Estou no ponto mais ocidental do Porto. À minha frente, a calma vastidão do oceano e atrás de mim o passeio do molhe, uma estrutura alongada de pedras e blocos de cimento que para além de ser palco da rivalidade no que à pesca de cana diz respeito, é também cenário fotográfico do pôr-do-sol portuense e dos rigores do inverno. No momento, é o melhor refugio que encontro para estar, o local mais fresco onde posso chegar na minha bicicleta, em pleno Oceano Atlântico. Não basta o momento quente da politiquice, o país está sob aviso laranja, assolado por uma onda de calor, à mercê dos fatídicos incêndios. Ouvi no noticiário radiofónico que há a forte probabilidade de se baterem todos os recordes. De facto, logo às primeiras horas do dia enquanto pedalava para o trabalho, se sentia um bafo pesado. As primaveras e verões incomuns que se tem vindo a registar nos últimos anos serão talvez o resultado das alterações climáticas e do aquecimento dos oceanos, o que por sua vez, aparentemente, influencia a atmosfera e as oscilações do clima… Não sei! Entretanto, um veleiro em asa de pomba passa mesmo à minha frente e arriba à barra do Douro. Vou apenas tentar apreciar o instante de tudo ao meu redor e refrigerar…
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Reconheço essa cosmos! Penso que estivemos à conversa na Velo Invicta há uns dias atrás 🙂 Bom post e blog, que já seguia, mas só agora associei à bicicleta em questão. Cumprimentos
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Obrigado António. Sim, recordo bem a nossa conversa. Cumprimentos
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