vai uma volta de bicicleta?

O convite é da TSF, que ainda nos atiça a vontade de sair a pedalar partilhando uma seleção de fotografias da Reuters com bicicletas um pouco por todo o mundo, até mesmo quando o frio extremo as congela…

Fotogaleria em: http://www.tsf.pt/multimedia/galeria/Default.aspx?content_id=3523186

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fotocycle [103] verão de S. Martinho

S. Martinho

quentinhas e boas no bucho

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can’t miss [66] margarida.net

Nova rotina diária em bicicleta, queda, horseball e prova de vinhos!

margarida.net

“Uma das coisas que melhor me faz à saúde são… as greves do metro!

Há um ou dois anos as greves do metro permitiram-me mudar a rotina e em vez de apanhar o metro após chegar do comboio a Lisboa, fazer o percurso a pé. Ainda eram cerca de 15 minutos com passo rápido mas fazia-me muito bem e, apesar de inicialmente chegar ao trabalho com um pouco de asma, rapidamente isso deixou de acontecer.

Desta vez, a última greve do metro, permitiu-me mudar a rotina e experimentar ir de bicicleta! A pé seria um percurso demasiado longo do transporte que apanho agora e da nova localidade da minha empresa…”
…

(Continua a ler as rotinas da Margarida, de bicla e não só, aqui)

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textos de Marcos Paulo Schlickmann [2] Carro x Cavalo

Muitas vezes me pergunto porquê ninguém mais usa o cavalo como meio de transporte. O cavalo até os primórdios do século XX era largamente utilizado como um meio de transporte individual, uma ou duas pessoas montadas no cavalo ou numa carroça, ou coletivo, 2 a 6 cavalos a puxarem um “elétrico”/bonde/Omnibus.

Figura 1 - Uso do cavalo como meio de transporte em Paris. Fonte: http://www.parisenimages.fr/fr/popup-photo.html?photo=211-11

Figura 1 – Uso do cavalo como meio de transporte em Paris. Fonte: http://www.parisenimages.fr/fr/popup-photo.html?photo=211-11

Entretanto os cavalos, como outros animais quaisquer, eram suscetíveis a doenças contagiosas1,2, cansaço (muitas vezes eram abatidos na rua pelo próprios condutores dos Omnibuses e deixados a apodrecer) e precisavam obviamente receber cuidados veterinários diversos, abrigo e alimentação. Porém não eram estas as principais preocupações dos donos de cavalos/empresas de Omnibus, passageiros e da sociedade em geral. A principal preocupação era a poluição!

O estrume (fezes) gerado pelos cavalos era de proporções inimagináveis. Os centros de provavelmente todas as cidades americanas (país onde o uso do cavalo como meio de transporte foi mais intenso) eram um verdadeiro esgoto a céu aberto, as ruas ficavam literalmente cobertas de estrume. No final do século XIX terrenos baldios em Nova Iorque, que tinha uma população de aproximadamente 160 mil cavalos para 2 milhões de pessoas, chegavam a ter entre 10 e 15 metros de altura de estrume3,4 que eram retirados das ruas! Aliado a isso, moscas, urina, carcaças e crueldade com os animais eram uma constante.

Porém os serviços de transporte estavam reféns do cavalo. Mesmo com a invenção da máquina a vapor e da rápida expansão dos caminhos-de-ferro trazidos pela Revolução Industrial, o cavalo era ainda essencial para fazer a ligação final entre as estações de comboio/trem e os armazéns e o centro da cidade. Esta situação começou a mudar com o aperfeiçoamento dos motores de combustão interna e com a invenção do automóvel. Esta invenção, iniciada por Carl Benz em 1886 e popularizada por Henry Ford, com a produção em massa do Ford T entre 1908 e 1927, provavelmente a maior invenção da história da humanidade, mudou drasticamente os padrões de viagem em todas as cidades do mundo, deu o descanso merecido ao cavalo, retirou a sujeira das ruas e tornou o transporte individual acessível a uma considerável fatia da população que não tinha condições e espaço para ter e manter cavalos.

 Hoje, mais de 100 anos depois do Ford T, vivemos a ilusão de que a poluição urbana ficou no passado. Antes a poluição era tão presente no meio da população que “se pisava” nela. Hoje ao invés de estar no chão ela está nos ares e nos nossos pulmões (inclusive nos pulmões de quem vai dentro do carro), em algumas cidades é visível a ponto de a cidade parar. (http://www.publico.pt/mundo/noticia/cidade-chinesa-praticamente-encerrada-por-causa-da-poluicao-1609887#/1). Mas como parar? Não era suposto o transporte transportar ao invés de parar? A OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgou que em 2010 223 mil pessoas morreram de cancro/câncer do pulmão decorrente da poluição atmosférica5,6,7,8.

Enfrentamos agora um problema semelhante ao que nossos antepassados se depararam a um século atrás. Sem dúvida que a decisão tomada de trocar os cavalos pelos carros foi a melhor. Precisamos ser inteligentes o suficiente para saber que o automóvel não é mau, o mau uso dele que é. Portanto, temos que ter a frieza que eles tiveram ao perceberem que o mau não era o cavalo, mas sim o mau uso do cavalo, e buscar novas soluções de mobilidade tais como, veículos elétricos, incentivo aos modos suaves e transportes públicos, car sharing e car pooling. Afinal o ar, como a cidade, é de todos e é de ninguém, e preservá-lo não é nada mais que um ato de democracia!

Fontes:

  1. V. R. Vuchic, Urban Transit Systems and Technology. John Wiley & Sons, 2007
  2. http://www.thehenryford.org/education/erb/TransportationPastPresentAndFuture.pdf
  3. http://nofrakkingconsensus.com/2011/03/29/the-horse-manure-problem/
  4. http://www.uctc.net/access/30/Access%2030%20-%2002%20-%20Horse%20Power.pdf
  5. http://pt.euronews.com/2013/10/29/cancro-causado-pela-poluicao-governos-devem-agir/
  6. http://www.dailymail.co.uk/health/article-2465699/World-Health-Organisation-names-air-pollution-main-cause-lung-cancer.html
  7. http://www.who.int/gho/phe/outdoor_air_pollution/en/
  8. http://www.publico.pt/ciencia/noticia/poluicao-do-ar-causa-cancro-diz-organizacao-mundial-de-saude-1609483
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passe a publicidade [54] Lucetta

‘Lucetta’ é uma série de pequenas luzes magnéticas para a bicicleta. A ideia foi desenvolvida para a Palomar pelo designer Emanuele Pizzolorusso. Facilmente acopláveis em várias partes da bicicleta, as duas pequenas luminárias LED podem ser ligadas em conjunto – luz branca para a frente e vermelha para a parte traseira. Com apenas um clique, permanecem firmemente no lugar mesmo com saltos e vibrações das irregularidades na estrada. Uma vez chegado ao destino, o acessório portátil é retirado e guardado no bolso até à próxima viagem.

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quarenta e oito dezassete

A partir de um projeto realizado para o MUDE – Museu de Design e da Moda | Lisboa (mude.pt/), uma bicicleta única para o espaço Made In Portugal, Noca Ramos conta-nos uma história envolvente.
Um sonho retratado numa volta solitária de bicicleta durante a qual vão sendo apresentados outros corações que sonham e que se juntam para contar a mesma história.

Produção: Noca Ramos (facebook.com/noca.ramos)
Argumento: Liliana Ramos
Fotografia: Deyvis Malta (deyvismalta.com/)
Realização: Vasco Vieira (vimeo.com/vascovieira) e Miguel Lima (pt.linkedin.com/in/miguellima)
Banda Sonora : Pedro Lourenço
Locução: Luís Miguel Loureiro

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cartaz cultural com um “can’t miss” à mistura

Apresentação do livro  ‘A Gloriosa Bicicleta – Compêndio de Costumes, Emoções e Desvarios em Duas Rodas’

Em Lisboa no dia 14 de Novembro, às 18h30, na livraria Ler Devagar na Lx Factory;

No Porto no dia 20 de Novembro, às 18h30, na livraria Leya na Latina.

A Gloriosa Bicicleta

Relação entre automobilista e ciclista? “É a mesma de um serial-killer com a sua vítima”

Laura Alves

Laura Alves, co-autora com Pedro Carvalho de “Gloriosa Bicicleta”, fala dos vários tipos de ciclistas.  (ver aqui a entrevista)

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passe a publicidade [53] Villy Custom Bikes Lifestyle Video

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da Deco Proteste: Ciclistas com mais direitos no código da estrada

Faltam dois mesinhos para que os ciclistas tenham plenos direitos nas estradas nacionais. A Deco Proteste publica hoje um resumo da nova versão do Código de Estrada, ilustrada com uma infografia bem interessante onde junta as principais alterações às regras para bem circular:

Na faixa do autocarro, os ciclistas podem circular se a regulamentação municipal assim o permitir.

Na faixa do autocarro, os ciclistas podem circular se a regulamentação municipal assim o permitir.

fonte: Deco Proteste 

“Em vigor a partir de 1 de janeiro de 2014, o novo código da estrada redobra a atenção dada aos ciclistas. Nos velocípedes com motor (bicicletas elétricas), obriga ao uso do capacete homologado, apertado e ajustado. Apesar de não ser obrigatório, é recomendável usar o capacete, por uma questão de segurança. Segundo as novas regras, os velocípedes têm prioridade quando se apresentam pela direita. O código anterior obrigava os ciclistas a ceder passagem a veículos a motor.

Os automobilistas devem manter uma distância lateral, no mínimo, de 1,5 metros dos velocípedes. Na rotunda, os ciclistas podem ocupar a via de trânsito mais à direita, mas devem permitir a saída dos condutores que circulam no interior da rotunda. Também é possível fazê-lo nas faixas reservadas aos transportes coletivos, consoante a regulamentação municipal.

Esta medida, porém, deveria ser homogeneizada. A não autorização de velocípedes nestas vias coloca em risco a segurança dos ciclistas, sobretudo quando circulam entre um automóvel e um autocarro. É permitdo aos velocípedes circularem a dois numa via ao lado de uma ciclovia, desde que o façam com boa visibilidade e não causem perigo nem embaraço ao trânsito. Exceções: vias com visibilidade reduzida ou em engarrafamentos. Caso exista uma pista especial, os velocípedes devem circular de preferência por esta via. Ao fazê-lo numa via pública, devem respeitar as regras. Desde que não ponham em perigo ou perturbem os peões, os menores até 10 anos estão autorizados a andar de bicicleta nos passeios.

Os velocípedes podem ser equipados com uma cadeira homologada para o transporte de crianças até aos 7 anos de idade. Os reboques para transportar crianças devem também ser homologados. A sua circulação passa a ser autorizada e não só em ciclovias.

Sensibilidade e bom senso devem imperar. Nos automobilistas, protegendo os utilizadores mais vulneráveis, nos ciclistas, optando por manobras seguras, e nos peões, respeitando as vias para circular. “

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fotocycle [102] chuvinha molha tolos

+chuvinha molha tolos

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