the Pallet Bike… get the kit, make your’s

How many wood pallets have you seen on your travels? Pallets will be the source of a new cycling trend, whereby the cyclists derives pleasure not only through using his/ her bike, but making it…

The pallet bike is presented as a accessible bike making kit, designed to allow any individual to turn a U.K standard size pallet into a simple functioning bike. The Kit contains all the necessary components and requires only basic tools. A instruction manual is provided to guide a user to his/ her finished Bike.

Through producing their own bike, the user experiences overwhelming satisfaction and joy, for they have crafted their own bicycle.

The video show how a user goes about creating his/her Pallet bike with the kit and instructions provided.

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ciclofilia [80] A Vintage Affair

It’s Sunday. Local Vintage bike enthusiasts hanging out with one another…

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fotocycle [75] colour me…

Azul Azul

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projecto carma

B cultura da Bicicleta

 

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can’t miss [36] recuperandolacalle.org

Lo bonito de usar la bicicleta en la ciudad

belleza ciclismo

“Empieza a hacer las cosas que quieres. La vida es simple.”

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o “Porto by bike”

“A short clip filmed during a bike trip through Porto. This effect was something I wanted to try out for a while. The main biker is Levi, a hardcore biker on a leisure ride.”…

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capacete, sim ou não!

capacete, sim ou não

Talvez um dia, na estrada, darão mais atenção aos ciclistas. O preconceito será uma coisa do passado e cada um de nós será respeitado como somos. Por agora, no global, saúdo as alterações, no entanto não me satisfazendo plenamente, persistem ainda muitas outras questões no que à protecção ao ciclista diz respeito. Aqueles, cuja natural predisposição no trânsito é a arrogância e a intolerância, estarão fora de regra e terão de acatar as imposições estabelecidas.

A questão do capacete é uma entre várias que abordam as bicicletas nas alterações propostas pelo Governo. Do ponto de vista da segurança parece claro, proteger um crânio de qualquer forma não pode ser uma coisa inútil. Ou assim parecia! Essa tendência começou no mundo do ciclismo profissional há coisa de duas décadas. Depois o debate seguiu feroz sobre se deve ser obrigatório usar um capacete ao andar de bicicleta.

O argumento popular na comunidade ciclista contra o uso do capacete é que ninguém usa um capacete na Holanda. Isto é verdade. Os holandeses não vêem a necessidade do uso do capacete como indispensável para a sua segurança. E a maioria deles sobrevive sem o capacete. A sua cultura é muito diferente de muitos outros países onde andar de bicicleta perto dos carros pode ser interpretado como nada menos do que coisa de gente maluca. Há quem chegue ao extremo argumentativo para provar que o uso de um capacete é prejudicial ao ciclista. Citam estudos e estatísticas que supostamente mostram haver um maior número de vítimas causadas por lesões que não foram protegidas pelo uso do capacete.

A maioria dos profissionais médicos vê o uso do capacete como obrigatório. Têm pelo seu lado a experiência em primeira mão dos danos que podem resultar de um trauma na cabeça. Muitos automobilistas entendem que se um ciclista se recusa a usar um capacete é um inconsciente e um criminoso, mesmo que o real perigo advenha nomeadamente das suas decisões e atitudes.

Podemos debater os prós e os contras do uso do capacete por tempo indeterminado. Nenhum dos dois lados vai convencer o outro porque este debate não se baseia na lógica. Ele é baseado em convicções e preferências pessoais. Andar de bicicleta é conveniente, divertido, oferece muitos benefícios para um indivíduo e para a sociedade. Desencorajar o uso da bicicleta, exigindo a todos a usar um capacete derrota todos os aspectos positivos do ciclismo. Nesse sentido é contra-produtivo. Talvez a única coisa com que possa concordar é a questão de tornar obrigatório o uso do capacete a crianças com menos de sete anos, embora considere um absurdo a multa conjecturada. Desde que o meu filho aprendeu a pedalar, a regra da casa era que ele usava sempre um capacete. Para não ficar atrás do exemplo paternal, ao contrário do ponto de vista maternal, desde que pedala diariamente não o usa.

Alguns defensores do uso do capacete não podem forçar os outros a usar um capacete. Embora as intenções sejam sinceras os seus argumentos para obrigar a utilização de um capacete são fracos. Eu posso alegremente recordar quando era jovem, quando andava de bicicleta de cabeça descoberta, os muitos trambolhões que dei: quando atropelei um cão, quando bati contra um carro mal estacionado ou quando me deu a macacoa e desmaiei enquanto pedalava. Em nenhuma das situações “rachei a mona”. Já antes que pudesse subir para um selim de bicicleta, meus pais me haviam costurado o couro cabeludo. No que aos primeiros socorros dizia respeito eu estava garantido, pois tinha o privilégio permanente de dois enfermeiros de urgência lá em casa. Ainda tenho bem visível um lembrete na testa de quão frágil é a cabeça humana, mesmo em momentos e nas situações mais corriqueiras podemos ficar com um galo do caraças.

Eu reconheço que um capacete protege a cabeça. Não precisam de me bombardear com pseudo-evidências científicas que um capacete pode de facto proteger a cabeça. Em jeito de justificação, eu uso sempre o capacete quando o considero apropriado, em pedaladas mais radicais ou em percursos de maior velocidade. Com esta alteração de regras, com mais pessoas a pedalar na cidade, com a adequação dos costumes a essa realidade, o debate sobre o uso do capacete obrigatório vai aquecer. O dilema sobre o uso do capacete pode, eventualmente, resolver-se com a tecnologia, evoluir e tornar mais conveniente a protecção da cabeça do ciclista, no entanto, quero ser poupado à necessidade de outros tomarem essa decisão por mim. Eu tendo a favorecer a liberdade pessoal, sempre que possível.

adenda a propósito:

Ayer salió a la luz el proyecto de reforma del Reglamento General de Circulación (RGC) de la DGT. Tras un injustificado retraso -la modificación iba a ser una realidad la legislatura anterior- conversaciones con asociaciones, grupos ciclistas, señales positivas y diálogo, llega una norma injusta, ilógica e irracional. Concretamente por el artículo 179:

Artículo 179. Otras normas.
1. Los ciclistas, y en su caso los ocupantes, estarán obligados a utilizar
cascos de protección homologados o certificados
según la legislación vigente. Los
ciclistas en competición y los ciclistas profesionales en entrenamiento o en
competición, se regirán por sus propias normas.

Al principio parecía que se iban a valorar sus opiniones; teniendo en cuenta que Seguí y Fernández Díaz, ministro de Interior, llegan cada día en coche oficial al trabajo, era lógico. Pero en un escalofriante giro de la trama, el argumentario de los pedaleantes ha quedado en papel mojado. “El casco obligatorio, el arrinconamiento del ciclista en la calzada y el mantenimiento del régimen sancionador a los ciclistas como si provocaran el mismo peligro que los motorizados, parecen pretender desanimar y expulsar a los ciclistas de las calles”, resume Conbici su posición respecto a la norma.

Mapa del mundo obligatoriedad del casco

Mapa del mundo en función de la obligatoriedad del casco. Enero de 2013.
Datos de Bicycle Helmet Safety Institute and Bicycle Helmet Research Foundation
Verde: no obligatorio. Rojo: Obligatorio. Resto: obligatorio fuera de las urbes, menores.

Pode ler o artigo completo aqui.

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o kit ideal para fintar a troika

2 de Março2 de Março, manif “Que se lixe a Troika”, Porto, Avenida dos Aliados.

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ciclofilia [79] algo-à-partida teaser

algo-à-partida

Uma viagem que começa na Bélgica e que acaba no Porto.
Dura 52 dias.
Pedalando cerca 3000 km.
Acampando diariamente em lugares diferentes.
Comendo arroz, massas e toda a variedade de legumes.
Dormimos quando os pássaros se vão.
Caíram-nos todas as estações em cima.
E foi a viagem até agora.

André Santos e Felix Kremer

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fotocycle [74] Ladies Bicycle Hipster

Gorgeous, Genuine Vintage Womens BikeAmazingly restored vintage ladies bike… Perfect for Sydney cruising! … at ebay

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