textos de Marcos Paulo Schlickmann [1] O que é a Cidade?

É com este excelente texto do Marcos que se dá ínicio aqui no estaminé a uma parceria público-privada (!)… ah não 😀 esta parceria é mais, diria eu então, das “público-pedaladas”, de modo a disponibilizar à comunidade velocipédica, e não só, que cá vem parar, os textos da autoria do meu amigo Marcos Paulo Schlickmann nos quais se pretende desenvolver uma série de interessantes temas relacionados com mobilidade, transportes, interação cidade/transportes, poluição e consumo, transportes e política…
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fotocycle [101] twilight

twilight… ontem, no Cais do Ouro.

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weed, logo pela manhã!

rastafari man

Sabemos como os estereótipos podem ser exagerados, é um elemento chave do preconceito, e daí até generalizar a coisa é um instantinho, já aqui o havia dito. Como qualquer pessoa que anda na rua pode atestar, os ciclistas não são diferentes dos peões ou dos automobilistas. Bem ou mal, o comportamento por nós adoptado é parte da mesma cultura cívica e urbana, a mesma que observamos por todo o lado.

Pois esta manhã, ali o rastafari man da foto fez de tudo para lhes dar razão. Vi-o passar “à lagardere” o vermelho do cruzamento da Constituição e depois seguir pelo passeio da Oliveira Monteiro. Mais à frente, na descida para o Carolina, ultrapassei-o e segui o meu caminho pela rua Augusto Luso. Já no cruzamento com a Aníbal Cunha, junto à Igreja de Cedofeita, passa à minha frente vindo da esquerda, ou seja, o tipo desceu a parte final da Oliveira Monteiro, parte que é de sentido proibido, cruzou a Rua da Boavista e entrou na Aníbal Cunha, sempre em sentido contrário! Fez mais de 300m em contra-a-mão! No cruzamento da Torrinha passo por ele e tiro-lhe o boneco. Subo para a Maternidade, continuo pela rua Adolfo Casais Monteiro e entro na D. Manuel II virando à esquerda, sempre no sentido rodoviário. E é junto ao túnel que dou com o tipo na minha direcção! Quer dizer, para estar ali o gajo fez toda a rua do Rosário em contra-a-mão! Como, não sei, mas imagino o quanto poderá ter enfurecido meio mundo com esse tipo de comportamento!

Para que não sejamos rotulados genericamente como incumpridores, que só sabem reclamar e exigir, o melhor é mesmo respeitar as regras do código de estrada, cumprir o código para receber em troca alguma dose de compreensão de quem connosco partilha a via, evitando constrangimentos e prejuízos, principalmente para nós.

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can’t miss [65] biclanoporto.org

Um interessante e ilustrativo artigo do Tiago Silva sobre um assunto pertinente à segurança do ciclista:

Posicionamento na via

Bicla no Porto

…

“Uma posição secundária na via, isto é, muito junto à berma ou passeio ou mesmo na berma ou passeio pode parecer o mais seguro mas ao optar por circular dessa forma para evitar automóveis estamos a correr ainda mais riscos.

Há três coisas que são fundamentais na estrada, qualquer que seja o modo de locomoção: ver, ser visto e ser previsível. Se andarmos demasiado encostados à direita coloca-se tudo isto em causa e passo a explicar porquê.

Ver: passamos a concentrarmo-nos em coisas que no meio da via não existem: sarjetas, lixo, tamanho da berma etc. É fácil de perceber que se passamos a estar concentrados nestas coisas, passamos a descurar outras.

Ser visto: Estando demasiadamente à direita, estamos à margem do tráfego, pondo em causa a nossa visibilidade perante os outros. Se encontrarmos cruzamentos pelo caminho ainda pior e a probabilidade de acidentes do tipo atravessamento à esquerda (left-crossover)  ou gancho à direita (right hook) aumenta exponencialmente.

Ser previsível: na berma é difícil manter uma trajetória. Há obstáculos, lixo, por vezes automóveis estacionados, que é preciso evitar e contornar. Ao andar a ziguezaguear, somos tudo menos previsíveis.

Temos de pensar como o condutor do automóvel nos vê, através do seu parabrisas: para o condutor, se estamos numa posição secundária não somos uma prioridade, não é lá que ele quer estar, não é por lá que ele tem de ir, não está à sua frente e não é um objetivo.”…

(ler o artigo completo aqui,  de relevante informação para o ciclista e para o automobilista)

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a bicicleta

… por Catarina Peixoto, numa “branca, esbelta e ágil” Órbita

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bicycle build

a short movie for a bicycle building…

… ou seja, um filmezinho acelerado com o Vitor a reconstruir a Inbicla do Ricardo.

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can’t miss [64] juliendouvier.tumblr.com

Tumblr

Cinemagrafs

via blocodecotas

❦ (Guitar)

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ciclofilia [104] Cultura Pop Brasileira – Ciclistas Urbanos

A bicicleta e toda a sua virtude de tornar as pessoas mais sociáveis, de humanizar as cidades e promover a utilização do espaço público. A bicicleta como meio de transporte, como fonte de rendimento e como ferramenta para transformar as cidades. A bicicleta como instrumento de lazer, aperfeiçoamento físico, psicológico e emocional. A Warner Bros editou recentemente o mini-documentário “Ciclistas Urbanos”, onde durante uns bons 23 minutos apresenta todos esses aspectos da bicicleta, vividos e testemunhados por pessoas que a utilizam diariamente em meio urbano, em S. Paulo.

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reportagem no jornal i por Diogo Pombo

Carros vs. bicicletas. Uma guerra que o Código da Estrada pretende terminar

Eduardo Martins (jornal i)

…

“Paulo Almeida não é tão drástico. No Porto, onde passa os dias a pedalar, vê uma “boa” convivência entre automobilistas e ciclistas, cingindo a “pontuais” os casos que o levam a pensar o contrário, como as “razias” de certos carros e a “falta de calma” a ultrapassarem velocípedes. Ainda nota “algum preconceito” em relação à bicicleta vindo de quem está ao volante de um carro. Reconhece serem de “louvar” as alterações que entram em vigor em Janeiro, lembrando, contudo, a “urgência” de aplicar medidas de acalmia do tráfego em certos locais da cidade – com a criação de zonas com o limite de 20 ou 30 km/h.”

…

(ler toda a reportagem aqui)

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can’t miss [63] maisturismo.org

Pois parece que o cicloturismo veio para ficar. É que nem por acaso, depois de aqui partilhar duas fantásticas crónicas de quilómetros de aventuras, de dias de férias a pedalar e a turistar por magníficos sítios  e terras longínquas, eis senão que dou de caras com este interessante e bem escrito artigo de Paulo António. É leitura da boa, a não perder.

Dez razões para fazer cicloturismo ou porque andar de bicicleta é a melhor forma de viajar

Mais Turismo 1

“Viajar de bicicleta é diferente de fazer turismo. É cicloturismo, sim, mas não é veloz nem apressado como o turismo convencional, nem segue os caminhos já mil vezes visitados pelos outros. Viajar de bicicleta significa entrar nas cidades, nas vilas e nas aldeias por rotas diferentes. Permite desfrutar de liberdade e percorrer o mundo sentindo o vento na cara.”… (podem voar pelo texto clicando aqui)

Mais Turismo 2

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