can’t miss [158] oportoencanta.com

A bicicleta é um elemento fundamental na cidades. Pedalando-as poderemos apreciar as cidades no que elas nos oferecem de melhor. De bicicleta, é possível conhecer o mundo de outra forma, e o nosso mundo começa à porta de casa. De bicicleta, é possível vivenciar a cidade em todos os sentidos, conhecendo sua a História secular da cidade

Rita Branco, luso-brasileira com alma portuense e autora do blogue “O Porto Encanta” apresenta com paixão os cantos e encantos do Porto e de outras viagens. Em dois belíssimos postais, traz-nos duas propostas para melhor ficarmos a conhecer a história das mais belas cidades nortenhas, do Porto e de Braga:

De bicicleta… também se conhece a história do Porto

o Porto encanta Porto

“As margens do rio Douro e do mar, tem muitas histórias sobre o Porto para nos contar.
No último Sábado, fui ouvir algumas delas, contadas pelo historiador Manuel Sousa, o criador da famosa página Porto Desaparecido.
Numa iniciativa da Gbliss, uma empresa de eventos e passeios turísticos em conjunto com a Bai de Bicla – Rent a Bike, a proposta é pedalar em três etapas, do Gramido em Gondomar até o Terminal de Cruzeiros no Porto de Leixões em Matosinhos.
O Sábado estava perfeito para pedalar pelas margens do Douro, nada de muito calor, nada de chuva, apenas boa disposição para ouvir as histórias do Porto.”…

(ver mais aqui: http://www.oportoencanta.com/2016/08/de-bicicleta-tambem-se-conhece-historia.html)

Do Porto para a Braga Romana. Conhecendo a “Bracara Augusta” de bicicleta

o Porto encanta Braga

“Braga, logo aqui ao lado do Porto, onde chegamos em 40/50 minutos de carro ou um pouco mais de uma hora de comboio/trem a partir das estações Porto São Bento ou Porto Campanhã, foi sempre uma cidade conhecida pelo seu turismo religioso. Não é por acaso. Tantas igrejas espalhadas pela cidade e o belíssimo Santuário do Bom Jesus de Braga as principais atrações daquela cidade, atraem milhares de turistas nomeadamente na Semana Santa.
Mas Braga, não é só turismo religioso. Muito longe disso. A principal cidade da região do Minho, ao Norte de Portugal, tem muito para a mostrar. Gastronomia, arquitetura, história e festas, fazem de Braga uma cidade muito interessante para ser visitada. Há várias maneiras de a conhecer e de bicicleta é uma delas.
Um projeto que surgiu através do blog Aqueles de Viajam de autoria da Naiara Back, uma apaixonada por Braga e da loja de bicicletas Go by Bike, através de 5 roteiros diferentes, é possível conhecer Braga pedalando, já que a cidade é bastante plana e tem vários estacionamentos para bicicletas.”…

(Ver mais aqui: http://www.oportoencanta.com/2016/09/do-porto-para-braga-romana-conhecendo.html)

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uma ferburinha

Isto de dar preferência ao pedal em vez de andar de cú tremido com o volante na mão, dá-me para o alheamento e descuido no que a prazos de validade diz respeito. A bicicleta rejuvenesce-me, pronto. Com a chegada aos cinquentas, manda a Lei renovar a carta de condução, caso estejamos habilitados para tal, independentemente da data de caducidade que lá esteja escarrapachada. Resumindo, há mais de 4 meses que andava com a carta caducada e cheio de sorte por não ter sido multado. Recordando-me do martírio burocrático aquando da última revalidação, antevia novo inferno aos balcões do IMTT. Estava feito ao bife… Mas não! Seguindo uma boa dica, foi no Espaço no Cidadão do Gabinete do Munícipe da CMP que revalidei a carta de condução, mais rápido do que chegar de bicla ao trabalho, ou seja, fui despachado em menos de quinze minutos, uma ferburinha!

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ode às pedaladas com sentimento

“As montanhas escondem lugares

Locais que nos deslumbram, que nos deixam sem palavras.

Mas também sítios vulgares que, a dado momento,

por um qualquer motivo se tornam especiais, criam memórias,

encantam-nos, deixam saudades, tocam-nos.

Tornam-se inesquecíveis…

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reciclando [21] insegurança rodoviária

Não é só por ser pai de filho ciclista que bato na mesma tecla. É como cidadão, que diariamente se move a pedais, que não pode ficar indiferente à contínua onda de atropelamentos de pessoas que circulam de bicicleta na estrada. Todas as mortes que têm acontecido nas estradas, desafortunadamente são demasiadas, deixam-me triste e apreensivo.

Embora as regras de trânsito tenham sido (pouco) reformuladas na protecção dos utilizadores vulneráveis da estrada, é um pressuposto falso se repetir que o automobilista deve ter a supremacia na via pública porque o veículo que conduz é mais rápido. Não é o tipo de veículo que regula a ordem nas estradas. As leis de trânsito deverão ser ponderadas para controlar um determinado tipo de veículo, para criar ordem e cooperação entre os diferentes utilizadores da estrada. A maioria dos acidentes rodoviários é causada pelo desrespeito constante das regras de trânsito, negligência e desatenção dos automobilistas. Independentemente do tipo de veículo, o desrespeito individual nas estradas tem correspondência na maior probabilidade de ocorrerem acidentes, o que responsabiliza também todos os que partilham as estradas, como os peões e os ciclistas.

Com o aumento das bicicletas nas estradas, temos de intensificar a discussão, no bom sentido, de como as leis de trânsito deverão ser cumpridas. Mas a quantidade de bicicletas a circular nas estradas não é a questão. A questão essencial do problema é como educar os automobilistas. Os números assombrosos dos acidentes rodoviários, atropelamentos e das vítimas mortais resultantes são assustadores. A revisão de algumas das regras da estrada (CE de Janeiro de 2014) visou proteger os utentes mais vulneráveis. O CE deu mais direitos aos ciclistas mas veio também responsabilizar mais o utilizador da bicicleta, na sua conduta e no respeito das regras. Ao estabelecer a regulamentação do cumprimento do 1,5m de espaço nas ultrapassagens aos ciclistas, por exemplo. No entanto continua a exigir aos automobilistas que cumpram os limites de velocidade, e que estejam atentos e cuidadosos na partilha da estrada com os restantes utilizadores da via., sobre quem deveria ter afinal a prioridade na mobilidade. O meio de transporte limpo, não poluente e seguro, que se sobreponha à continua prevalência da cultura do automóvel. Precisamos de bicicletas por todas as razões e pelo valor que elas trazem. Promover e incentivar a bicicleta como modo de transporte. Planear a cidade ao transporte suave.

Como ciclista, um dos meus objetivos ao pedalar é também demonstrar que a bicicleta é um dos modos mais eficazes e alternativos aos veículos a motor. Utilizar este meio fantástico de divulgação para promover a segurança e a cooperação entre os carros e as bicicletas. Devemos ter a noção de que a cooperação é necessária, e eu acredito que é possível. A partilha, segura e eficaz da estrada é muito mais provável de acontecer quando ambos seguem as mesmas regras da estrada. Não é suposto tentarem nos convencer serem os ciclistas o foco do perigo. Ouço e leio comentários que alguns dos ciclistas têm comportamentos incumpridores das regras. O que acontece muitas vezes é que esses ciclistas estão apenas a tentar salvar o coiro. Todos somos testemunhas diárias que alguns automobilistas são impacientes, agressivos e com pouca consideração para qualquer tipo que vá à sua frente e o abrande, o aborreça! Alguns, tendenciosos contra os ciclistas, são encorajados a acreditar que as bicicletas pertencem a uma terceira categoria nas ruas. Gabam-se com um sinistro orgulho que desrespeitam deliberadamente as regras e incentivam um comportamento irresponsável, infringindo a lei. Para eles as bicicletas são intrusas e não deveriam estar ali, a partilhar a rua. Se houvesse mais respeito, ao peão, ao ciclista e ao Código de Estrada, estou convencido que não haveriam estes acidentes.

Por mais que alguns de nós gostariam de definir as bicicletas como diferentes, com o direito a consideração especial, devemos focar a nossa intenção em que todos temos de partilhar o mesmo caminho. Devemos nos esforçar em ter um sistema unificado de utilização em estrada. Caso contrário, teremos tristezas onde habitualmente desfrutamos de alegria. Para efectuar a mudança, os ciclistas devem estar mais atentos, mais responsáveis e mais exigentes. Esta pode ser a única maneira de modificar a forma como nos vêm.

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duas rodas, dois artigos

Dois artigos com a etiqueta “can’t miss”,  de leitura imperdível, que nos dão curiosas prespectivas das bicicletas, essas vellhas p…

As bicicletas, essas putas

Andar nas ruas de Amesterdão é um pouco como ser perseguido pela máfia, agentes da judiciária e espiões soviéticos durante a Guerra Fria, todos ao mesmo tempo. Na realidade, o sentimento de estarmos num filme de espiões é tão autêntico que só falta a mala com os códigos de um qualquer míssil nuclear. A desconfiança é constante, olhamos para trás e para os lados com incerteza, e todos nos querem matar. E é mesmo verdade. As estimadas 800 mil bicicletas existentes na cidade não param por ninguém. Nem querem saber. Vêm lançadas com a autoridade de quem “manda nesta merda toda sou eu” e acabou. Não há conversa ou discussão possível.”…

Lê o artigo completo em: http://visao.sapo.pt/nos-la-fora/2016-08-23-As-bicicletas-essas-putas

A velha bicicleta

O escritor italiano, Giovani Guareschi, conhecido pelas histórias de uma pequena aldeia, onde vivia Padre Camillo, católico fervoroso e teimoso, sempre as turras com o alcaide comunista Dom Peppone, traz uma singular descrição do veículo de transporte mais utilizado no início do século passado: a bicicleta.

Em Bassa, o pequeno vilarejo, todos, sem exceção, dos oitenta aos cinco anos de idade, andavam de bicicleta.”…

Lê o artigo completo em: https://correiodolitoral.com/14637/colunas/colunistas/correio-de-itapoa/a-velha-bicicleta

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can’t miss [157] carretofixo.blogs.sapo.pt

O hábito da bicicleta

http://carretofixo.blogs.sapo.pt/invade-43303

à falta de foto, esta veio do mesmo sítio: http://carretofixo.blogs.sapo.pt/invade-43303

“Nós somos seres de hábitos. Nós somos comodistas. Nós temos uma certa aversão à mudança. Nós somos preconceituosos. Não há volta a dar.
Quando olho para trás e vejo a resistência que fiz para largar o automóvel e implementar a bicicleta nas minhas rotinas e respetivas deslocações diárias, nem quero acreditar! Algo que hoje faço com a maior das naturalidades, ao ponto de já não me ver fazê-lo de outra forma.
Comecei. Debati-me com supostas adversidades. Desisti. Esqueci. Voltei, mesmo que motivado por circunstâncias exteriores. Repeti. Adaptei. Adaptei-me. Continuei. A bicicleta faz parte da minha rotina. Hábito implementado.”…

E como este blogue é também uma “blogcicleta” de hábitos, partilho aqui mais um interessante espaço e o respectivo link (http://carretofixo.blogs.sapo.pt/o-habito-da-bicicleta-55483) para continuares a ler o  testemunho do Carreto Fixo.

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can’t miss [156] infinitomaisum.com

O Dia em que Aprendi a Andar de Bicicleta

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“Se alguém me dissesse que, aos vinte e três anos, ia aprender a andar de bicicleta eu ia-me rir muito. Porquê? Porque pensaria que nesta altura do campeonato já não haveria nada a fazer e que se não aprendi com dez anos não ia ser agora que ia acontecer. Enganei-me.

A verdade é que eu, Ana Garcês, aprendi a andar de bicicleta graças ao Mário, que tinha feito a promessa de me ensinar mal soube da minha condição de não me conseguir aguentar em veículos a pedal com duas rodas. E é essa a história que vos venho contar hoje.”…

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fotocycle [191] um nevoeiro estranho

está um nevoeiro estranhoEstou aqui de frente ao oceano mas o cenário é estranho. O som anódino das gaivotas, um céu que não é azul, a maresia misturada com um odor defumafo. É tristeza o que se sente nessas ocasiões. Como num fugaz se tornam em cinzas a Natureza, a floresta, lugares tão emblemáticos como a Serra da Freita e a ilha da Madeira. Deixa um sentimento de impotência. Incêndios ateados cruelmente por criminosas intenções, chamas que há dias devastam bens e consomem vidas. Deixam um rasto de destruição. O tempo  e o vento amplificam a desgraça e cobrem a cidade com um manto escuro. O sol está envergonhado, o  ar está pesado. É dificil respirar, mais difícil é entender…

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can’t miss [155] thecityfixbrasil.com

(Para reflexão de todos e acordar os gestores públicos cá da praça)

Fazer da bicicleta uma realidade exige mais do que construir ciclovias

By Paula Tanscheit in thecityfixbrasil.com

thecityfixbrasil.com

“Parte da infância de muitas pessoas, as primeiras pedaladas em uma bicicleta geralmente remetem a memórias positivas. No entanto, aos poucos as magrelas vão ficando sem uso e sendo substituídas por outros meios de entretenimento e de transporte. A questão é que o estabelecimento de uma mobilidade sustentável de centenas de cidades pode, num futuro bem próximo, depender delas. Fazer elas voltarem às ruas só precisa de um pouco de incentivo.

A experiência em muitas cidades sugere que oferecer instalações especiais para o trânsito de bicicletas é apenas uma parte – ainda que de grande importância – do processo de estimular cada vez mais pessoas a pedalar. Políticas mais amplas, que incluem mudanças no desenho urbano das vias, áreas sem carro, regiões de baixa velocidade, todas essas são atitudes vitais para que a população se sinta segura a trocar o transporte particular pela bicicleta. Porém, aproximar a própria bicicleta das pessoas também é necessário. Para isso, cidades podem valer-se das mais diversas iniciativas, desde fechar ruas para o uso da bicicleta aos domingos ou organizar workshops para quem quer começar a pedalar, até a promoção de megaeventos.”

(continua ler este excelente artigo em thecityfixbrasil.com)

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sinais de fumo, sinais de alerta

o filtro fumarento

O sol poente de ontem estava deslumbrante, mas a beleza do momento não representa a realidade que quero realçar. O céu está quente, ardente, turvado pela fumaça que cobre a cidade e filtra o sol.

Antes de mais, aos nossos heróis, bravos soldados da paz, muita força e coragem.

O Grande Porto está em brasa e as altas temperaturas combinadas com o vento forte e seco fazem com que chamas imparáveis destruam a floresta e tudo o que apanham pelo caminho. A mão criminosa aliada à falta de limpeza das matas, continua a ser a maior causa do flagelo dos incêndios. Ainda há dias, quando pedalava pelo Monte de Santa Justa, fiquei chocado com a quantidade de pneus velhos, lixo e entulho criminosamente espalhado pela mata. Todos nós sabemos que a floresta só com o calor não arde e que muitos destes incêndios não são obra do acaso. O fogo posto e a falta de limpeza das matas deve ter mão pesada da justiça.

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