Acontece com alguma frequência chegar a casa feito gato-sapato. Em primeiro lugar porque gosto de pedalar, desfrutar de um par de quilómetros de vento em poupa, engrenar as velocidades mais altas e voar através do ar. Embora seja certamente divertido de vez em quando, a velocidade não é realmente tão importante para mim. Aproveitar um daqueles belos dias de Primavera para enfrentar a impiedosa colina que nos leva ao topo da montanha, a vistas deslumbrantes e que nos deixam com um grande sorriso. Pedalar por horas ao longo de estradas rurais, no sobe e desce, apanhando sol, desfrutando da amizade e camaradagem. Depois o meu percurso leva-me através da cidade, onde há muita agitação, onde há cada vez mais grupos de pessoas de bicicleta, e isso é bom. Chegar a casa, parar e ficar a pensar: que dia maravilhoso, que desporto fantástico que transforma o “sofrimento” num enorme prazer!





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