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fotocycle [111] Hazul
Publicado em fotocycle
Etiquetas arte urbana, bicicleta, bicicultura, fotografia, Hazul, Porto, street art Porto, Sua Alteza
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can’t miss [79] khitschicago.cbslocal.com
Would You Ride A Bike In This Weather?

NEW YORK, NY – JANUARY 21: A man rides a bicycle in Manhattan during a snowstorm that is moving through the Northeast on January 21, 2014 in New York City. Along with dropping arctic tempertures the storm is expected to bring three to five inches by nightfall, with another four to six inches falling overnight. (Photo by Spencer Platt/Getty Images)
“The wind chill was in the single digits and many of the streets were a slushy mess, so yesterday seemed like a perfect day to ride a bike to work didn’t it?
OK, so probably not, but that didn’t stop people from in participating in Winter Bike To Work Day yesterday.
There was a little bonus for the people that did decide to join in and ride over to Daley Plaza. Organizers were handing out coffee and cheesecake to the bike riders. (I’m not sure that even that would’ve gotten me on a bike and riding outside in yesterday’s temps though!)
The people behind Winter Bike To Work Day say they were happy with the turnout but admitted that the numbers were a little off from recent years because of yesterday’s wacky weather.
Keep on pedaling guys!”
Publicado em can't miss it
Etiquetas bicicultura, ciclistas no mundo, estates, fotografia, motivação, na neve, Nova York, outras coisas, pedaladas no inverno
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ciclofilia [107] Numaratoarea de Toamna 2013 Verde pentru Biciclete
Publicado em ciclofilia
Etiquetas bicicultura, ciclistas no mundo, coisas que vejo, filme, motivação, Roménia
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passe a publicidade [58] saúdecuf
pois, pois… esta saudável infografia veio daqui
Publicado em divulgação
Etiquetas bicicultura, infografia, motivação, passe a publicidade, saúde
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par a par, um a aprender o outro a ensinar
A percepção do mundo que uma criança tem nos primeiros anos de vida é a sua casa. É dentro de quatro paredes que a criança conhece, alcança e domina. Antes de entender e experimentar o mundo exterior, muito do que cada um de nós absorveu sobre o desconhecido tem origem nas nossas casas, e permaneceu assim até que nos foi liberado um certo grau de independência, isto no ponto de vista e influência dos nossos pais. Quando nas nossas primeiras lições adquirimos o equilíbrio e aprendemos a andar, haviam paredes que nos protegiam de tudo aquilo que não existe dentro de casa. Da mesma forma, e num contexto semelhante, assim acontece quando aprendemos a dar as primeiras pedaladas. Fora de portas, a independência traz consigo novas experiências e novas questões, levando certos pais a equacionar os riscos e a moldar os comportamentos perante os desafios. É evidente que muitos factores entram na sua decisão, se aceitar o que aprendemos é suficiente para nos expormos à “guerra” das ruas.

De uma forma geral, os pais têm algum tipo de agenda mental onde anotam príncipios como criar os filhos. Perante as possibilidades, tentam educá-los da melhor forma, estou certo disso, e essas acções têm uma significativa importância no desenvolvimento dos infantes. Na maioria das vezes os seus esforços são bem sucedidos, mas outras acabam por fracassar. Ter paciência é um dom difícil de manter, mesmo na melhor das intenções/circunstâncias. Liderar pelo exemplo é, a meu ver, a melhor forma de modelar o comportamento e obter a aceitação dos filhos. Se ele ou ela vê nos pais, ou em outra figura paternal, um determinado comportamento na vida, por certos pontos de vista o estímulo da imitação é o mais provável.

Olhando para a foto acima torna-se óbvio que a menina está a gostar da experiência. As duas pedalam juntas, lado a lado, conversam, a mãe instrui a filha as regras de trânsito e ensina-a com o seu exemplo. Experiências como esta não só serão impressas no cérebro da criança como um momento agradável que passou com a mãe a caminho da escola, como também ganha confiança e sentido de responsabilidade. As crianças devem ser ensinadas a usar bicicletas como meio de transporte por todos os motivos e mais algum, como por exemplo, o benefício do meio ambiente ao ajudar o pai, ou a mãe, a deixar o carro em casa e chegar à escola a horas. Elas vão saber dar valor a todas essas coisas, não só para si, mas para tornar o mundo em que vivem num lugar melhor. Como ensiná-las é mais que uma abordagem inteligente, é um argumento irrefutável para incentivar os pais a incorporar o ciclismo nas suas vidas diárias.

Uma família que percorra de bicicleta um caminho comum, mesmo que seja longo, mostra às crianças como o ciclismo pode caber na vida diária de toda a gente. A bicicleta oferece a ocasião aos pais para passar tempo com os seus filhos, a conduzi-los de uma forma saudável e vantajosa. Quando os pais e os filhos andam juntos de bicicleta, torna-se possível um nível de interacção praticamente impossível quando o adulto vai ao volante.
Para as crianças, andar de bicicleta é sobretudo um divertimento de tempo livre. Temos poucas crianças que usam a bicicleta como meio de transporte. Como muitos pais não andam de bicicleta, nem de uma forma ocasional, quanto mais no dia-a-dia, as crianças não se sentem motivadas a pedalar, seja no pátio de casa, na ciclovia, na rua, para a escola ou para a casa dos amigos. Então, por que é necessário ensinar às crianças o valor do uso de bicicletas? Os motivos são sobejamente conhecidos, como tal devemos ensinar e envolver as crianças no uso da bicicleta como meio de transporte desde tenra idade. Sabemos que outras pessoas pensam de forma diferente, intimidando com perigos e medos. É certo que para muita gente, quem o faz é um irresponsável, mas é preferível que uma criança, equipada com os necessários apetrechos de segurança e bem acompanhada, aprenda a pedalar, levando-nos a optar por seguir em frente.

Se queremos que o ciclismo se torne um modo viável de transporte, temos de olhar para além das ciclovias, dos passeios e vias partilhadas. Devemos olhar para o futuro, incluindo as crianças como os ciclistas de amanhã. As crianças de hoje que aprendem pelo exemplo, compreendem que a bicicleta é uma parte positiva da vida. Vão crescer e vão continuar a andar de bicicleta por toda a vida. Seguramente adquirão hábitos e costumes correctos para no devido tempo passar a bicicleta aos seus filhos.
Publicado em motivação
Etiquetas 1 carro a menos, bicicultura, crianças e bicicletas, motivação, pais e filhos, penso eu de que...
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textos de Marcos Paulo Schlickmann [12] Portagem/Pedágio Urbano
Portagem/pedágio urbano1
As portagens (Portugal) ou pedágios (Brasil) urbanos constituem num conjunto de medidas que visam limitar a entrada de veículos nos centros das cidades ou mesmo em toda a cidade, com o objetivo melhorar a qualidade do ar, diminuir os níveis de congestionamento, diminuir os picos de tráfego nas horas de ponta/pico e o uso irracional da oferta viária e do automóvel nos sempre caóticos centros das cidades. A forma de atingir tais objetivos é taxando o motorista, tornando a passagem do carro pelo centro da cidade mais cara.
Regra geral as portagens funcionam de forma muito simples. A autoridade competente (prefeitura/câmara municipal…), geralmente tendo em conta estudos técnicos que provam a viabilidade da solução, define:
- Que área portajar/pedagear e por qual período: É definida uma área, regra geral uma área um pouco maior que o centro da cidade, e em qual período circular por tal área será mais caro, geralmente durante todo o dia, por exemplo : 7h-19h exceto fins-de-semana e feriados;
- As entradas desta área (as ruas e avenidas que dão acesso ao centro) e qual mecanismo de cobrança: É contraproducente um controle manual. Imagina a fila! As soluções mais comuns são semelhantes aos sistemas de radar de velocidade, onde uma câmera de vídeo reconhece a placa/matrícula do automóvel. Se o automóvel está previamente cadastrado OK, se não o motorista é multado caso não pague o pedágio dentro de um prazo estipulado. Outra solução é semelhante ao sistema Via Verde em Portugal, onde um aparelho dentro do carro é reconhecido quando passa pelo acesso;
- A forma de cadastro dos automóveis, quem tem desconto e o preço.
As portagens urbanas são ainda muito recentes. Apesar de existirem soluções antigas em algumas cidades principalmente para proteção de centros históricos, a ideia de um sistema de cobrança organizado, com “portões” de acesso e vigilância é recente. Em 1998 surgiu em Singapura, depois Londres em 2003, Estocolmo em 2006, Milão em 2008 e Gotemburgo em 2013. Abaixo descrevo os sistemas de Londres, Estocolmo e Singapura, os mais conhecidos.
Londres2,3,4:
Período: Segunda a Sexta das 07h00 às 18h00.
Preço: £10/€12/R$38,50 por dia. Ou seja, só se paga uma vez por dia, mesmo saindo e entrando várias vezes.
Alguns Descontos/Exceções: Residentes, veículos pouco poluentes (elétricos…), com 9 lugares ou mais, emergência, táxis.
Forma de controle: Câmaras nas entradas, saídas e dentro da área que fazem leitura da placa.
Sinalização: Um “C” dentro de um círculo vermelho, marcado no chão e em várias placas pela cidade.

Figura 1 – Londres. Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/File:London_Congestion_Charge,_Old_Street,_England.jpg
Área portajada/pedageada:

Figura 2 – Londres. http://www.tfl.gov.uk/tfl/roadusers/congestioncharge/whereandwhen/
Benefícios: Inesperadamente a velocidade média dentro da área baixou! Tal fato é atribuído às constantes intervenções na rede viária pelos serviços de água e gás e melhoramento das condições para pedestres e ciclistas. Os demais objetivos, melhor distribuição modal e diminuição da poluição principalmente, foram atingidos, incluindo uma importante nova fonte de receita para financiar o sistema de transporte da cidade.
Estocolmo5,6:
Período: Segunda a Sexta das 06h30 às 18h29.
Preço: Variável conforme a hora do dia. De SEK10/€1,14/R$3,66 a SEK20/€2,28/R$7,31 por passagem. Ou seja, se paga no mínimo duas vezes: a cada passagem por um controlador na entrada e saída.
Alguns Descontos/Exceções: Veículos pouco poluentes (elétricos…), militares, diplomáticos, emergência, estrangeiros.
Forma de controle: Câmeras nas entradas e saídas da área que fazem leitura da placa.
Sinalização:
Figura 3 – Estocolmo.
Fonte: http://www.transportstyrelsen.se/en/road/Congestion-tax/Congestion-tax-in-stockholm/
Área portajada/pedageada: O centro de Estocolmo.

Figura 4 – Estocolmo. Fonte: http://www.transportstyrelsen.se/en/road/Congestion-tax/Congestion-tax-in-stockholm/
Benefícios: Os objetivos de redução do congestionamento, poluição e melhor distribuição modal foram alcançados, incluindo o suporte da opinião pública.
Mas o mais interessante é o comportamento da demanda/procura de tráfego com respeito ao pedágio. Vejam este vídeo:
http://www.ted.com/talks/jonas_eliasson_how_to_solve_traffic_jams.html
Basicamente o que o senhor ali diz é que não é um comportamento nada linear, muito pelo contrário. Usando o conceito da elasticidade pode-se dizer que: o tráfego em Estocolmo (demanda/procura) tem um comportamento extramente elástico aquando da variação da oferta, ou seja, um leve aumento no preço da oferta viária produz uma significativa diminuição da demanda/procura, vice-versa. No caso de Estocolmo, aproximadamente 20%.
Só esclarecendo: A gasolina tem um comportamento inverso, extremamente inelástico, ou seja, um aumento de 10% no preço da gasolina diminui a demanda/procura por gasolina em apenas 2.6%7.
Singapura8,9:
Período: Variável conforme local, tipo de veículo. Em alguns acessos só na hora de ponta/pico da manhã.
Preço: Variável conforme a hora do dia, o dia, o tipo de veículo e a localização. Por exemplo: Para um mesmo local na hora de ponta durante a semana pode ir de SGD0,50/€0,29/R$0,93 a SGD6/€3,47/R$11,16 por passagem. Ou seja, se paga por cada portal que se passa.
Alguns Descontos/Exceções: Sem exceções. Todos pagam.
Forma de controle: Sistema semelhante à Via Verde (Portugal) ou Via Fácil (Brasil).
Sinalização:

Figura 5 – Singapura. Fonte :http://en.wikipedia.org/wiki/File:ERPBugis.JPG
Área portajada/pedageada: O centro de Singapura e as principais autoestradas.
Benefícios: Os objetivos de redução do congestionamento, poluição e melhor distribuição modal foram alcançados.
Uma questão interessante do sistema de Singapura é a revisão constante dos preços, logo não só influencia a decisão da mudança do meio de transporte mas também de rota e hora da viagem.
Para finalizar vou dar minha opinião: o pedágio urbano é uma boa solução, porém todas as cidades que o implantaram, inclusive Milão, têm um bom ou excelente sistema de transporte público. Há alternativa para os condutores. Todas as cidades, como mostrado, apresentaram uma distribuição modal mais equilibrada e um substantivo aumento nas receitas públicas, dinheiro importante para melhoramento na rede viária e no transporte público.
Porém há 3 questões que se impõem:
- É justo o dinheiro arrecadado pelo pedágio financiar o transporte público? Trocando em miúdos, é justo o motorista do automóvel pagar pelo passageiro de ônibus/autocarro?
- Tendo em conta que o automóvel está cada vez menos elitizado (cada vez mais barato) e mais distribuído pelos vários estratos sociais, aumentar o custo do uso do automóvel não seria uma política elitista?
- O sistema de transporte público está preparado para receber esta nova procura/demanda?
Respostas:
- Esta questão é eterna. Podemos discutir por horas e horas e não chegarmos a um consenso. Geralmente pessoas da esquerda política ou usuários do transporte público acham que sim, que é justo, e pessoas da direita ou motoristas acham que não, que não é justo. Eu acho que é justo por dois motivos: 1º: Por muito tempo ignoraram-se as externalidades (poluição, acidentes, cancro/câncer do pulmão, etc) do rodoviarismo sobre toda a sociedade, agora chegou a hora de as considerarmos. 2º: Temos de encarar o sistema de transporte como um todo, onde a oferta de rede viária e transporte público custa mais para quem “consome” mais. Obviamente que quem “consome” mais (espaço) é o automóvel, logo deve pagar mais.
- Esta é uma questão delicada. Por décadas, tanto no Brasil quanto em Portugal, os políticos se empenharam em popularizar o automóvel, tentando torná-lo a melhor opção de transporte para todos, inclusive os mais pobres. Hoje em dia temos um sério problema pois a infraestrutura viária e o melhoramento do transporte público não acompanharam o crescimento na aquisição e uso do automóvel, principalmente no Brasil. Logo, portajar o centro da cidade certamente prejudicará quem estar no limiar inferior da escala social (os mais pobres, que infelizmente caíram no engodo do carro barato). É importante notar que as cidades citadas, inclusive Milão que apesar de ser Itália está inserida numa das regiões mais ricas da Europa, têm poder de compra e renda per capita substancialmente maiores que Brasil e Portugal, logo tais políticas lá não são “tão elitistas”.
- Esta na minha opinião é a questão crucial. Pedagear o centro diminui a utilidade da solução automóvel como meio de transporte ou seja, a qualidade da viagem não melhora e sim fica mais cara, logo é essencial dar alternativas! Não adianta portajar o centro sem dar uma alternativa competitiva: aumentar a capacidade e qualidade dos transportes públicos e modos suaves para receber esta nova procura/demanda. Tendo em conta essa afirmação, acho que a maioria das cidades brasileiras não está preparada ainda para o pedágio urbano. No entanto as cidades portuguesas estão, para uma entrada gradativa da portagem, ligeiro melhoramento nos transportes público porém considerável melhoramento nos modos suaves (a pé e bicicleta).
Referências:
1 http://en.wikipedia.org/wiki/Congestion_pricing
2 http://en.wikipedia.org/wiki/London_congestion_charge
3 http://www.tfl.gov.uk/roadusers/congestioncharging/
4 https://www.youtube.com/watch?v=iz2unML2MQQ
5 http://en.wikipedia.org/wiki/Stockholm_congestion_tax
6 http://www.transportstyrelsen.se/en/road/Congestion-tax/Congestion-tax-in-stockholm/
7 http://economics.about.com/od/priceelasticityofdemand/a/gasoline_elast.htm
9 http://en.wikipedia.org/wiki/Electronic_Road_Pricing_(Singapore)
Publicado em parceria público-pedalada
Etiquetas 1 carro a menos, cidades, meios de transporte, outras coisas, textos de Marcos Paulo Schlickmann
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“cumpre-se assim o objectivo maquiavélico de espalhar mais um vídeo sobre bicicletas na internet!”
E prontos, num corta e cose matreiro cumpro a cota parte de espalhar a palavra do guru da megastore, da cicloficina, das fotografias aos ciclistas… que anda de Bicicleta no Porto e arredores.
Publicado em filme
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fotocycle [110] escape
Publicado em fotocycle
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fotocycle [109] tipo, quem pedala à chuva pisga-se
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can’t miss [78] aviagemdosargonautas.net
Elogio simples da bicicleta – por Manuela Degerine
Um Café na Internet

…
“Para além de contribuir para a nossa qualidade de vida, a bicicleta é igualmente um objecto estético e poético. Vinícius de Moraes chama centauresas às ciclistas. (Balada das meninas de bicicleta). A bicicleta transforma-nos não só em centauros mas igualmente em pégasos: dá-nos asas. Seja qual for a nossa idade, podemos seguir a injunção do poeta: Bicicletai, meninada.
Bicicletemos, então…”
(depois da prova, degusta todo este saboroso texto aqui)
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