Ao sabor da corrente, fito a sombra que me deixa meio tosco. Respiro fundo o vento no rosto. A independência, a liberdade, este modo de vida, mais ou menos à nora, porque os caminhos que percorro são os que eu gosto. Mar pachorrento, mais do que seria suposto. E avanço, bem disposto, na firme intenção de seguir uma linha recta, de manter a bicicleta na direcção certa… Aproveito-a a cada momento.











![textos de Marcos Paulo Schlickmann [8] A rua e as crianças](https://nabicicleta.files.wordpress.com/2013/12/fig1.jpg?w=200&h=200&crop=1)







