O tempo não parou. Quando certas consequências tomam um rumo inesperado, depois sofremos com elas. Ao viver este cativeiro forçado percebemos a falta do tempo, do tempo que não aproveitamos e que agora temos de sobra. Olhando para trás, sente-se a necessidade dessas coisas nas quais não demos tanta atenção. Não eram apenas ilusões, não foram o desperdício do nosso valioso tempo. Fazem-nos falta. Para manter a sanidade, tentamos reforçar as conquistas que tivemos e focamos no que possa garantir que a vida faça sentido.
Resignado, contestando o confinamento e o mau tempo, ponho-me pr’aqui à procura de bons momentos…

Eu tenho a sorte de continuar a sair para trabalhar, mantenho a liberdade de pedalar as minhas bicicletas. Diariamente, tenho a tarefa de encontrar algo que traga sentido a cada dia. A satisfação em aproveitar melhor todos os bons momentos. E todos o podemos fazer, faça o que fizer e vá onde for, com consciência, respeito e em segurança.
Boas pedaladas.




![fotocycle [206] primaverão](https://i0.wp.com/dgtzuqphqg23d.cloudfront.net/YmuKgzOPiOvf7tRF6Z-GZdOhOwI6PJSyPxXJ09gClP0-2048x1536.jpg?resize=200%2C200&ssl=1)

![textos de Marcos Paulo Schlickmann [4] Alguns conceitos básicos do transporte urbano de passageiros (1ª parte)](https://nabicicleta.files.wordpress.com/2013/11/figura-11.jpg?w=200&h=200&crop=1)








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