Portugal quer abraçar a bicicleta, mas precisa de pedalada para proteger os ciclistas
“De quatro rodas para duas, o futuro da mobilidade quer-se suave, com os carros a ceder espaço às bicicletas e trotinetes. A vontade política manifesta é essa e há cada vez mais pessoas a optar por meios de transporte alternativos. Mas falta segurança, a real e a percecionada — e isso reflete-se em números e histórias trágicas que colocam ciclistas e automobilistas em confronto. E há quem já tenha metido as mãos (e a inteligência artifical) à obra para encontrar uma solução. Se é certo que a vaga de fundo da mobilidade alternativa é incontornável, pede-se uma “transição” em vez de uma “revolução”, e exige-se um plano pensado à medida para que a cidade não seja de uns ou de outros, mas de todos.”
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Partilho este excelente e pertinente artigo de António Moura dos Santos publicado na edição de 20 de julho da Sapo24. Recomendo vivamente a sua leitura e análise.




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