Na bicicleta desfruto das ruas, das mesmas ruas que me guiam para o trabalho. Na bicicleta olho o Porto como uma cidade em movimento. Desvendo nas paredes da minha cidade a arte urbana que sai à rua. Arte provisória, tradicional e abstracta, camuflagem do desocupado e do decrépito. A pé e na bicicleta invado os recantos, apodero-me das paredes como as heras ou as mãos de um artista. Aproveito cada momento.






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Hazul? Parece que sim!
(H)Azul e Branco, como o nosso coração.
Sempre em grande estilo Paulo, boa semana.
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Sim, é uma pequena colagem de Hazul Luzah numa parede da Rua de Oliveira Monteiro.
Quanto ao estilo, é o mesmo de todas as manhãs, cabelos ao vento e remelas nos olhos!
Cumprimentos Nelson
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