade, o restaurante funciona como um “evento”, ao mesmo tempo que vai mudando de local onde permanecerá durante curtas temporadas. Por outro lado, devido à sua dependência da meteorologia, o Sol em Sol só pode funcionar em Portugal durante o período de maio a setembro.

As localizações do restaurante baseiam-se em cidades ou locais invulgares. Nas cidades privilegiaremos os locais “míticos” que se destacam pela sua beleza de enquadramento ou da paisagem ou por serem património histórico ou cultural. Quanto aos locais invulgares, são sítios em que nenhum outro restaurante poderia estar instalado, quer por razões legais, quer em virtude de fatores geo-morfológicos, por exemplo, lugares que se situam nas praias, serras, montanhas ou castelos.

O “Sol em Sol” iniciou a sua atividade na cidade do Porto, no dia 05 de Maio de 2012, e estará no Parque da Cidade até 1 de Junho.”

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fotocycle [20] romantic bike ride around the Big Apple

gamada daqui

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há biclas e “Biclas”

Em Copenhague, cidade pobre, as pessoas andam de bicicleta nas ruas. Têm pistas próprias mas não precisam de percursos alternativos, nem gradeamentos para os separar dos automóveis, porque cada um sabe cumprir o seu papel…

Em Lisboa, cidade rica, não faltam ciclovias, protegidas por gradeamentos ou blocos de cimento, para que os automóveis não invadam o espaço destinado às bicicletas. Só é pena estarem  neste estado…

… ou às moscas!

Trazido do Crónicas do Rochedo

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critical mass London, May 2012

Durante a última Massa Crítica a polícia londrina montada a cavalo partiu para a agressão e desencadeou uma desnecessária escalada de violência.

Não sei bem o que originou essa tensão. Li entretanto várias opiniões mas que parecem divergir. Na massa crítica há participantes. Cada indivíduo integra-a com a sua própria ideia. Não é só para bicicletas, às vezes há skates, patins, cadeiras de rodas e outros meios de locomoção humana. Tratam-se de pessoas e é o número que faz do movimento a sua força. Não há organizadores, não há roteiros planeados. Há alegria, celebração, liberdade. Em mais de 300 cidades ao redor do mundo acontece quando dezenas, centenas ou milhares de ciclistas se reúnem para ocupar seu espaço nas ruas e criar um contraponto aos meios mais estabelecidos de transporte urbano. Nós somos trânsito.

 

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ciclofilia [42] King Of The Cage 2012


Auckland bike polo 2012 annual tournament.

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