O passeio de bicicleta é um ritual importante para mim. Depois de alguns minutos de pedalada, as endorfinas entram em acção, começo a recarregar as baterias e a sentir a energia acumular. É especialmente nas primeiras horas da manhã que melhor me sabe o vento a cortar as orelhas. À medida que o horizonte brilha e se torna deslumbrante, nesses momentos é fácil esquecer a fadiga, o relógio e as responsabilidades. Estou no comando, só, no piloto automático, vendo e absorvendo a maravilhosa metamorfose da manhã e do mundo ao meu redor. Mas algo me desperta a atenção e não resisto parar. Aparentemente, quando se gosta de fotografar a sua bicicleta, o ciclista deve, pelo menos uma vez, usar uma pilha de troncos como pano de fundo para alinhar a sua menina e partilhar uma icónica foto com a comunidade.
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Mas atenção onde se pára a bicicleta para sacar a tão bela da fotografia! Não basta ter bom olho para o motivo fotográfico, tem se ter cautela com a fauna que vive nas redondezas. Não fosse o irritadiço pastor alemão ter uma resistente coleira à volta do pescoço presa por uma firme corrente, que o manteve fora do meu raio de alcance, o que eu arranjava era lenha para me queimar… como bem me lembrou o xôr que passeava de camelo 😀 !




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eh eh eh 🙂
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