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“Desde os atentados terroristas em Paris, a 13 de Novembro, Bruxelas tem registado vários sobressaltos, incluindo ameaças de bomba em estações de metro e rusgas policiais. Esteve vários dias em alerta máximo de segurança, com escolas e superfícies comerciais fechadas. Tornou-se hábito ver militares em zonas chave da cidade, mas os habitantes da cidade conseguiam esquecer-se que eles lá estavam. As rotinas continuaram.
E irão continuar. “Amanhã o plano é voltar a apanhar o metro. Se estiver fechado, vou de bicicleta,” disse Eduardo. “O fundamental é não mudar radicalmente a nossa vida… pois é isso mesmo que o terrorismo quer.””




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