commute riders on the storm

Quando a pior das tempestades atinge a zona onde vivemos, enfrentamos sérios desafios para manter o nosso dia-a-dia o mais normal possível. Neste Inverno, temos sido postos à prova com ventos fortes e chuvas intensas. Acontece que muitas pessoas, residentes em outras paragens, sempre que saem de casa de bicicleta vivem cada Inverno como um desafio pessoal. As condições, tanto as climáticas como as de percurso, são das mais difíceis e que eu jamais experimentei a pedalar. A neve e o gelo, o frio glaciar e ruas escorregadias, outras inundadas como se fossem rios, ventos ciclónicos que tornam difícil manter a bicicleta na posição vertical, são condições extremas que facilmente os faria mudar de modo de transporte ou, simplesmente, jogarem a toalha ficando em casa. Ao longo destes dias fui encontrando imagens de renitentes ciclistas que por esse mundo fora pedalam no meio da tempestade com determinação e sorrisos. Aqui ficam algumas:

India. Foto: The Associated Press

India. Foto: The Associated Press

Tokio, Japan. Foto: Franck Robichon

Tokio, Japan. Foto: Franck Robichon

UK, Foto: Dailymail

UK, Foto: Dailymail

UK, Foto: News.Yahoo

UK. Foto: News.Yahoo

USA Foto: Jonathan Maus - Bike Portland

USA, Portland. Foto: Jonathan Maus – Bike Portland

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Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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Uma resposta a commute riders on the storm

  1. Reblogged this on Matemática em Sobral and commented:
    Eu sei o que é isto, quando vivi na Suécia, pedalei de inverno a inverno durante seis anos, mas eu tinha uma bicicleta especial, de dois lugares, uma bicleta dupla que suas três marchas terminava ficando leve e fácil de conduzir, mas ao mesmo tempo pesada se colando bem ao solo se mantinha estável no mau tempo. O terrível eram os autoahólicos que sempre davam a impressão de que o ciclista é que era o problema.

    Gostar

apenas pedalar ao nosso ritmo.

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