ciclofilia [32] Anjou Vélo Vintage

Anjou Vélo Vintage, la retro excursiόn en bici en vídeo !

Descubre ahora, un anticipo de lo que le está esperando en Saumur los 23 y 24 de Junio.

Hasta pronto en las carreteras del Anjou

anjou-velo-vintage.com

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dívida de gratidão

gOrka linda, filhinha do papá... bem, acabaram-se as pieguices e deixa-me amarrar-te antes que fujas!...

Não é apenas uma devoradora de quilómetros que me injecta doses massivas de adrenalina. Não! Ela é dedicada ao seu dono, sempre pronta a servi-lo mesmo quando o dorminhoco faz ouvidos moucos ao despertador e então se lembra que ela existe, com a desculpa esfarrapada que é para recuperar uns minutinhos até ao trabalho. Ufa… cheguei!

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fotocycle [9] joyface

by ~Cheskahill

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a testar os mercados e a matar o frio, expressivamente num dois em um

Para bolinar e aquecer um pouco sob este sol primaveril, ao longo da marginal até Matosinhos, basta despegar a horas decentes (regalia de que não prescindo) e pedalar muito. Em suma, vou dar uma “granda bolta” só para comprar umas maças suculentas para o lanche  e rapar um frio do caraças enquanto dou duas de letra com os duendes na megastore. Pode-se então dizer que vou pedalar para testar os mercados, que não os financeiros! No entanto, invariavelmente, não saio de lá sem lutar contra o relógio ou enriquecer o meu espólio Velo com coisas bué de fixes. E prontos, cá estou eu a cumprir a minha auto-infligida incumbência de vir a correr escrever neste pasquim após a minha visita, e isso só porque enfiei o barrete, não no termo idiomático da coisa, mas dizer que finalmente coloquei sob a minha cabeçorra o meu boné de gajos gordos que voam!

Segue-se uma cópia ilegal onde se revela como se coça a micose para, entre outras criminalidades que por lá se praticam, “matar o frio”:

A loja exterior 46A do Mercado Municipal de Matosinhos (ou MMM), já foi uma loja de sementes. Foi uma loja de sementes, mas poderia ter sido muitas outras coisas. Desconfiamos que podia ter servido como armazém frigorífico, por exemplo. É que aqui, somos obrigados a ter um pouco ecológico aquecedor permanentemente ligado para não raparmos um frio do pior que consigam imaginar. Como diz uma amiga nossa, “aí uma pessoa não envelhece”.

Foi por isso que, a pensar na conta da electricidade e também porque às vezes ficam fartos de se aturar uns aos outros, os duendes decidiram arranjar uma forma de se manterem quentinhos, sem poucas vergonhas.

É esta a história do velódromo MMM. Aproveitando-se a matéria-prima, solta-se o espírito Velo e, logo desde o primeiro dia, realiza-se uma competição em modo time-trial, que consiste em dar uma volta cronometrada ao Mercado, cujos resultados individuais vão sendo apontados num quadro de lousa. É uma competição mais viável e com mais factor “fixe” do que o Bike Quiddich. Alguns clientes já aderiram e um deles até chegou a ter o record.

O circuito, oval, é constituído pelos seguintes elementos:

Subida da Ponte, “Grande Prémio Velo Culture” ou Reta da Meta

O ponto de partida do Velódromo MMM é uma tampa de saneamento em frente à nossa loja. Basicamente é uma partida parada, o que complica a coisa aos duendes que andam de fixed-gear e têm que arrancar com os pés presos. É também a reta final, onde é necessário um sprint a subir. Normalmente não tem carros.

Curva da Encruzilhada

Confluência da saída da ponte com três ruas, todas no mesmo sentido. É uma falsa curva fácil, já que os carros podem aparecer com alguma velocidade vindos da esquerda.

Reta dos Sapatos ou Chicane Surpresa

Logo depois da Curva da Encruzilhada aparece o primeiro grande momento de aceleração, contrariado na maioria das vezes por uma grande confusão de camiões a carregar e a descarregar coisas para o MMM. Normalmente há um efeito chicane, mas nunca sabemos qual é a configuração durante os segundos da passagem.

Curva dos Velhotes sem Nada que Fazer

Logo depois da Chicane Surpresa entramos na Curva dos Velhotes sem Nada que Fazer. O nome deve-se a estar sempre um velhote (nunca o mesmo) parado no passeio em frente à passadeira, mas que não quer atravessar a rua. Tem um efeito positivo no “trafic calming”, já que toda a gente pára e insiste muito para ele atravessar a rua. Esta curva é a rampa de lançamento para a colina do Santo Amaro.

Rampa do Santo Amaro

Uma verdadeira rampa, que passa em frente à Casa Santo Amaro, onde o pessoal da Velo Culture costuma almoçar. Conseguem-se velocidades fabulosas. A reta termina na Curva do Metro, que é precedida de uma passadeira gigante.

Já dissemos que o percurso é todo em paralelo e que por aqui costuma orvalhar muito?

Curva do Metro

O nome parece pouco original e o freguês já adivinhou que se trata de uma curva perto da Estação de Metro. Contudo, não podíamos deixar de lhe dar este nome, já que as condições do seu acesso fazem com que haja um medo permanente de a não conseguir ir fazer e ir parar ao meio da linha.

Se a conseguirmos fazer, entramos na reta da morte.

Reta da Morte

Pequeno segmento onde entramos depois da Curva do Metro. É estreita e há normalmente carros estacionados. Nesta altura, o ciclista já só faz contas à energia que lhe resta para entrar novamente na Subida da Ponte.

Curva Bollycao

Todas as calorias ingeridas durante o dia vão ser imporantes para fazer esta curva e levantar o rabo do selim para o último arranque em força em direcção ao sprint final. É normalmente o momento que separa os homens dos meninos.

No próximo video podem ver o Paulo a fazer a Curva Bollycao depois da volta que lhe valeu o recorde durante uma semana.

N.d.r., e isto já sou eu a dizer: Tal como na Volta a Portugal, na volta ao Mercado a camisola laranja é o símbolo do líder da juventude.

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fotocycle [8] questões de fundo

Este tasco serve fundamentalmente para atender e satisfazer com informação de qualidade toda e qualquer necessidade de quem pesquise algo e, por mera casualidade googleana, venha aqui parar.  Assim, e como só hoje registei duas solicitações com palavras chave coincidentes, a saber: “na bicicleta mostrando o rabo” e “o rabo na bicicleta”, e como o lema do estaminé é agradar os seus clientes, dedico a todos a seguinte fotografia, porque se você cá vem é porque tem muito bom gosto.

Então, muito obrigado e boas… pedaladas!

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“do Porto e não só”

Cruz, Chaves, 1870- ? Comemorações do VII Centenário do Nascimento de Santo António Lisboa 1895

É excelente o vasto trabalho de pesquisa e divulgação da história da utilização da bicicleta como meio de transporte na transição do século 19 para o século 20 que RF no seu blogue “do Porto e não só” nos oferece: A Bicicleta

 

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ciclofilia [31] Radball

Prognóstico? Só no final do jogo!…

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elegante e intemporal

A O Porto Cooper (o Porto é Porto e prontos) é inspirada nas biclas clássicas em aço leve de corrida dos anos 60. Com os mais recentes materiais e tecnologias, combina um estilo simples e intemporal, de elegância e beleza como se de uma tripeirinha de gema se tratasse.

Cooper bikes use their Engineering expertise to create bikes that are designed and manufactured to meet the high standards demanded by our customers. Cooper bikes ensure that all components meet or exceed the latest CEN test standards, and only work with trusted, established industry specialists and component suppliers to deliver the perfect package. The Oporto perfectly combines this modern Technology and Engineering with classic style and elegance. The beautiful lugged and brazed frame uses Reynolds 520 Cr Mo butted steel tube to ensure lightweight strength and durability.

The Cooper Engineering Team worked with Sturmey Archer to design a unique crankset, and combined it with their timeless 5 speed rear hub to provide outstanding performance maintaining a classic, clean look. Mavic Open Sport rims and Tektro brakes provide the stopping power. The classic Brooks B17S Lady saddle and Brooks leather bar grips guarantee quality and comfort. Complete with chrome mudguards and chrome rear rack and finished in Spring White with Oporto decals.

À atenção da duendada!

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bike fit? post it…

e a coisa ainda ia a meio!...

Não foram 10, foram 5 mas bons os ciclistas urbanos da Imbicta que se juntaram numa nova sessão de trabalho para a co-criação de ideias e soluções para estimular e facilitar a utilização da bicicleta como meio de transporte na cidade do Porto. Na continuação do trabalho iniciado pelos tolinhos dos mapas e ainda numa primeira fase, O João Sampaio, a Patrícia, o Ricardo, o Alexandre e moi-même, fomos colorindo o alvo de hierarquias com papeluchos e sarrabiscos onde a utilização urbana da bicicleta está presente.

“Pensar o uso da bicicleta na cidade como estímulo para a economia local, comércio tradicional, novos serviços ou modelos de negócio, catalizador de novas formas de vivência e ocupação do espaço urbano, assim como melhoria da qualidade ambiental.”

A sessão de trabalho colaborativo terminou altas horas a devastar umas pizzas e dar umas pedaladas. Seguir-se-á o brainstorming.

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o Velocipedista

Esta malta tem cá um pedal!…

“No dia 1 de Março de 1893 nasceu o Velocipedista. Hoje (ontem), 1 de Março de 2012, nasce o Velocipedista.

E o que é o Velocipedista? É um projecto de dois curiosos, o André Correia e o Miguel Barbot (Velho Lau, para quem pedala), dois rapazinhos apaixonados pelo Porto, por bicicletas e por coisas antigas mais ou menos esquecidas.

O Velocipedista não é mais que um sítio para onde vamos atirando coisas sobre as bicicletas do tempo em que as bicicletas não eram do tempo de hoje, ou seja, desde a segunda metade do Século XIX, até meados do Século XX, mais minuto, menos minuto. Tudo no Porto.

A coisa é feita com trabalhinho. Muito trabalhinho, nomeadamente incursões à Biblioteca Pública Municipal do Porto e picanço de pedra de campo com visitas a locais de interesse sempre que se justificar.

Avisamos que temos dois fetiches: o Real Velo Club do Porto e o Maria Amélia.”

Avante, pois.

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