ciclofilia [96] BRASIL 9.000 km de bicicleta

Viajar de bicicleta é avançar ao sabor dos encontros, dos encantamentos e dos desafios. É a liberdade de lançar ao mundo um outro olhar, de vivê-lo num ritmo diferente: o de nossas pedaladas. Nesta aventura ensolarada de um ano, eu e minha companheira Vanessa Richard descobrimos, ao longo de 9.000 km de estradas (de asfalto, terra ou pedra) e de praias:

_ a imensidão do Brasil sobre duas rodas;
_ uma história fascinante e comovedora;
_ a riqueza cultural das tradições brasileiras;
_ uma natureza exuberante mas também frágil.

Nosso primeiro documentário presta homenagem a esse país e a seu povo que nos acolheu com carinho dia após dia. Ao longo dele, apresentamos também entrevistas com pessoas inspiradoras que, à sua maneira, celebram as belezas e a diversidade do quinto maior país do mundo. Filtro solar – e pé na estrada!

terratributa.org/
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sexta de bicicleta

de bicicleta para o trabalho

De bicicleta para o trabalho… ou para a Universidade

… A iniciativa “De bicicleta para o trabalho” dirige-se às empresas/instituições sediadas ou com instalações no Concelho de Lisboa que incentivem os seus trabalhadores a deslocarem-se no dia 20 de setembro (sexta feira) de bicicleta para o seu local de trabalho. Com esta iniciativa pretende-se sensibilizar as empresas e os seus colaboradores para a necessidade de reduzir os impactos ambientais da mobilidade urbana, promovendo os meios suaves de mobilidade…. (continuar a ler)

Código da Estrada Português entra finalmente no Século XXI

“24 de Julho de 2013 foi um dia histórico na actualização do sistema jurídico rodoviário em Portugal. Durante muitos anos, vigorou no nosso país um arcaico Código da Estrada (CE) que não protegia nem dignificava peões e utilizadores de bicicleta. Estes são, precisamente, os modos de transporte com maiores benefícios para a saúde pública, para a sustentabilidade ambiental e urbana, e para a economia nacional – atendendo, em particular, à forte dependência energética do país em relação aos combustíveis fósseis…” fonte MUBI. (continuar a ler)

Sexta de Bicicleta

“No quadro da campanha Do The Right Mix, a Comissão Europeia concedeu apoio financeiro a dezoito iniciativas de mobilidade sustentável, entre as quais se encontra a portuguesa Sexta de bicicleta. Trata-se de uma iniciativa da MUBI, cujo plano é, em cada sexta-feira de 2013, levar-se a bicicleta para as ruas…” (continuar a ler)

 

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monte de ferrugem

Nem sempre posso prever o que vai me inspirar a escrita, um texto, uma situação que mereça ser contada e publicada. Alguma coisa que me lembre uma passagem, talvez da infância, talvez de um outro momento qualquer. Basta um objecto, uma cena testemunhada, especialmente nesse momento que tenho a companhia oportuna da minha bicicleta. Imagino que já deram conta disso! Entre cenas do quotidiano que me chamam a atenção, um pouco ao acaso, naquele momento em que ia ao Monte da Luz e a pé subia a Rua do Farol, detenho-me por alguns instantes a olhar para uma velha bicicleta coberta de ferrugem. Abandonada ou simplesmente estacionada, aquela antiga bicicleta carcomida pelo tempo provoca-me um certo fascínio. Não está presa a nada, apenas deixada ali, no passeio, encostada à parede sombria. Não tive como não deixar de associar aquela velha pasteleira à vasta serventia que com o seu dono, ou donos, se viu envolvida. Parecia ter sido agora deixada ali, naquele lugar, como um objecto decorativo, uma função diferente tornando-a visível, retirando-a do esquecimento. Quem sabe, se à espera de uma nova vida! Quem sabe… O registo fotográfico tem, então, a função inspiradora, a imagem como elo de ligação ao contexto, a motivação para este texto. Aponto-lhe a micro-objectiva do telemóvel, periclitante, como se estivesse a invadir a sua privacidade. Não havia ainda recebido o aviso sonoro da focagem quando sinto perto de mim uma presença humana, que me observa. Na porta da loja, mesmo ao lado, está um velhote, curioso naquilo que estou a fazer. Talvez fosse o dono daquele monte de ferrugem, não sei, e senti-me na obrigação de pedir permissão para tirar o retrato. “Ahh… esteja à vontade!” Então, com licença…

carcomida pela ferrugem

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from Weinland Park Kids: Bike Safe, Bike Smart!

“Children from the Weinland Park community of Columbus, Ohio present a virtual workshop on some universal rules for safety while riding a bicycle. Wearing a helmet and displaying a light at night are the two most important rules, the children explain. They are in the neighborhood park of Weinland Park, while grownups, riding around town, demonstrate biking rules while commuting to and from work. This project – which includes a giveaway of standard equipment bicycle lights…”

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alterações ao Código da Estrada

Ontem foi um dia excepcional para o nosso país, não pelo “ressuscitamento” de um governo defunto e pútrido, mas por finalmente na Assembleia da República ter sido aprovada, na generalidade e na especialidade, as alterações propostas ao Código da Estrada. Hip, hip, hurra… Devagar, devagarinho, parece que a coisa vai indo. A “coisa” a que me refiro é a efectiva resposta às reivindicações de cidadãos e associações para uma legislação mais atenta aos modos suaves de mobilidade, mais protectora dos utilizadores vulneráveis das estradas nacionais. A lei entra em vigor 120 dias depois de publicada, lá para Novembro e será regulamentada 90 dias depois de entrar em vigor.

O meu amigo Ricardo Cruz já fez a papinha toda, sendo assim aproveito o ensejo para partilhar o resumo pormenorizado que fez, dando destaque aos artigos que para nós são os mais sensíveis e importantes. Aqui as Alterações ao Código de Estrada.

n.d.r: e foi durante o meu período estival que fiquei sabedor da publicação da Lei, sob a forma de Lei 72/2013, entrando em vigor daqui a 120 dias, portanto só no inicio de 2014.

Destacam-se as novidades:

  •  veículo motorizado: distância de 1,5 metros da bicicleta.
  •  cedência de passagem a velocípedes que atravessem as faixas, nas passagens assinaladas.
  •  veículo motorizado: na ultrapassagem a velocípede, distância de 1,5 m e abrandamento da velocidade.
  •  fim da obrigatoriedade de velocípede circular em ciclovia (deve fazê-lo apenas preferencialmente).
  •  os velocípedes já não têm que ceder passagem aos veículos a motor que se apresentem pela direita
  •  introdução do conceito de zona de coexistência.
  •  fim da obrigatoriedade de o velocípede circular o mais próximo possível das bermas ou passeios. O velocípede deve circular pelo lado direito da via.
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fotocycle [90] olá…

Assim era a nossa avenida, os Aliados em mil novecentos e carqueja…

em mil novecentos e carquejaInteressante esta ideia da Olá ilustrar o Porto antigo nos topos dos seus quiosques… “é um Perna de pau, faxabôre!”

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ode às manhãs de domingo

Castelo de Guimarães

Assim é, certamente, o meu perfeito começo de dia. Quer dizer, em parte  sinto essa alegria também nas primeiras horas dos dias úteis, mas num domingo preguiçoso tem um sabor diferente. Sem um caminho obrigatório ou horas a cumprir, apenas um cardápio de lugares tão bonitos à escolha onde podemos ir e voltar. Às sete e pouco é uma hora excelente para começar a pedalar. Tem-se uma sensação de exclusividade das primeiras horas da manhã. Acontece que na garupa da bicicleta, aquele amanhecer enevoado é contagiante, o ar puro, a fresca da morrinha e todos os possíveis estímulos abrem demais o apetite de dar ao pedal. Talvez por isso, não foi em ritmo de passeio que nem um par de horas depois, já estávamos em Guimarães.

Depois da reposição de calorias, de desorientação pelo trecho urbano do centro histórico, o limite seria chegar ao topo do Monte da Penha, lugar que me era desconhecido. Lá em cima a vista é bonita demais, dizem, onde se contempla a cidade berço e a verdejante paisagem minhota. A escalada é difícil, mas como um alpinista que chega ao pico e fica fascinado pela paisagem,  desoladamente, lá em cima, apenas tentei imaginar o vislumbre da cidade e de quantos lugares incríveis estaria o nevoeiro a esconder. Para partilhar o momento, as bicicletas ficaram encostadas à grade, em pose para a fotografia, enquadras naquele enorme quadrado cinzento, enquanto os ciclistas arrefeciam a carcaça. Estávamos ainda a meio da manhã, com metade da pedalada, assarapantados no regresso por alguns condutores de domingo.

miradouro da Penha

caprichadas, da esqª para a dtª, as meninas do Tiago Silva, do Ricardo Cruz, a minha e a do Rui Morais

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can’t miss [51] acabra.net

Um homem atravessa Portugal na sua querida bicicleta… e assobia!
António Loureiro é alentejano mas percorre o país de norte a sul

António Loureiro é alentejano
mas percorre o país de norte a sul

“[…] António Loureiro, o amolador de tesouras, traz a chuva. Assim que as pesadas nuvens cinzentas tapam o sol e as pequenas gotas se precipitam sob o solo, é certo vê-lo atravessar ruas e ruelas na sua bicicleta. O som do seu assobio, tão característico, estende-se como o vento sobre a cidade chamando os clientes para amolar tesouras e alicates ou afiar facas e outros objectos de corte, bem como arranjar varetas de guarda chuvas ou até panelas.” […

Por Rafaela Carvalho

(continua a ler aqui)

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ciclofilia [95] The Riverside Adventure

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moving star

Pascal Guyot/AFP

Rui Costa triunfa na verdadeira etapa rainha e faz a dobradinha no Tour. Nesta etapa o português entrou logo de saída num grande grupo, ultrapassou as cinco montanhas e a chuva que encontrou pela frente, para nesta edição do Centenário mais uma vez chegar isolado à meta. Se vencer uma etapa no Tour já é um feito, vencer duas das mais difíceis ainda mais. Com este êxito, Rui Costa igualou Joaquim Agostinho que bisou numa mesma edição do Tour, e também Acácio da Silva no total de três êxitos. Portugal tem novamente um dos melhores ciclistas do mundo e o ciclismo mundial volta a ter um dos melhores desportistas lusos da actualidade.

Portugal tem um dos melhores ciclistas do mundo e o ciclismo tem um dos melhores desportistas lusos da atualidade! – See more at: http://carrovassoura.blogspot.pt/2013/06/brilhante-rui-costa.html#sthash.QLMKQqeJ.dpuf
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