hipsterismo de trazer por casa

Pondo de parte o expediente rápido e rústico de simplesmente pôr as calças por dentro das meias, ou enrolar a bainha ao estilo “regar milho”, o acessório com maior significado para a cultura ciclista é a mola da roupa. No meio de tantas evoluções tecnológicas de ponta, o ciclismo permite o recurso aos mais diversos objectos do quotidiano para solucionar os seus problemas. E uma das maiores dúvidas com que o ciclista se prende diariamente é como proteger a roupa do óleo da corrente e dos bicos afiados da pedaleira. Um recurso simples e bastante, digamos, caseiro é prender a calça com a mítica mola de roupa na parte de fora das calças, bem ao género clássico do senhor António. Mas, porque me sinto um pouco intimidado em usar uma simples e singela mola de roupa a “apanhar” a bainha direita da ganga, optei pelo mashup moderno da fita elástica com fecho em velcro. E quando uma colega me informou em alta voz: “Eh eh… vê-se logo que vieste na bicicleta”, foi quando dei conta que andei toda manhã bem ao estilo parolo com a bainha apanhada!

Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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5 respostas a hipsterismo de trazer por casa

  1. tiagosilva.pt@gmail.com diz:

    Encontrei no seguinte site algumas boas ideias para prender as calças:
    http://www.motorcyclebootstraps.com/

    PS: Desculpa lá a publicidade, és livre de apagar este comentário.

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  2. paulofski diz:

    Boa Tiago, as fitas de velcro servem perfeitamente, tanto que às vezes nem me lembro das tirar.

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  3. Anónimo diz:

    Esse senhor António tem uma bela bicicleta…! Avanço Phillipe, Travões Mafac Racer… não me importava nada de a ter para mim…

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  4. paulofski diz:

    E tubo Reynolds 531 e grupo Campangolo e não sei que mais o quê… ah já sei, pneu bayou que os pôs novos mas que não estavam bem colocados! Encontrei-o há uns meses em Baguim do Monte, estava ele a experimentá-la, 19 anos depois de a ter pendurado na cave. Contou-me que ia todos os dias nela subir a serra para trabalhar em Valongo.Aquela bicla ficou-me na retina.

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  5. Anónimo diz:

    UAU!
    Bicicleta e pessoa. Ficam as duas na cabeça.

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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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