…
“Desde os atentados terroristas em Paris, a 13 de Novembro, Bruxelas tem registado vários sobressaltos, incluindo ameaças de bomba em estações de metro e rusgas policiais. Esteve vários dias em alerta máximo de segurança, com escolas e superfícies comerciais fechadas. Tornou-se hábito ver militares em zonas chave da cidade, mas os habitantes da cidade conseguiam esquecer-se que eles lá estavam. As rotinas continuaram.
E irão continuar. “Amanhã o plano é voltar a apanhar o metro. Se estiver fechado, vou de bicicleta,” disse Eduardo. “O fundamental é não mudar radicalmente a nossa vida… pois é isso mesmo que o terrorismo quer.””






![um eléctrico chamado velho [1]](https://nabicicleta.files.wordpress.com/2011/02/093.jpg?w=200&h=200&crop=1)
![textos de Marcos Paulo Schlickmann [8] A rua e as crianças](https://nabicicleta.files.wordpress.com/2013/12/fig1.jpg?w=200&h=200&crop=1)











