ciclofilia [126] Promo FMB4

“Pieza promocional para el 4º Foro Mundial de la Bicicleta realizado con fragmentos de videos de usuarios y bicicletas de la web, rescatando el espíritu de un vehículo que ha estado siempre presente a lo largo de nuestras vidas y que hoy, nos necesita.

Idea: MP4 PRO.
Producción: Daniela Vélez, Edgar Úsuga.
Montaje: Daniel Cimino, Edgar Úsuga.
Gráfica: Jonathan Martínez.”

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can’t miss [124] correiodosacores.info/

António Abreu, Rui Sousa e Paulo Batista conhecem os Açores a andar de bicicleta

Correio dos Açores
“Descobrir os Açores em bicicleta é uma experiência única, que se faz ao ritmo de cada um, sentindo aromas e sons que, de outra forma, talvez passassem despercebidos. Com o mar por companhia, subindo e descendo montanhas, ou a passear pelas freguesias e cidades, as opções são inúmeras! É só começar a pedalar! Quem o diz são três madeirenses, António Abreu, Rui Sousa e Paulo Batista, de 25, 24 e 25 anos respectivamente, que integram o MAD productions, um projecto que se iniciou na Madeira e que tem o objectivo de aliar modalidades radicais à componente multimédia/audivisual…”

Podem ler a reportagem e descobrir mais das aventuras destes três amigos aqui no Correio dos Açores

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fotocycle [156] entardecer

Volta e meia, invade-me um formigueiro nas pernas e estendo o regresso ao lar. Tenho o livre pretexto de escolher a rota. A regalia de contemplar o que vem após uma curva. Colorir o horizonte e ficar a ver navios. No meu recreio cada entardecer é diferente, a luz é diferente, o tempo é diferente. E o tempo tem destas coisas. Por vezes parece que nunca mais passa. Outras parece que voa… Aproveito cada momento.

entardecer

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reciclando [5] velo… cidade vs pontualidade


As razões pelas quais se pode incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte são as mais variadas, no entanto uma delas mereceu maior relevo quando adquiri o hábito de pedalar para o trabalho, a pontualidade. Entendo que esse motivo possa parecer um pouco estranho mas só será para quem ainda não pedala. Mais do que um dado evidente, trata-se acima de tudo da razão provada e comprovada por qualquer ciclista urbano no seu quotidiano. A dedução é simples: um ciclista que pedale por vias urbanas a uma velocidade média de 15 km/h. e preveja fazer um percurso de 5 km, a sua experiência diária demonstra de uma forma convincente que demorará cerca de 20 minutos a chegar ao destino, sem pressas. Um semáforo vermelho, a mais ou a menos, as subidas, o vento, a chuva, tudo isso interfere pouco. As variantes estarão sempre dentro de uma margem de erro razoável.

 

Salvo algum acidente de percurso, a relação distância/tempo acaba por tornar o ciclista um cidadão cumpridor dos seus horários, algo que para os habitantes automobilizados (no carro ou em transportes colectivos) nem sempre é exequível. Com as facilidades trazidas pelos mapas, disponíveis nas novas tecnologias, um ciclista precisa apenas delinear qual o melhor percurso para saber a distância, e com um simples cálculo matemático avaliar assim o tempo necessário para a viagem pretendida.


Com congestionamentos ou sem constrangimentos, durante as horas de ponta ou a altas horas da madrugada, quem pedala saberá sempre quanto tempo demora para ir daqui a acolá, e voltar do ponto B ao ponto A. Com as contrariedades de quem diariamente depende de combustíveis para se locomover, o ciclista urbano torna-se um pouco numa personagem mítica. Ela é capaz de dominar o tempo. A grande verdade é que com a bicicleta se socializa e se promove a qualidade de vida. Dita alguma experiência das pedaladas pela minha cidade que, com a bicicleta, o andar a pé e o Metro, juntos sustentam a mobilidade urbana.

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can’t miss [123] maisopiniao.com

 Cavaleiros do paralelo, eu e a minha Vilar….

bicicleta vilar catita gt

“Não deixa de ser impressionante como algo tão simples como uma bicicleta nos dava um sentimento de liberdade e rebeldia, percorrer as ruas da freguesia, cidade ou vila, fossem elas de asfalto, paralelo ou terra, tipo pardais em debandada e a grande velocidade! (vá não era assim tanta)

Grupos de três, quatro ou mais…Bicicletas de todos os tamanhos e feitios, desde a bicicleta de corrida, passando pela BMX, até a minha! Nossa, sim porque quando se têm irmãos, e mais velhos já se sabe… É de todos!

De guiador cromado, esguio, selim preto comprido, pintada num vermelho de paixão…

Não, não era uma Harley, nem uma Honda, era a minha Vilar, a minha velhinha  bicicleta Vilar, foi nela que dei os meus primeiros tombos a sério, e muitas calças rasgadas, foi nela que percorri as ruas da velha freguesia de Vermoim.

Penso não estar enganado se disser que nós, pequenos, em cima da bicicleta nos sentíamos os donos do mundo.

Aquele sentimento de falsa liberdade, devidamente autorizada pelos nossos pais em troca de “recados”, como ir a mercearia ou ao talho! Tão bom…

Tardes mais que perdidas em cima da bicla, até que aos últimos raios de sol se rompessem, roda no ar, tipo cavaleiro errante em cima do seu cavalo, éramos assim, uma felicidade marcada e inquestionável.”…

 (continua a ler esta bela prosa clicando no link ali em baixo)

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à moda do Porto

foto de José Paulo Andrade

foto de José Paulo Andrade publicada em portophotography

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em constante movimento

ciclismo urbanoDe acordo com o que escreveu um velocipedista urbano nas redes sociais, nomeadamente no grupo Ciclismo Urbano em Portugal, onde refere a circunstância, aspecto, ou… “visão rara no Porto: três bicicletas paradas num semáforo vermelho (e três selins brooks. haverá relação causa/efeito? já sabemos que os MAMIL(*) não param)…” acendeu no grupo a discussão e celeuma sobre o que veste um ciclista, como equipa a sua bicla e se comporta no meio rodoviário.

Como já o havia dito, não sou grande entendido nas relações humanas, mas desde que recomecei a pedalar, percebi que os seus utilizadores, embora focados na mesma prática de dar ao pedal, detêm algumas características e comportamentos muito distintos uns dos outros. Na estrada nunca encontrei uma comunidade tão unida e receptiva quanto a dos guerreiros do asfalto. No monte, os aventureiros de todo o terreno têm uma espécie de conduta, de auxílio e partilha invulgares. Quando definitivamente optei pela bicicleta para o trabalho como modo de transporte urbano, conheci toda a massa crítica, pessoal fixe com quem troco muitas informações a respeito das biclas, das experiências, apetrechos, rotas, sucessos, dicas, lugares porreiros para pedalar, e por aí fora.

Com ou sem licra, nunca fiz parte exclusiva de um grupo. Gozo do prazer de pedalar, sob tubos de aço ou outra fibra, sem a necessidade de ter de me integrar numa tribo. No mundo das bicicletas, uma característica interessante e que me atrai, é que não existe distinção entre nós, ou pelo menos não deveria. É o que penso. O gosto pelo pedal é o ponto comum e isso me basta. A única distinção que existe dá-se na diferença de comportamentos, e andamentos, mas nisso dos comportamentos eu sempre tive de me ajustar.

Ahhh… como Middle-Aged Man, que sou, muitas vezes In Lycra tipo MAMIL(*), qual espécie invasora com a respeitosa barriguinha, confesso que de vez em quando não me equipo de lycra, de vez em quando não paro nos vermelhos, de vez quando não uso capacete… agora o que não é de vez em quando é dar ao pedal mas com o rabo bem assente nos meus estimados selins Brooks!

MAMIL on moving

MAMIL on moving… me, myselfie and I, sempre em movimento

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ciclofilia [125] Día sin carro en Bogotá – Récord de bicicletas

“Una apuesta por las bicicletas hicieron los bogotanos en el Día sin Carro y sin Motos, este jueves 5 de febrero. En la Universidad de Los Andes se superó el récord propuesto de mil bicicletas. Así se fue llenando el parqueadero.”

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a dupla conveniência, uma sã convivência

motas e biclas

Os automóveis são os veículos dominantes e mais abundantes nas cidades, enquanto as bicicletas são os veículos mais vulneráveis e menos prevalentes nas vias urbanas. Quando se discute os direitos das bicicletas na estrada, em geral as conversas giram em torno das interacções e partilha rodoviária entre ciclistas e automobilistas. Nos tempos que correm, a maioria dos países do primeiro mundo têm vindo a valorizar a coexistência e cooperação rodoviária. Embora essa coexistência tenha vindo a ser promovida, infelizmente ainda não é de todo praticada. Alguns condutores acham-se donos e senhores das estradas e “lutam” contra os invasores do que acham “seu território”. Esses “invasores” serão os ciclistas, mas na medida em que as bicicletas vão circulando só lhes resta mesmo respeitar esses conquistadores de espaço e desistirem da exclusividade da via.

No meio rodoviário, as primas bicicletas e motos têm muito em comum. As motas serão porventura outra espécie invasora, coexistindo no submundo rodoviário desde que o motor foi inventado. No mundo ocidental, a percentagem de utilização da mota como meio de transporte não se sobreporá muito ao tipo de utilização recreativa. Não da mesma forma como são utilizadas em outras partes do mundo, principalmente como meio de transporte rápido e barato. Por exemplo, em muitos dos países chamados do terceiro mundo, a sua prevalência é claramente superior aos automóveis. As motas superam amplamente as bicicletas na maioria dos países europeus, com raras excepções onde o ciclismo é a norma, como na Holanda.

Nas últimas décadas, o aumento dos veículos de duas rodas, com e sem motor, veio trazer outro tipo de paradigma na mobilidade urbana. As motas estão mais próximas das bicicletas, no que diz respeito à economia de espaço, à rapidez e eficácia. Isso reduz o volume de tráfego e, por conseguinte, aumenta a sua fluidez diminuindo os tempos de viagem. A recente proposta para que as motas possam circular nas faixas de transportes públicos aprovada pela Câmara Municipal de Lisboa é positiva, pecando no entanto pela clara e inexplicável omissão das bicicletas, com ou sem motor. Essa medida é desde algum tempo praticada de forma experimental em algumas ruas do Porto, pecando nos mesmos equívocos. Os os ciclistas reivindicam esse proveito, bem como a existência e usufruto de uma ‘caixa de paragem’ na linha da frente das faixas de rodagem e junto dos semáforos, destinada também a motociclos e a ciclomotores, pintada em cor adequada.

CAPA_BUS

isto é no Porto

Ainda há quem defenda regras separadas para os ciclistas. As bicicletas fazem parte da estrada e os ciclistas que nelas diariamente se deslocam para todo o serviço querem seguir as mesmas regras, com os mesmos direitos e responsabilidades. Os ciclistas devem obedecer às leis de trânsito. Acontece que muitas vezes esse ciclista desrespeita determinada regra, ora porque não a entende na lógica de que a bicicleta não pode prejudicar ninguém, por exemplo se não houver outros veículos ao redor não há mal nenhum se passar um sinal de stop, ou porque não quer arriscar a vida colocando-se numa situação menos perigosa, principalmente quando se trata de parar no semáforo vermelho e aguardar o verde no meio da fila. Devemos estar conscientes dessas coisas, as bicicletas também servem para “descomplicar” e como tal devem caber na rua, na avenida, nas estradas da paisagem urbana. Mesmo que alguns amigos motociclistas teimei em nos ocupar os poucos espaços para estacionar as biclas, a convivência dos utilizadores das duas rodas é “na boa”

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passe a publicidade [68] Mercado 48

“A Mercado 48 é uma concept store dedicada ao design, com uma oferta eclética e única, entre o vintage e o contemporâneo, numa mescla surpreendente de objetos… As bicicletas são, aliás, os objetos mais peculiares entre uma oferta de produtos tão variados e exclusivos…”

mercado 48

Visitem e fiquem a conhecer mais este novo negócio do comércio tradicional portuense aqui no oportocool.wordpress.com

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