“Abaixo a Reação!”
“Entendo que, as recentes alterações do Código da Estrada representaram, em termos da mobilidade suave, a recuperação de décadas de atraso do nosso país relativamente aos outros Estados-membro da UE e a outros extra-europeus onde a proteção dos utentes mais vulneráveis era já uma realidade legal.
Todavia, apesar do enorme avanço é inegável que, em Portugal, existem determinados interesses que não se conformam com o facto de, por exemplo, às bicicletas terem sido conferidos determinados direitos que, de algum modo, as equiparam a outros veículos no panorama rodoviário. Paralelamente, outros interesses, de caráter económico encontram aqui uma oportunidade de negócio.
Esta inconformação é, objetivamente, contrária àquela que é a tendência que de há muito se verifica nos países mais evoluídos nesta matéria e procura atuar no sentido de criar embaraços à circulação em bicicleta com a proposta de introdução de exigências absurdas em nome de uma suposta segurança dos utentes.”…




![reciclando [23] ciclista e peão](https://nabicicleta.files.wordpress.com/2013/03/ciclovia-da-prelada.jpg?w=200&h=200&crop=1)










Reblogged this on Matemática em Sobral and commented:
A mobilidade urbana somente será realizada com a eliminação do automóvel nas zonas urbanas onde ele representa uma espécie invasiva. Fora das zonas urbanas também, mas isto é menos vixível. Não pode haver “mobilidade cidadã” junto com automores individuais isto cai simplesmente numa contradição. Automotores para uso individual é uma consumismo capitalista dos mais perigosos e nefastos.
GostarGostar