da campanha das autárquicas

PAN pedala por melhores ciclovias e pede partilha de carros

“Equipada a rigor, com câmara go-pro instalada no capacete, Bebiana Cunha tem percorrido desde terça-feira a cidade do Porto na sua bicicleta elétrica. É a campanha eleitoral da candidata do PAN, partido que se apresenta pela primeira vez nesta corrida autárquica e que pretende eleger dois deputados municipais e acalenta ainda a esperança de colocar um vereador no executivo. Os percursos de bicicleta que durante três dias realiza pelo Porto servem o propósito de “discutir a mobilidade da cidade, as acessibilidades e o urbanismo”.

Antes de liderar o grupo de sete bicicletas, a psicóloga que nasceu no bairro da Sé disse ontem que estas temáticas são decisivas para a inclusão. “Se resolvermos os problemas de mobilidade estamos a diminuir o problema de desigualdades sociais. Estamos a permitir a todos ter acessos às mesmas coisas”, diz. A aposta do PAN é nos transportes públicos, mas a preços acessíveis, e nos sistemas de partilha de veículos, automóveis e bicicletas, ambos em sistema elétrico porque a orografia do Porto assim o exige. A Câmara deve ter a iniciativa, alega. “A par disso é essencial criar percursos adequados. Temos poucas ciclovias e são inseguras”, aponta Bebiana Cunha, recorrendo ao percurso efetuado de véspera. “Dou o exemplo da Asprela, passamos lá e aquilo parece mais preparado para fazer BTT do que para andar de bicicleta. Fazer uma ciclovia não é pegar numa trincha e pintá-la no chão.”” […]

(lê o artigo completyo em https://www.dn.pt/portugal/interior/pan-pedala-por-melhores-ciclovias-e-pede-partilha-de-carros-8785915.html)

Câmara aposta na mobilidade sustentável

““O nosso objetivo é devolver a cidade às pessoas, e, por isso, temos um plano de mobilidade que pretende, até 2023, dotar o Município de mais de 20 quilómetros de ciclovia, reestruturando os principais espaços públicos da malha urbana em prol dos peões, apostar num serviço intermunicipal de transportes públicos e reorganizar o estacionamento”, declarou.

A data, assinalada por toda a Europa, teve como objetivo alertar para a necessidade de mudança de comportamentos relativamente ao atual paradigma de mobilidade, assente na utilização do automóvel.
Recorde-se que em fevereiro, a Câmara Municipal de Santo Tirso apresentou o Plano de Mobilidade Sustentável, que resultará num investimento da autarquia na ordem dos oito milhões de euros.

“A mobilidade sustentável é uma das grandes apostas do nosso Município. Temos que, paulatinamente, convencer as pessoas a encontrar alternativa ao carro. Para além das bicicletas e das ciclovias vamos ainda investir na aquisição de viaturas elétricas e na instalação postos de abastecimento para estas viaturas no concelho” explicou Joaquim Couto.”

(lê o artigo completo em http://www.santo-tirso.tv/artigo/1/3234/camara-aposta-na-mobilidade-sustentavel/)

Maioria das ciclovias de Lisboa precisa de obras

“Para quem anda de bicicleta em Lisboa não é propriamente uma novidade, mas a câmara assume-o agora abertamente: a maioria das ciclovias da cidade precisa de obras. Em alguns casos é o traçado que não faz sentido, noutros há inclinações demasiado acentuadas, noutros ainda há interrupções abruptas, em muitos falta já pavimento e sinalização.

São 36 os troços de ciclovia a precisar de intervenção, o que perfaz o total de 55 quilómetros numa rede que tem cerca de 70. Num relatório elaborado a meio de Julho a pedido do CDS, o gabinete do vereador José Sá Fernandes fez uma compilação exaustiva dos problemas e definiu uma lista de trabalhos necessários – alguns deles já estão a ser feitos, garantiu o vereador da Estrutura Verde ao PÚBLICO. […]

[…]conclui-se que “todas as pistas para velocípedes analisadas apresentam estados muito avançados de degradação ao nível da cor aplicada sobre o pavimento”. E que a escolha da cor vermelha para os primeiros troços (os novos são pintados a verde) é uma prática desaconselhada pelos “documentos de referência internacionais e recomendações da União Europeia”. Sobretudo “pelos elevados custos que envolve na fase de construção” e “pela falta de simplicidade na fase de manutenção”. Ainda assim, Lisboa não é caso único, pois o vermelho é a cor escolhida pela “maioria dos concelhos portugueses e cidades europeias”. […]

(lê o artigo completo em https://www.publico.pt/2017/09/27/local/noticia/maioria-das-ciclovias-de-lisboa-precisa-de-obras-1786781)

 

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Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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