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How to Ride a Bicycle

tandem bicycle

“Start with you legs
long and gangly
push down
pull up. Repeat.

Grip the handle bars
like an old flame
you want to forget
but can’t.
Hold on tight. Don’t let go.

Look up
see how the horizon stretches.
What pictures
are etched in the clouds today?
how many eagles
how many tree tops
how many steeples
can you count?

…”

click “How to Ride a Bicycle” and enjoy a beautiful journey of poetry.

 

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assunto: Por um Código da Estrada que proteja peões e ciclistas

A melhor resposta recebida ao email conjunto enviado aos grupos parlamentares da AR.

“Caro Paulo Almeida,

Agradeço a mensagem que me envia, a par de tantas outras que nos têm chegado de muitos cidadãos preocupados com as alterações ao Código da Estrada relativas a ciclistas e peões. Creio que esta mobilização cidadã em torno dos elementos mais vulneráveis da circulação rodoviária mostra que a sociedade portuguesa exige hoje uma legislação mais atenta aos “modos suaves” de mobilidade. Isso é desde já um ganho importante num país com a história negra de sinistralidade rodoviária que infelizmente temos – e tem um importante impacto para discussão que agora fazemos.
Como creio que sabe, o Bloco de Esquerda apresentou há já alguns meses uma proposta que creio que responde à maioria das questões que coloca, e que aproveito para lhe enviar em anexo.
Ontem tivemos um primeiro debate aqui na AR, e creio que a maioria parlamentar PSD/CDS permitirá a aprovação destas propostas. Apesar do clima político marcado por grande conflito, creio, contudo, que será possível prosseguir com a discussão destas propostas no âmbito da mobilidade suave, tendo também em conta as reivindicações de cidadãos e associações que vão chegando à AR.
Qualquer dúvida ou sugestão que lhe pareça importante nesta matéria, não hesite em nos voltar a contactar.
Grata pela sua atenção, os meus melhores cumprimentos,

Ana Drago”

Aqui o anexo

Aqui a intervenção da senhora deputada no Parlamento

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passe a publicidade [45] Early Rider Hair he Comes

Já diz o pobo, é de pequenino que se torce o pepino!!!

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faxabôre, anotar na agenda

MA 2013

Vintage, old school, chopper, cruiser, custom, fixed gear, estradeira, pasteleira, monociclo, biciclo, tricilo, what ever, traja-te da bicla que te parecer melhor e aparece dia 25 no Parque da Cidade para atravancar o Movimento Alternativo 2013.

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a bicla é fixe

beautiful ride

Em cada oportunidade, circunstância ou lugar, procuro sempre destacar os aspectos positivos do ciclismo. As bicicletas proporcionam vários benefícios: à saúde, ao nosso bolso, ajudam a reduzir o trânsito e a diminuir a poluição. As bicicletas facilitam um modo de transporte e uma opção para as pessoas. Quando sou cumprimentado à porta do prédio, do elevador, com a bicla na mão, os meus interlocutores normalmente evocam uma imagem positiva da bicicleta. No entanto, como certas coisas mesquinhas da vida, há sempre um vizinho que entende a bicicleta como algo perigoso e evitável. Pensa que pelo facto de se dar ao pedal nas estradas ou em qualquer outro sítio vai sofrer algum tipo de acidente. Tem uma imagem preconcebida que gira em torno do ciclismo, de corridas de bicicleta, de trambolhões, de lesões, e que isso é coisa de putos. Enfatizam em demasia notícias negativas que esporadicamente publicam sobre quem usa a bicicleta.

Acidentes acontecem, infelizmente, mas ao contrário de notícias trágicas diárias sobre sinistralidade rodoviária, estes são relatos invulgares, como tantos de outros tipos de acidentes, envolvendo pessoas que pedalam.

Assim, e apesar de tudo, o ciclismo tem muitos benefícios. Tem-se incentivado mais o uso da bicicleta como meio de transporte. A crescente visibilidade da bicicleta no actual contexto tem vindo a reforçar os motivos e convicções sobre a sua versatilidade no meio urbano. Para estimar a velocidade, andar de bicicleta é muitas vezes comparada, e é relativamente lenta em comparação com o carro, mas parte da razão que os não ciclistas desconhecem é que de facto a bicicleta é mais célere no centro da cidade: planeando um determinado percurso, uma rota alternativa, as bicicletas oferecem claramente muitas vantagens sobre os carros, são mais fáceis de estacionar, são mais manobráveis, são praticamente silenciosas.

Aqueles que não gostam do ciclismo e, por conseguinte, de partilhar a via com ciclistas, vão sempre servir-se, com mais evidência, de esporádicos incidentes e promover uma publicidade negativa ao ciclismo. Além das vantagens mencionadas, as bicicletas são especialmente úteis pelo seu lado positivo. Não lhes vamos dar importância, dar relevância às suas atitudes agressivas, vamos sim interagir assertivamente com eles nas estradas. Para os automobilistas de mente mais aberta, devemos chamar atenção para a polivalência que uma bicicleta pode ter e usar a nossa presença como um lembrete, para que todos observem cuidadosamente os ciclistas em todos os momentos. É o sinal de que as bicicletas estão de volta, cada vez mais integradas na sociedade e lentamente a substituir os carros. Em suma, as biclas são uma coisa boa.

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por um melhor Código da Estrada – é este o momento de agir!

Sabendo o que a casa gasta pode até cair em saco roto,  não estranhem que pense assim, mas a nossa força está na união de esforços e um “emílio” é coisa barata e que se manda nuns segundos depois de umas marteladas no teclado.

Vai ao sitio da MUBI (clica aqui), lê atentamente o que nos propõe e sê mais um cidadão deste país a recordar aos srs. deputados que, se fazemos parte da União Europeia, o Código da Estrada português está fora da legislação de outros países europeus e falha em proteger, promover e dignificar peões e ciclistas. 

“Dentro de poucos dias, a Assembleia da República irá debater e votar uma proposta de revisão elaborada pelo governo. No entanto, apesar de alguns aspectos positivos, a proposta anunciada sofre de erros e lacunas muito graves. 

Mas nada está ainda perdido. Se conseguirmos demonstrar esses erros e lacunas aos deputados da Assembleia, talvez os consigamos influenciar a corrigir a proposta e a produzir um novo Código da Estrada que dê finalmente a proteção que os peões e ciclistas em Portugal merecem.”

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can’t miss [39] comboiosxxi.tk

“Logicamente, regressemos ao passado”

mini-ensaio-relâmpago de Nuno Gomes Lopes

…

“A título de exemplo refiro o Porto (e arredores). A sua rede de elétricos (o Porto teve a primeira linha da Península) atingiu 150 quilómetros de extensão; os tróleis vieram desocupar os elétricos, e por sua vez os autocarros; o metro veio colmatar um vazio existente, custando, no entanto, mais de mil milhões de euros a instalar. Outro exemplo: entre o Porto e Vila do Conde existia uma ciclovia com mais de 25 km, paralela à EN13, desmantelada para aumentar o espaço para os carros. Por toda a área metropolitana gastam-se milhões para construir ciclovias, quando as infraestruturas existentes foram abandonadas. No extremo oposto, a rede de autoestradas foi crescendo ao ponto de sermos o país europeu com mais quilómetros per capita. É este o uso racional dos dinheiros públicos?”

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ciclofilia [83] Ser Feliz! / Be Happy!

from

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how to apply fix your bike

fixyourbike.it
Do It Your Self – Customize Your Bike

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a brincar com os resultados

Eu sempre gostei de fotografia a preto e branco. Emersos na magia do monocromático, foram assim os primordiais registos fotográficos da minha existência. Não é que seja tão velho assim, apenas mantenho boas as lembranças que o meu álbum de fotografias me devolve. Momentos belos que o olho fotográfico do meu pai foi capturando com as suas velhas máquinas, revelados e eternizados em pequenos pedaços de papel, amarelados a sépia pela passagem do tempo. Memórias desbotadas do enquadramento na nossa vida familiar, nos anos sessenta e setenta. Do encantamento e mistério desses dias, dos primeiros passos, os meus e depois os do meu irmão, dos sorrisos e das nossas primeiras pedaladas no triciclo. É um longo caminho, no espaço e no tempo até esta era do digital. Agora tudo podemos corrigir, o ruído, o balanço, a matiz, a luz, tudo. Como é muito mais simples, mais limpo e mais verdadeiro clicar na alternância do preto e do branco, do cinzento e imaginar os tons, todas as formas e sombras, humor e mistério, sem a distorção da cor. Faz-nos processar imagens na mente, adivinhar o colorido dos cenários, a cor do objecto, imaginando-nos na época com toda a sua simplicidade, colorir ou descolorir esses instantes.

red hot

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