Dizer a um tripeiro que não há pôr-do-sol mais belo que o nosso é pedir um palavrão e um sorriso. Quem o diz não é do norte, carago! Indiferente a esta questão cósmica, do pôr-do-sol portuense e dos rigores deste outono travestido de verão, aqui o menino idolatra a sua bicicleta, a boa vida e a calma vastidão do oceano. É o melhor refugio que encontro para o bulício enervado da urbanidade. Aproveito cada momento.





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