passe a publicidade [56] Schindelhauer VIKTOR – Paint It Black

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can’t miss [72] p3.publico.pt/vicios

Os diários de uma bicicleta

Ryan Behner

“Começou como muitos outros, com uma fotografia de uma caneca de café e outra do pôr-do-sol. Pouco depois, uma das suas paixões, a bicicleta, fundiu-se com outra, a fotografia. E o seu Instagram ganhou um invulgar diário. Ryan Behner sai de casa, pousa a máquina fotográfica no chão, conta até dez (utiliza um temporizador) e colecciona auto-retratos antes da sua partida de bicicleta para o trabalho. @rbehner é um madrugador. Por isso também teve que aprender a tapar o sol com o corpo e a jogar com os primeiros raios de sol do dia. “Começou por ser uma experiência, mas a reacção das pessoas motivou-me e levou-me a continuar a inventar poses com a minha bicicleta”.”

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ideias à moda do Porto

Destaco a seguinte mensagem deixada hoje aqui, na caixa de correio do estaminé:

“Bom Dia!
Somos um grupo que está a criar ideais criativas para o Porto! Publicamos algumas ideias por semana, e temos muitas preparadas no que concerne ao uso da Bicicleta na nossa cidade!
Como especialistas na matéria, gostávamos de contar com o vosso contríbuto e ideias únicas, podem contactar-nos através da página caso queiram ajudar.
De qualquer das formas deixamo-vos o último post que fizemos: consideramos que seria bastante útil a um Porto amigo dos ciclistas a reabertura dos elevadores da Ponte da Arrábida, poderíamos usar toda a marginal do porto desde Matosinhos e usar o elevador para chegar ao centro do Porto sem transpor grandes declives.

http://www.ideiasamodadoporto.com/5-reactivacao-elevadores-ponte-da-arrabida/

Aproveito a papinha feita pelo Miguel Barbot sobre a cinquentenária ponte, e recordar/partilhar/sublinhar as ideias que o Velho Lau escreveu sobre este equipamento deixado ao abandono em:

Há coisas tão simples que até parecem estúpidas II

(basta clicar nas letrinhas azuis… e assim me safo e saio de fininho, porque me parece estar a chocar uma daquelas gripes…)

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Carta aos condutores

mv's avatarPedalAçores

Hoje um post diferente, transcrito de um vídeo que alerta para o nosso comportamento nas ruas. Só tive o trabalho de traduzir 🙂

Queridos condutores/as,

Sou um pai, uma mãe, um filho, sou um ciclista…

Durante muito tempo, pedalar tem colaborado para o meu bem estar físico, e tem me ajudado de maneira simples a me livrar das pressões e do stress que o dia-a-dia pode trazer.

Gosto de andar de bicicleta por vários motivos: porque é saudável, porque gosto de comtemplar a bela paisagem do lugar em que vivo e simplesmente por que gosto do pedalar por si só. Adoro sentir o vento no rosto, o sol a bater-me nas costas, as coisas acontecendo a minha volta e tenho satisfação por poder sentir estas coisas enquanto pedalo.

Caro motorista, eu não sou um ciclista, mas sim um marido. Tenho uma esposa que também adora andar de bicicleta, e um…

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have fun…

… the road is everywhere!

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can’t miss [71] super.abril.com.br

Bicicleta nos extremos

por 

david

“Experiências de quem pedala na periferia” (de São Paulo)

Junto com outros 12 amigos, na faixa dos 16 aos 19 anos, David tem um grupo na periferia da Zona Norte paulistana chamado Exploradores Urbanos. “Para os que são menores de idade, a gente pede autorização para os pais para pedalar com a gente”, conta. Há um ano, a turma se reúne aos sábados para pedalar pela região da Serra da Cantareira e do Pico do Jaraguá, nos extremos norte e oeste da cidade. No feriado de Corpus Christi, resolveram inovar e foram até o centro de São Paulo, a quase 25 quilômetros do seu bairro de origem, o Jardim Paulistano, na região da Brasilândia, periferia da Zona Norte.

“Pedalar no Centro é muito diferente. Vimos muitos ciclistas usando capacete, coisa mais linda, e cumprimentavam a gente sem nos conhecer”, conta o estudante. “Era estranho. Isso não acontece aqui, na nossa região.” Apesar da admiração, David achou que pedalar nos bairros centrais é mais arriscado do que na periferia. “Sentimos que tinha mais carros, ônibus e caminhões, que nos respeitavam menos. Aqui, no bairro, as pessoas se conhecem mais e por isso o respeito é maior.”…”

(ler aqui esta excelente a reportagem, produzida por Natália Garcia e Evelyn Araripe para a Vida Simples, vencedora do prémio Abraciclo de Jornalismo 2013)

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tudo a dar ao pedal (até ao teatro do bairro)

pistapedal

Celebrando o seu segundo aniversário, o Jornal Pedal promove a festa “Pedal Duplo”, no dia 14 de Dezembro, sábado, no Teatro do Bairro em Lisboa. Este evento, organizado pelo jornal dedicado à ciclo-cultura, vai levar até ao Bairro Alto bicicletas, música, bandas, djs e surpresas. Ao vivo no palco do Teatro do Bairro estarão os Quelle Dead Gazelle e a dupla PISTA (ícones do “pedalcore”); o dj set vai contar com as duplas BANDIDO$ e Youamp Wintube. Para o pessoal do pedal mais aventureiro a festa arranca ao final da tarde, pelas 19h, com uma “alleycat”. Bicicletas ao alto!

fonte: bodyspace.net

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¡queremos ver rodar las bicis!

“Ya logramos un paso importante en el diseño para la cultura de la movilidad. Despues de tres prototipos, finalmente el primer modelo de bicicleta de Creatorio ve la luz. Una bicicleta realmente urbana, muy urbana. Pensada , diseñada y construida en Colombia, te ofrece comodidad en la postura y en el andar. Es un aparato de ciudad, un objeto que quiere integrarse al paisaje urbano. Queremos que rueden, que varias rueden por las calles y se empiece a construir una movilidad inteligente.”

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fotocycle [106] sleepy hollow

Sleepy Hollowdon’t lose your head

 

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textos de Marcos Paulo Schlickmann [6] A (in)segurança rodoviária

No texto de hoje tinha eu o intuito de abordar outros temas, porém depois do trágico acidente com um ator hollywoodiano, conjugado com a cobertura jornalística durante a semana que não atestou o óbvio, eu resolvi mudar o tema e escrever sobre a insegurança rodoviária. Eu acompanhei a generalidade dos jornais brasileiros e portugueses e não encontrei uma única notícia que atestasse o óbvio. Coisa que vou fazer agora:

Um dos maiores promotores através do cinema da cultura da velocidade, do desrespeito às leis de trânsito, da cultura das corridas de rua e da afirmação do automóvel, foi vítima e morreu, literalmente, pelo que promovia. Seria cômico se não fosse trágico.

Agora vejam estas fotos e façam um minuto de silêncio.

O que mais me espanta é a cegueira coletiva que tenta desviar a atenção do cerne da questão: a insegurança rodoviária. Por ser uma pessoa famosa, a imprensa dá mais atenção à tristeza e à dor dos fãs e esquece simplesmente de questionar o que este ator promovia nos seus filmes.

Segundo um relatório da Organização Mundial de Saúde sobre segurança rodoviária, http://www.who.int/violence_injury_prevention/road_safety_status/2013/en/index.html, que recomendo vivamente uma vista de olhos, ainda morrem em média, 1,24 milhões de pessoas por ano no mundo todo em acidentes de trânsito. Estima-se que no Holocausto, o extermínio de judeus durante a Segunda Guerra Mundial, morreram 6 milhões de pessoas durante 1939 e 1945, uma média de 1 milhão por ano. Diante desses números como alguém pode dizer que vivemos em tempos de paz?  Vivemos em guerra, numa era onde mais uma morte no trânsito é considerada normal (isso se você for um zé ninguém, mas se for um ator famoso daí não, daí é preciso deitar lágrimas e fazer homenagens), num país onde assassinar um peão/pedestre com um carro não dá cadeia:
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1785044.

Os BRIC, a sigla da moda para designar as potências económicas Brasil, Rússia, Índia e China, também são verdadeiras potências em mortes no trânsito, com os seguintes valores para 2009 ou 2010 (valores reportados. Em alguns casos os valores estimados podem dobrar ou triplicar):

País

Total de mortes no trânsito

Mortes por 100 mil habitantes

Brasil

36.499

18,72

Rússia

26.567

18,6

Índia

130.037

10,64

China

70.134

5,21

Tabela 1 – Mortes no trânsito. Fonte: (http://www.who.int/violence_injury_prevention/road_safety_status/2013/en/index.html)

Para finalizar vos deixo com uma excelente passagem do livro “Apocalipse Motorizado” (http://brasil.indymedia.org/media/2008/04//417244.pdf):

“Imagine que um grupo de cientistas pede um encontro com as lideranças políticas do país para discutir a introdução de uma nova invenção. Os cientistas explicam que os benefícios da tecnologia são incontestáveis, e que a invenção aumentará a eficiência e tornará a vida de todos mais fácil. O único lado negativo, eles alertam, é que para ela funcionar, 40 mil pessoas inocentes terão que morrer a cada ano. Os políticos decidiriam adotar ou não a nova invenção?

Os alunos estavam prestes a dizer que uma tal proposição seria completamente rejeitada de imediato, quando ele despreocupadamente observou: “Nós já a temos: o automóvel”. Ele nos fez refletir sobre a quantidade de morte e de sofrimento que nossa sociedade tolera como resultado do nosso comprometimento em manter o sistema tecnológico – um sistema no qual todos nós nascemos e não temos escolha além de tentar nos adaptar a ele.”

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