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Órbita, as bicicletas portuguesas de outros planetas

[…] “Convencionais, todo-o-terreno, elétricas e partilhadas. Em Águeda há bicicletas para todos os gostos e bolsos. Fomos conhecer a Órbita, uma marca com mais de 45 anos que já é um sucesso lá fora.” […]

[…] ”Recuemos no tempo. A história começa há quase meio século. Estávamos em 1971 quando três sócios de Aveiro formaram uma pequena associação de peças e componentes industriais de velocípedes. Na altura havia mais de 70 empresas de fabrico e montagem de bicicletas em Águeda. A Órbita era uma das marcas e respondia à casa-mãe Miralago, a base industrial do grupo. “A ideia dos fundadores era fazer o produto todo e entrar no mercado com mais valor”, explica um dos atuais responsáveis. Além do fabrico para as marcas próprias, produziam também para a indústria de motociclos e carros, apostando ainda na exportação, principalmente para Espanha e França.” […]

[…] “Quando souberam do concurso de Lisboa em novembro de 2015, não hesitaram em candidatar-se. “Fizemos o desenvolvimento de um novo sistema com base na experiência que havia”, explica. Queriam uma versão que fosse para quem vai de comboio e chega à cidade, para quem vai para o trabalho de bicicleta ou para o turista. “É ainda um modelo que permite uma facilidade em escalar para outros mercados”, acrescenta.” […]

[…] ”“Os nomes dos modelos convencionais continuam a ser inspirados no espaço, os modelos todo-o-terreno em corpos celestes e a linha de estrada em vilas e cidades portuguesas”, explica Jorge. É o caso da Aveiro, uma versão dobrável, urbana e moderna. “Tem muito a ver com a cidade jovem, da mobilidade”, explica. E as bicicletas são vendidas para todo o mundo com este nome. Não há traduções. É made in Portugal mesmo.” […]

Lê o artigo completo sobre esta mítica marca portuguesa em: http://observador.pt/2017/04/15/orbita-as-bicicletas-portuguesas-de-outros-planetas/

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Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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