Dizer a um tripeiro que não há pôr-do-sol mais belo que o nosso é pedir um palavrão e um sorriso. Quem o diz não é do norte, carago! Indiferente a esta questão cósmica, do pôr-do-sol portuense e dos rigores deste outono travestido de verão, aqui o menino idolatra a sua bicicleta, a boa vida e a calma vastidão do oceano. É o melhor refugio que encontro para o bulício enervado da urbanidade. Aproveito cada momento.





![fotocycle [260] um fim de semana na aldeia](https://i0.wp.com/dgtzuqphqg23d.cloudfront.net/rqdFU0gElIh-UsxvdSbTv6-8vorNQl_hsnj35ZiHxA4-2048x1536.jpg?resize=200%2C200&ssl=1)











