novidades só na bicicleta (.com)

Foram ontem tornados públicos pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) os resultados dos Inquéritos à Mobilidade nas Áreas Metropolitanas do Porto e Lisboa, o que confirma a excessiva dependência do automóvel face a um uso reduzido do transporte colectivo.

hoje, a fintar o trânsito

Até aqui, nenhuma surpresa. O automóvel continua a ser o meio de transporte favorito dos residentes nas grandes áreas metropolitanas. Os dados do Eurostat de 2016 já mostravam que os portugueses eram os segundos europeus que mais usavam o carro como meio de transporte principal. Os primeiros são os lituanos.

No Porto, 67,6% dos inquiridos admitiram que o carro era o seu meio principal de transporte. A taxa de ocupação automóvel, isto é, o número de pessoas que transporta cada carro, é de 1,56 pessoas naquela área metropolitana.

Em média, no Porto, admitem passar mais de uma hora por dia no trânsito: 66,8 minutos, sendo os residentes em Vila Nova de Gaia  que mais tempo gastam em média, nas deslocações nos “dias úteis”, cerca de uma hora e 20 minutos agarrados ao volante.

Na área metropolitana do Porto, as distâncias médias percorridas foram de 10,6 quilómetros. Já os residentes em Gondomar percorrem em média uma maior distância no quotidiano: 13,2 quilómetros.

Nesta área metropolitana, as despesas mensais com combustível variam entre 60 e 150 euros por cada agregado: 37,9% dos inquiridos admitiu gastar entre 30 e 100 euros em combustível. As despesas com portagens não chegaram, em média, aos dez euros mensais.

Há, no entanto, quem prefira deslocar-se a pé ou de bicicleta. No Porto, essas pessoas representam 18,9% nos casos que prefere andar a pé, e apenas 0,4% usam a bicicleta diariamente nas deslocações casa-trabalho-casa. Em comparação, em Lisboa a percentagem dos que prefere caminhar é ligeiramente mais alta, 23,5%, mas apenas 0,5% do pessoal dá ao pedal na cidade.

Os transportes públicos surgem em terceiro quarto lugar no pódium das preferências dos residentes. No Porto representam 11,1% das deslocações. Neste particular o autocarro é o meio de transporte público mais usado, mais de 8%, seguido do transporte ferroviário pesado e ligeiro (comboio e metro) que corresponde a 2,8% da utilização no Porto.

Complementando estes dados, leio hoje no Público que o transporte público ainda é para quem não tem alternativa !!!

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Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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