O indício de um movimento saudável é a força interior da nossa diferença. A palavra “modo” não representa um estilo particular. Ela não dita como se dá nas vistas nem como se pedala. A forma como decidimos o nosso comportamento é só da nossa conta. Não importa quem somos, onde vivemos, que tipo de bicicleta temos, quão rápido ou lento podemos pedalar, qual a segunda pele que vestimos e o que colocamos na cabeça. A bicicleta modela o homo sapiens. De bicicleta vemos a evolução da nossa espécie, nos diferentes cantos do planeta. A ela devemos as nossas ferramentas de mobilidade. Nela encontramos a chave para o nosso futuro, para a nossa sobrevivência.






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