passe a publicidade [54] Lucetta

Lucetta’ é uma série de pequenas luzes magnéticas para a bicicleta. A ideia foi desenvolvida para a Palomar pelo designer Emanuele Pizzolorusso. Facilmente acopláveis em várias partes da bicicleta, as duas pequenas luminárias LED podem ser ligadas em conjunto luz branca para a frente e vermelha para a parte traseira. Com apenas um clique, permanecem firmemente no lugar mesmo com saltos e vibrações das irregularidades na estrada. Uma vez chegado ao destino, o acessório portátil é retirado e guardado no bolso até à próxima viagem.

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quarenta e oito dezassete

A partir de um projeto realizado para o MUDE – Museu de Design e da Moda | Lisboa (mude.pt/), uma bicicleta única para o espaço Made In Portugal, Noca Ramos conta-nos uma história envolvente.
Um sonho retratado numa volta solitária de bicicleta durante a qual vão sendo apresentados outros corações que sonham e que se juntam para contar a mesma história.

Produção: Noca Ramos (facebook.com/noca.ramos)
Argumento: Liliana Ramos
Fotografia: Deyvis Malta (deyvismalta.com/)
Realização: Vasco Vieira (vimeo.com/vascovieira) e Miguel Lima (pt.linkedin.com/in/miguellima)
Banda Sonora : Pedro Lourenço
Locução: Luís Miguel Loureiro

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cartaz cultural com um “can’t miss” à mistura

Apresentação do livro  ‘A Gloriosa Bicicleta – Compêndio de Costumes, Emoções e Desvarios em Duas Rodas’

Em Lisboa no dia 14 de Novembro, às 18h30, na livraria Ler Devagar na Lx Factory;

No Porto no dia 20 de Novembro, às 18h30, na livraria Leya na Latina.

A Gloriosa Bicicleta

Relação entre automobilista e ciclista? “É a mesma de um serial-killer com a sua vítima”

Laura Alves

Laura Alves, co-autora com Pedro Carvalho de “Gloriosa Bicicleta”, fala dos vários tipos de ciclistas.  (ver aqui a entrevista)

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passe a publicidade [53] Villy Custom Bikes Lifestyle Video

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da Deco Proteste: Ciclistas com mais direitos no código da estrada

Faltam dois mesinhos para que os ciclistas tenham plenos direitos nas estradas nacionais. A Deco Proteste publica hoje um resumo da nova versão do Código de Estrada, ilustrada com uma infografia bem interessante onde junta as principais alterações às regras para bem circular:

Na faixa do autocarro, os ciclistas podem circular se a regulamentação municipal assim o permitir.

Na faixa do autocarro, os ciclistas podem circular se a regulamentação municipal assim o permitir.

fonte: Deco Proteste 

“Em vigor a partir de 1 de janeiro de 2014, o novo código da estrada redobra a atenção dada aos ciclistas. Nos velocípedes com motor (bicicletas elétricas), obriga ao uso do capacete homologado, apertado e ajustado. Apesar de não ser obrigatório, é recomendável usar o capacete, por uma questão de segurança. Segundo as novas regras, os velocípedes têm prioridade quando se apresentam pela direita. O código anterior obrigava os ciclistas a ceder passagem a veículos a motor.

Os automobilistas devem manter uma distância lateral, no mínimo, de 1,5 metros dos velocípedes. Na rotunda, os ciclistas podem ocupar a via de trânsito mais à direita, mas devem permitir a saída dos condutores que circulam no interior da rotunda. Também é possível fazê-lo nas faixas reservadas aos transportes coletivos, consoante a regulamentação municipal.

Esta medida, porém, deveria ser homogeneizada. A não autorização de velocípedes nestas vias coloca em risco a segurança dos ciclistas, sobretudo quando circulam entre um automóvel e um autocarro. É permitdo aos velocípedes circularem a dois numa via ao lado de uma ciclovia, desde que o façam com boa visibilidade e não causem perigo nem embaraço ao trânsito. Exceções: vias com visibilidade reduzida ou em engarrafamentos. Caso exista uma pista especial, os velocípedes devem circular de preferência por esta via. Ao fazê-lo numa via pública, devem respeitar as regras. Desde que não ponham em perigo ou perturbem os peões, os menores até 10 anos estão autorizados a andar de bicicleta nos passeios.

Os velocípedes podem ser equipados com uma cadeira homologada para o transporte de crianças até aos 7 anos de idade. Os reboques para transportar crianças devem também ser homologados. A sua circulação passa a ser autorizada e não só em ciclovias.

Sensibilidade e bom senso devem imperar. Nos automobilistas, protegendo os utilizadores mais vulneráveis, nos ciclistas, optando por manobras seguras, e nos peões, respeitando as vias para circular. “

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fotocycle [102] chuvinha molha tolos

+chuvinha molha tolos

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textos de Marcos Paulo Schlickmann [1] O que é a Cidade?

É com este excelente texto do Marcos que se dá ínicio aqui no estaminé a uma parceria público-privada (!)… ah não 😀 esta parceria é mais, diria eu então, das “público-pedaladas”, de modo a disponibilizar à comunidade velocipédica, e não só, que cá vem parar, os textos da autoria do meu amigo Marcos Paulo Schlickmann nos quais se pretende desenvolver uma série de interessantes temas relacionados com mobilidade, transportes, interação cidade/transportes, poluição e consumo, transportes e política…
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fotocycle [101] twilight

twilight… ontem, no Cais do Ouro.

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weed, logo pela manhã!

rastafari man

Sabemos como os estereótipos podem ser exagerados, é um elemento chave do preconceito, e daí até generalizar a coisa é um instantinho, já aqui o havia dito. Como qualquer pessoa que anda na rua pode atestar, os ciclistas não são diferentes dos peões ou dos automobilistas. Bem ou mal, o comportamento por nós adoptado é parte da mesma cultura cívica e urbana, a mesma que observamos por todo o lado.

Pois esta manhã, ali o rastafari man da foto fez de tudo para lhes dar razão. Vi-o passar “à lagardere” o vermelho do cruzamento da Constituição e depois seguir pelo passeio da Oliveira Monteiro. Mais à frente, na descida para o Carolina, ultrapassei-o e segui o meu caminho pela rua Augusto Luso. Já no cruzamento com a Aníbal Cunha, junto à Igreja de Cedofeita, passa à minha frente vindo da esquerda, ou seja, o tipo desceu a parte final da Oliveira Monteiro, parte que é de sentido proibido, cruzou a Rua da Boavista e entrou na Aníbal Cunha, sempre em sentido contrário! Fez mais de 300m em contra-a-mão! No cruzamento da Torrinha passo por ele e tiro-lhe o boneco. Subo para a Maternidade, continuo pela rua Adolfo Casais Monteiro e entro na D. Manuel II virando à esquerda, sempre no sentido rodoviário. E é junto ao túnel que dou com o tipo na minha direcção! Quer dizer, para estar ali o gajo fez toda a rua do Rosário em contra-a-mão! Como, não sei, mas imagino o quanto poderá ter enfurecido meio mundo com esse tipo de comportamento!

Para que não sejamos rotulados genericamente como incumpridores, que só sabem reclamar e exigir, o melhor é mesmo respeitar as regras do código de estrada, cumprir o código para receber em troca alguma dose de compreensão de quem connosco partilha a via, evitando constrangimentos e prejuízos, principalmente para nós.

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can’t miss [65] biclanoporto.org

Um interessante e ilustrativo artigo do Tiago Silva sobre um assunto pertinente à segurança do ciclista:

Posicionamento na via

Bicla no Porto

“Uma posição secundária na via, isto é, muito junto à berma ou passeio ou mesmo na berma ou passeio pode parecer o mais seguro mas ao optar por circular dessa forma para evitar automóveis estamos a correr ainda mais riscos.

Há três coisas que são fundamentais na estrada, qualquer que seja o modo de locomoção: ver, ser visto e ser previsível. Se andarmos demasiado encostados à direita coloca-se tudo isto em causa e passo a explicar porquê.

Ver: passamos a concentrarmo-nos em coisas que no meio da via não existem: sarjetas, lixo, tamanho da berma etc. É fácil de perceber que se passamos a estar concentrados nestas coisas, passamos a descurar outras.

Ser visto: Estando demasiadamente à direita, estamos à margem do tráfego, pondo em causa a nossa visibilidade perante os outros. Se encontrarmos cruzamentos pelo caminho ainda pior e a probabilidade de acidentes do tipo atravessamento à esquerda (left-crossover)  ou gancho à direita (right hook) aumenta exponencialmente.

Ser previsível: na berma é difícil manter uma trajetória. Há obstáculos, lixo, por vezes automóveis estacionados, que é preciso evitar e contornar. Ao andar a ziguezaguear, somos tudo menos previsíveis.

Temos de pensar como o condutor do automóvel nos vê, através do seu parabrisas: para o condutor, se estamos numa posição secundária não somos uma prioridade, não é lá que ele quer estar, não é por lá que ele tem de ir, não está à sua frente e não é um objetivo.”…

(ler o artigo completo aqui,  de relevante informação para o ciclista e para o automobilista)

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