Não fiquei indiferente aos seus pneus murchos. Sua Alteza permaneceu pendurada e foi negligenciada neste último par de meses. Assim que lhe rodei os pedais, entendi aquele ranger de dentes, e não era desafinação! Era mesmo ferrugem na engrenagem. Algumas lufadas em cada uma das válvulas, uns pingos de óleo na corrente, bastaram para a tirar daquela modorra. Bastou querer para que me deixasse levar pelo seu singular encanto. Voltar a sentir aquela mistura estranhamente convincente de hipster e velocipedista à antiga. Tirei-a do suporte, aperaltei-me e saímos de mão dada para a missa de domingo.





![fotocycle [206] primaverão](https://i0.wp.com/dgtzuqphqg23d.cloudfront.net/YmuKgzOPiOvf7tRF6Z-GZdOhOwI6PJSyPxXJ09gClP0-2048x1536.jpg?resize=200%2C200&ssl=1)

![textos de Marcos Paulo Schlickmann [4] Alguns conceitos básicos do transporte urbano de passageiros (1ª parte)](https://nabicicleta.files.wordpress.com/2013/11/figura-11.jpg?w=200&h=200&crop=1)








Boa. Testemunhei a felicidade de ambos
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também testemunhei a vossa, e o prazer com que corriam. Abraço
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