cambodian cycles

Average cost to rent a bicycle in Cambodia = $1 USD… and they usually come equipped with a basket. Here’s a collaboration of videos of what we saw biking around for the month we lived in Cambodia…

Beka Fritz’s Videos

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bicicletas + fotogramas = ciclograma

“O Ciclograma diz… boa-viagem de muitas formas. Pedalando as ruas, semeando palavras e colhendo sorrisos. A lembrar que há momentos que inspiram e, mais ainda, há (as) pessoas que nos Inspiram.

Hermine Von Dijck foi a inspiração para o projeto Ciclograma (este projeto), uma jovem belga que desenvolve o Projecto Words for Strangers. Com outros contornos e contexto, o Ciclograma emerge nas ruas da cidade, pronto a saudar todos aqueles que se cruzem no seu caminho.

Vamos pedalar?”

Desde já com lugar cativo na pedalada, aqui ao lado direito.

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a importância do selim

Na hora de escolher o modelo, a primeira coisa a pensar é se ele acolhe as nossas necessidades. Afinal de contas é lá que depositamos o abono de família e as partes mais sensíveis do canastro.

Qual o selim que devo escolher? Em primeiro lugar esta é uma escolha que vai para além do gosto pessoal. Escolher um selim não pode ser somente uma questão de beleza ou leveza. Claro que um “sofá” não é o mais adequado para uma bicicleta de estrada, nem um selim leve e fininho, tipo tábua de passar a ferro, é vistoso numa pasteleira. Não devemos escolher pelo preço, pelo estilo ou quanto ele pesa, mas sim se ele serve realmente as nossas necessidades.

Atendendo à modalidade, se para utilização urbana, passeio, estrada ou monte, em todas as linhas de selins a flexibilidade é a característica a ter em conta. Quanto maior a flexibilidade melhor será a agilidade do ciclista. Em cada uma dessas modalidades há necessidades específicas. As bicicletas de passeio e outras, por exemplo para a utilização tipo cross country, em que a preferência é o conforto, uma vez que os seus utilizadores se interessam em percorrer grandes distâncias sem necessidade de muita velocidade, deve-se optar por um selim confortável com uma boa base de apoio onde podem assentar devidamente os ísquios, pois pedala-se quase que 100% do tempo no selim. Assim como a forqueta com suspensão faz a diferença nos braços, os selins de molas, espuma ou gel, oferecem um maior conforto. Já para as bicicletas de utilização urbana, onde de se pode pedalar por mais de 20-30km sobre um selim em utilizações curtas e em variados tipos de piso, nem sempre é preciso ter um selim superfofo, mas um que permita uma boa mobilidade das pernas e facilite a manobra de montar e desmontar da bicicleta. Nas biclas de estrada e nas btt’ês deportivas, o selim deve ser um pouco mais estreito e leve, uma vez que a cadência das pernas é bem maior e muitas das vezes pedala-se tanto em pé quanto sentado.

Alguns modelos oferecem quase 300 mm de comprimento permitindo que o ciclista deslize sobre o selim de forma a aumentar a amplitude de movimentos e exercer maior força sobre o selim. Pode-se ainda variar a posição, inclinação, altura do selim tendo em atenção que os músculos trabalham de maneira diferente. Nota: O selim deve estar sempre nivelado, paralelo ao solo na horizontal.

Utilização masculina ou feminina? Não poderia ser diferente com a escolha dos selins. Nesse caso, devemos seguir a anatomia humana, em que algumas mulheres possuem uma anatomia entre os ísquios maior devido à bacia, necessitando de um selim com uma base maior e mais curta. Já nos homens, esta distância entre os ísquios é menor e a região do períneo maior, podendo o selim ser mais longo. Existem selins com medidas que variam de 250 a 300mm de comprimento e larguras que variam de 125mm a 170mm. O melhor e mais prático método para a escolha do tamanho do selim é a experimentação, sentar e sentir se o rabo está correctamente apoiado no selim ou não.

Pode-se até ter feito a escolha acertada e ser o selim o mais adequado às proporções anatómicas, objectivos e modalidade, mas se estiver alto ou baixo demais irá interferir demasiado com o desempenho e gerar um desconforto nas chamadas partes baixas e incomodar ao ponto de provocar lesões. A altura influencia exactamente o posicionamento e “encaixe” dos ísquios na base mais ampla do selim, sem falar na posição correcta das pernas durante a pedalada, evitando pressionar os joelhos, e aumentar a força sobre os pedais. Está comprovado que um bom posicionamento do selim pode aumentar até 30% de rendimento da força exercida nos pedais. Muitas vezes nas pedaladas mais longas, com largos períodos de poiso no selim, e após trechos e trechos de irregularidades, subidas onde se pedala com mais força causando maior pressão, pode haver uma maior sensibilidade no períneo devido à trepidação e esforço, e, em virtude disso, sentir algo parecido com um “formigueiro”. Sim, isso é mais normal do que se imagina, mas se após uma mudança no posicionamento ou ir levantando o rabo do selim isso já melhora, é aguentar e dar ao pedal pois essa hipersensibilidade é normal. Caso os sintomas persistam mesmo sem pedalar então já é melhor procurar assistência médica.

É sabido que selins bons exigem um maior desembolso financeiro. Para além de ser uma peça fundamental, o selim é também uma coisa pessoal. Nem sempre o mais leve, o mais bonito, é o melhor. Actualmente, já existem mais opções de selins ergonómicos, desenhados para retirar o peso da área do períneo e distribuí-lo para as nádegas e ísquios. O conforto vale mais na pedalada do que o peso total da bicicleta. Estas são pelo menos as básicas dicas para o início de um casamento ideal com a nossa bicicleta, pois lembrem-se que é no selim que passamos a maior parte do nosso tempo enquanto dámos ao pedal.

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passageiro de meio mundo

“Quantas vezes vos passou pela cabeça agarrar numa bicicleta e partir à descoberta do mundo?
Arriscamos a dizer que seguramente já o fizeram. Mas por alguma razão nunca chegaram a dar a primeira pedalada aventureira.
Pouco são aqueles que o fazem, pois não é uma decisão fá…cil. Mais ainda quando se viaja em regime solitário.
Foi por esses trilhos que encontrámos Idílio Freire, um português que se aventurou a sair do nosso lugar ao sol e entre uma pedalada e a outra conheceu meio mundo.

Economista no Instituto Nacional de Estatística, desde 1992, Idílio é um desportista indisciplinado, viajante apaixonado e um aventureiro audaz: “Numa dimensão mais física e mental, procuro a adrenalina, os limites; mas também o fio da navalha e, com ele, um patamar de equilíbrio sempre superior. A superação. Do ponto de vista intelectual, move-me a curiosidade, a individualidade, as vivências, a natureza, a cultura. O conhecimento. Numa perspectiva humana, ver, viver, sentir “o outro”, o “estranho” que é o nosso semelhante do outro lado do mundo, na diversidade, no contraste que flagela um continente, um mundo – o nosso mundo.”

A Matilha Cycle Crew em parceria com a Casa da América Latina gostaria de vos convidar a ouvir o Diário de Viagem de um ciclista em regime solitário do Canadá à Argentina.
Num ambiente descontraído e informal vamos conhecer as história e as peripécias de quem visitou 15 países ao longo de 14 meses. Uma boa oportunidade para ganharmos inspiração, conhecermos as dificuldades e as alegrias de viajar de bicicleta para que um dia talvez, sejamos nós os Passageiros de Meio Mundo.

Entrem nesta viagem com data marcada para dia 13 de Março às 21 horas na Casa da América Latina – Av. 24 de Julho 118-B, Lisboa.

A não perder temos também o pré-lançamento exclusivo do número 2 da revista B – Cultura da Bicicleta.

Contamos com a vossa presença

Matilha Cycle Crew””

Agradecimentos:
Idílio Freire – bacalhaudebicicletacomtodos.blogspot.com
Casa da América Latina – www.casamericalatina.pt
Revista B – facebook.com/B.CulturadaBicicleta
Cenas a Pedal – www.cenasapedal.com/
Câmara Municipal de Lisboa

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fotocycle [7] flying

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ciclofilia [30] Bike Collective

The mission of the Bicycle Collective is to promote cycling as an effective and sustainable form of transportation and as a cornerstone of a cleaner, healthier, and safer society. The Collective provides refurbished bicycles and educational programs to the community, focusing on children and lower income households.

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pedalar

Os irmãos Regadas, eu e o velho Lau a postos para engrossar a Massa

Pedalar não é apenas um extraordinário exercício físico. Pedalar é um acto de amizade, de reverência com o mundo, com tudo o que nos rodeia, a nossa vida e a dos outros. Quando estamos sentados no selim duma bicicleta, pretendemos do respeito dos outros, dos automobilistas, dos peões, e somos nós os primeiros a respeita-los. Na bicicleta sabemos honrar os nossos limites. A pedalar exercitamos a tolerância.

Logo mais às 18:30h a malta junta-se na Praça dos Leões para a Massa Crítica de Fevereiro. Apareçam para pedalar e conviver.

(Fotografia do Bob)

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fotocycle [6] burnout

bicyclist by fcknn.tumblr.com

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¿has probado a usar la bici?

Motion Graphics for the Environmental education center in the Valencian Community
It promotes the advantages of the bicycle and use of this in detriment of the car.

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passe a publicidade [18] Italia Veloce

Officina italiana velocipedi di pregio

“Ritti sulla cima del mondo noi scagliamo una volta ancora la nostra sfida alle stelle”

Italians do it better?

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