weed, logo pela manhã!

rastafari man

Sabemos como os estereótipos podem ser exagerados, é um elemento chave do preconceito, e daí até generalizar a coisa é um instantinho, já aqui o havia dito. Como qualquer pessoa que anda na rua pode atestar, os ciclistas não são diferentes dos peões ou dos automobilistas. Bem ou mal, o comportamento por nós adoptado é parte da mesma cultura cívica e urbana, a mesma que observamos por todo o lado.

Pois esta manhã, ali o rastafari man da foto fez de tudo para lhes dar razão. Vi-o passar “à lagardere” o vermelho do cruzamento da Constituição e depois seguir pelo passeio da Oliveira Monteiro. Mais à frente, na descida para o Carolina, ultrapassei-o e segui o meu caminho pela rua Augusto Luso. Já no cruzamento com a Aníbal Cunha, junto à Igreja de Cedofeita, passa à minha frente vindo da esquerda, ou seja, o tipo desceu a parte final da Oliveira Monteiro, parte que é de sentido proibido, cruzou a Rua da Boavista e entrou na Aníbal Cunha, sempre em sentido contrário! Fez mais de 300m em contra-a-mão! No cruzamento da Torrinha passo por ele e tiro-lhe o boneco. Subo para a Maternidade, continuo pela rua Adolfo Casais Monteiro e entro na D. Manuel II virando à esquerda, sempre no sentido rodoviário. E é junto ao túnel que dou com o tipo na minha direcção! Quer dizer, para estar ali o gajo fez toda a rua do Rosário em contra-a-mão! Como, não sei, mas imagino o quanto poderá ter enfurecido meio mundo com esse tipo de comportamento!

Para que não sejamos rotulados genericamente como incumpridores, que só sabem reclamar e exigir, o melhor é mesmo respeitar as regras do código de estrada, cumprir o código para receber em troca alguma dose de compreensão de quem connosco partilha a via, evitando constrangimentos e prejuízos, principalmente para nós.

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can’t miss [65] biclanoporto.org

Um interessante e ilustrativo artigo do Tiago Silva sobre um assunto pertinente à segurança do ciclista:

Posicionamento na via

Bicla no Porto

…

“Uma posição secundária na via, isto é, muito junto à berma ou passeio ou mesmo na berma ou passeio pode parecer o mais seguro mas ao optar por circular dessa forma para evitar automóveis estamos a correr ainda mais riscos.

Há três coisas que são fundamentais na estrada, qualquer que seja o modo de locomoção: ver, ser visto e ser previsível. Se andarmos demasiado encostados à direita coloca-se tudo isto em causa e passo a explicar porquê.

Ver: passamos a concentrarmo-nos em coisas que no meio da via não existem: sarjetas, lixo, tamanho da berma etc. É fácil de perceber que se passamos a estar concentrados nestas coisas, passamos a descurar outras.

Ser visto: Estando demasiadamente à direita, estamos à margem do tráfego, pondo em causa a nossa visibilidade perante os outros. Se encontrarmos cruzamentos pelo caminho ainda pior e a probabilidade de acidentes do tipo atravessamento à esquerda (left-crossover)  ou gancho à direita (right hook) aumenta exponencialmente.

Ser previsível: na berma é difícil manter uma trajetória. Há obstáculos, lixo, por vezes automóveis estacionados, que é preciso evitar e contornar. Ao andar a ziguezaguear, somos tudo menos previsíveis.

Temos de pensar como o condutor do automóvel nos vê, através do seu parabrisas: para o condutor, se estamos numa posição secundária não somos uma prioridade, não é lá que ele quer estar, não é por lá que ele tem de ir, não está à sua frente e não é um objetivo.”…

(ler o artigo completo aqui,  de relevante informação para o ciclista e para o automobilista)

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a bicicleta

… por Catarina Peixoto, numa “branca, esbelta e ágil” Órbita

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bicycle build

a short movie for a bicycle building…

… ou seja, um filmezinho acelerado com o Vitor a reconstruir a Inbicla do Ricardo.

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can’t miss [64] juliendouvier.tumblr.com

Tumblr

Cinemagrafs

via blocodecotas

❦ (Guitar)

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ciclofilia [104] Cultura Pop Brasileira – Ciclistas Urbanos

A bicicleta e toda a sua virtude de tornar as pessoas mais sociáveis, de humanizar as cidades e promover a utilização do espaço público. A bicicleta como meio de transporte, como fonte de rendimento e como ferramenta para transformar as cidades. A bicicleta como instrumento de lazer, aperfeiçoamento físico, psicológico e emocional. A Warner Bros editou recentemente o mini-documentário “Ciclistas Urbanos”, onde durante uns bons 23 minutos apresenta todos esses aspectos da bicicleta, vividos e testemunhados por pessoas que a utilizam diariamente em meio urbano, em S. Paulo.

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reportagem no jornal i por Diogo Pombo

Carros vs. bicicletas. Uma guerra que o Código da Estrada pretende terminar

Eduardo Martins (jornal i)

…

“Paulo Almeida não é tão drástico. No Porto, onde passa os dias a pedalar, vê uma “boa” convivência entre automobilistas e ciclistas, cingindo a “pontuais” os casos que o levam a pensar o contrário, como as “razias” de certos carros e a “falta de calma” a ultrapassarem velocípedes. Ainda nota “algum preconceito” em relação à bicicleta vindo de quem está ao volante de um carro. Reconhece serem de “louvar” as alterações que entram em vigor em Janeiro, lembrando, contudo, a “urgência” de aplicar medidas de acalmia do tráfego em certos locais da cidade – com a criação de zonas com o limite de 20 ou 30 km/h.”

…

(ler toda a reportagem aqui)

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can’t miss [63] maisturismo.org

Pois parece que o cicloturismo veio para ficar. É que nem por acaso, depois de aqui partilhar duas fantásticas crónicas de quilómetros de aventuras, de dias de férias a pedalar e a turistar por magníficos sítios  e terras longínquas, eis senão que dou de caras com este interessante e bem escrito artigo de Paulo António. É leitura da boa, a não perder.

Dez razões para fazer cicloturismo ou porque andar de bicicleta é a melhor forma de viajar

Mais Turismo 1

“Viajar de bicicleta é diferente de fazer turismo. É cicloturismo, sim, mas não é veloz nem apressado como o turismo convencional, nem segue os caminhos já mil vezes visitados pelos outros. Viajar de bicicleta significa entrar nas cidades, nas vilas e nas aldeias por rotas diferentes. Permite desfrutar de liberdade e percorrer o mundo sentindo o vento na cara.”… (podem voar pelo texto clicando aqui)

Mais Turismo 2

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can’t miss [62] namastibet.blogspot.pt

A propósito das cicloférias veraneias dos meus amigos Ricardo, Levi e Alex, pelos caminhos de Portugal, recebi ontem um postal do Oriente, para onde Jorge Santos foi pedalar ao seu ritmo, por 15 dias, e fez 2.500 km de Xi’an a Xinjiang…

Jorge Santos (textos de viagem)

Jorge Santos

“Quando entrei no aeroporto de Lisboa, no dia 30 de Maio de 2013, numa meia tarde quente, sentia-me inseguro, transportava comigo um enorme embrulho contendo uma bicicleta meio desmontada e o que eu considerava ter de coragem, a metade bastante para tentar atravessar a grande China pedalando.

Revelou ser uma tarefa para a qual ainda não me encontrava preparado, a monotonia infinita do planalto tibetano e a paz que não levava comigo no pequeno alforge, revelaram-se-me avassaladoras.

Perguntou um polícia quando entrei na área internacional do aeródromo,

– qual é o seu destino?

respondi com vigor exagerado

–  para a China!

respondeu ele que para lá não iria de forma alguma

retorqui eu que sim, era sem dúvida alguma o meu destino,

respondeu ele de novo,

– não há voos entre Lisboa e Pequim

Disse-lhe  finalmente que faria escala em Istambul e deixou-me passar com um ar astucioso, peculiar em todas as autoridades de todos os países.”

…

(continua a ler aqui e aqui também)

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can’t miss [61] inbicla.blogspot.pt

1173km + 18 dias + 3 Sujeitos + Costa Portuguesa = A Aventura

foto Ricardo Cruz obidos_15_agosto
“18 dias, 1173 km, dezenas de paisagens de cortar a respiração, milhares de fotografias e encontros com pessoas incríveis. Um país único e diverso. Foi assim que Alexandre Teles, Levi Arrepia e Ricardo Cruz viveram a sua aventura de cicloturismo, em agosto de 2013. Num relato na primeira pessoa, Ricardo Cruz partilha com a iNBiCLA algumas das memórias desse passeio, ao longo do recorte marítimo de Portugal.”… (continuar a palmilhar a leitura aqui)

 

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