bicycle portraits

Relembrando o excelente trabalho “ciclofotográfico” sobre a cultura da bicicleta que Sérgio Moura do blogue De Bicicleta no Porto vem desenvolvendo com os seus retratos dos ciclistas do Porto, recentemente objecto de uma interessante reportagem televisiva, e enquanto dou um giro pela net, descubro um semelhante e interessante propósito de retratar e difundir o quotidiano de ciclistas, neste caso sul-africanos.

Stan Engelbrecht e um seu amigo e entusiasta das biclas, Nic Grobler, iniciaram recentemente um projecto de investigação da cultura da bicicleta na África do Sul e assim encorajar o uso das bicicletas entre todas as classes sociais. Sempre que podem, juntos ou separados, eles pedalam à procura de pessoas que usam bicicletas como um instrumento fundamental da sua existência no dia-a-dia. Dessa forma, eles arranjaram uma boa desculpa para viajar por toda a África do Sul de bicicleta e tirar fotografias, conhecendo, focando as câmaras e fotografando aqueles que usam a bicicleta no seu quotidiano. Com os fundos de doações que pretendem angariar, desejam publicar o livro “Bicycle portraits – everyday South Africans and their bicycles”. Através da publicação deste livro, querem ser capazes de capacitar a população carente para a aquisição de bicicletas, acessórios, manutenção, enfim, promover a bicicleta como um meio de transporte independente e encorajar todos a andar de bicicleta.

Vejam o filme promocional.

http://www.kickstarter.com/projects/bicycleportraits/bicycle-portraits-part-ii-everyday-south-africans-0/widget/video.html

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vale bem o esforço subir a torre

Para muita da malta das “baikes”, a bicicleta é mais um passatempo, é mais uma actividade de fim-de-semana do que um fantástico meio de transporte. O maior número de viagens feitas de bicicleta pela cidade é para o divertimento e para a prática desportiva. Pois deveria ser muito mais do que um mero passeio pelo Parque da Cidade ou pela orla marítima. Se forem levadas em conta outras actividades do dia-a-dia, como ir para o emprego, ir para a escola, fazer compras ou ir ao cabeleireiro, o índice de melhoria do estilo de vida seria mais gratificante.

Felizmente, tenho verificado que cada vez mais tripeiros vêem usando a bicicleta como meio de transporte. Aproveitando a condição física adquirida com as pedaladas sazonais, a malta das pedaladas “findesemanais” bem que poderia complementar o uso da bicicleta para muitas outras coisas do quotidiano. Atendendo ao crescente número de pessoas que pedalam aos sábados e domingos, em recreação, entendo que poderiam rentabilizar a tonificação das pernas também nos chamados dias úteis.

Porque não!? Há um consenso de que a bicicleta é usada para lazer, mas socialmente o seu uso está mais ligado ao transporte e ao uso conjugado com outros meios de transporte, especialmente os públicos. O “commute” é uma simples e prática ideia, uma espécie de juntar o agradável à útil independência que a bicicleta proporciona e assim poupar uns euros no combustível fóssil pela gratuíta transpiração.

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um pouco de azul

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passando vertigens

Após mais de cinco datas anunciadas para a inauguração, o Teleférico de Gaia iniciou ontem a circulação. Muita gente saiu à rua no “ver para crer”, desconfiada da noticia, que tinham visto na televisão, pois talvez tivesse sido preparada por se tratar do dia das mentiras.

No percurso entre o Jardim do Morro e o Cais de Gaia, 562 metros, o teleférico propõe-se transportar os utentes desde a cota alta até à cota baixa, ligando o Metro à zona ribeirinha. Para início de novidade, foram transportadas 400 pessoas no dia inaugural. E a vox populi depressa destravou, porém não exaltava a maravilhosa vista sobre o Douro, o Porto e Gaia, nem o benefício que o teleférico trás à mobilidade. O preçário era o grande tema de conversas: “Como é possível uma viagem de ida e volta custar nove euros?!”. Vai ser outro elevador da Lada!”. “Isto é só para turista ver!”. Se até os turistas lamentaram o preço das viagens…

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paz, amor e bicicleta

Hoje, Avenida dos Aliados, Porto

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na bicicleta [6] dando o exemplo

(Porto, Parque da Cidade)

Não serão necessárias muitas teorias e gastar tempo e dinheiro em mais estudos para se demonstrar que o exercício físico é pré-requisito para se viver melhor e com saúde. A despeito dessa constatação, o sedentarismo é meio caminho andado (não saindo do sítio) para o surgimento das maleitas da civilização: doenças cardíacas, diabetes, obesidade e outras que tais.

Sabendo disso, são propostas, quase que incessantemente, metodologias de treino, orientações comportamentais e os mais diversos métodos para a prática de exercício físico. No entanto, eis uma questão que se impõe: Se é senso comum os benefícios do exercício físico porque o sedentarismo ainda é um comportamento difícil de ser modificado?

Certamente haverão respostas diversas mas convergentes: Depende! Depende da pessoa. Depende da predisposição, da disponibilidade, do tempo, da acomodação às novas e sucessivas tecnologias que promovem acima de tudo o conforto humano.

Quanto mais fácil, rápido e confortável, melhor. Em frente ao televisor, em frente ao monitor, em frente ao volante, esse comportamento promove a facilidade e o conforto, muito atraentes ao nosso cérebro que nos impulsiona sempre para a economia de energia, o pecado da preguiça, muito embora a tecnologia não deva ser a responsável pela inércia de ninguém.

E qual a melhor maneira de evitar o marasmo do sedentário? Para mim a resposta é lapalissiana: Mexa-se!

Os hábitos são a essência do comportamento. Portanto, se as crianças se forem habituando à pratica de exercício físico: caminhar, correr, andar de bicicleta, de skate, nadar, a prática modalidades desportivas… enfim, tudo o que estiver ao seu alcance, favorece a formação de rotinas que naturalmente se fortalecerão em comportamentos saudáveis continuados. Combinar uma alimentação saudável com o exercício diário são as orientações essenciais para um estilo de vida são.

Às pessoas mais avançadas na idade, aos velhos, pronto, será porventura mais difícil desenvolver novos comportamentos e algumas rotinas de movimento. É fácil enquanto jovem manter o peso e criar mecanismos contra o sedentarismo. Com a idade o corpo ressente-se do volume e de alguns maus hábitos adquiridos, mas não deve servir de desculpa para levantarmos o rabo do sofá e sair para caminhar ou pedalar uma bicicleta. A chave de ignição que dá força à vontade está no cérebro.

Quem compra os alimentos lá para casa são os pais. Quem deve estimular as crianças e os jovens a largar a playstation e praticar exercício são os pais. É através do envolvimento e do exemplo dos pais que esse hábito é possível. Pais que praticam exercícios físicos com os filhos, e de alguma forma os estimulam, possivelmente estão a acautelar um comportamento activo no crescimento dos jovens e contribuindo de maneira significativa para que esse estilo de vida se estenda no futuro em comportamentos duradouros. Deixar que as crianças se desenvolvam sem exercício físico é abrir a porta para o comportamento sedentário, e para se tornar num boneco da michelin de trazer por casa a médio prazo. Um grande passo para essa verdadeira conquista é seguir o velho ditado popular: o exemplo vem de cima, no meu caso vem a meu lado, na bicicleta.

(V.N.Gaia – Praia da Madalena)
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estacionada à porta da padaria inglesa

Hoje na Rua da Constituição, Porto.

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bicimoda

A Strellson promove a sua campanha, Strellson meets Bianchi, uma colecção de roupa masculina para o ciclista urbano. São fatos confeccionados de tecidos específicos e com um design adequado para o homem executivo/ciclista urbano seguir a pedalar e deslumbrar.

Confere o excelente vídeo promocional:

 

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o ciclone

Van Hulsteijn

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acessórios insólitos mas práticos para bicicletas

Se forem adeptos da exclusividade, ou do “estar na moda”, saibam que existem inúmeros acessórios para deixar a vossa bicicleta mais incrementada e funcional do que já é. Uma bicicleta pode ser mais do que uma atitude saudável e podes arrasar enquanto pedalas no meio do trânsito. Trago no alforge duas propostas diferentes para diferentes géneros.

Dizem que é um sucesso na Holanda. A Simeli, marca especializada em ornamentos para bicicletas, criou um acessório de croché, que além de deixar a bina toda pomposa e feminina,  tem também uma função de utilidade: evitar que a saia ou o casaco enrosquem na roda. Existem vários modelos de diferentes padrões e cores, e a partir de €58 os “naprons” serão entregues em casa.

Uma boa opção para quem precisa transportar objectos é este suporte feito artesanalmente em couro, desenvolvido por um jogador de pólo que pretendia apenas transportar os seus tacos na bicicleta sem se atrapalhar. A ideia é simples e mostrou-se bastante útil para carregar inúmeras outras coisas enquanto pedala. E uma das que melhor se encaixou, pelo tamanho e espaço do quadro, foi um six-pack de cerveja! Fácil de prender e seguro, permite que  um gajo vá com as duas mãos bem firmes a segurar o guidão e não atrapalha a pedalada. Recomendo no entanto que se bebam as bejecas só após a bicicletada.

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