Transpirenaica: a travessia dos Pirineus de bicicleta
[…] “Passamos 20 dias pedalando entre as serras e vales dos Pireneus. Sei que algumas lembranças e emoções vamos guardar por toda vida. Como acampar sob as árvores de nozes e avelãs (e saboreado suas castanhas diretamente do pé), poder ver o sol nascer no Parque Nacional do Alto Pireneu, conseguimos chegar ao cume nevado do Monte Perdido, enfrentamos subidas de 25 quilômetros, descemos por horas cruzando cânions e acompanhando rios de azul turquesa, fizemos amigos de todos os tipos e idades, conhecemos cicloturistas de muitos países, cozinhamos e saboreamos cogumelos recém colhidos na mata, vimos o eclipse de uma super lua no alto da montanha, e o principal, tivemos um tempo para ficar sem chaves nem senhas, guiados somente pelo tempo da natureza, presos somente ao horário do sol e do frio.” […]
Para os que gostariam de sair assim numa aventura de bicicleta, descobrir a beleza que a natureza tem para dar, pedalar mais perto das estrelas, tem aqui um aliciante aperitivo.








![fotocycle [239] do que se faz no lusco-fusco?](https://i0.wp.com/dgtzuqphqg23d.cloudfront.net/9E5t64ssOu5Ba-nZtNNbjTbXMhdDpOaK28mVTu1nyvg-2048x1536.jpg?resize=200%2C200&ssl=1)










