O final de tarde convidava a vadiar, a saborear o tempo. Apreciar a luz outonal de um verão improvisado, que ao de leve toca a paisagem e aquece a alma. Degustar da paz e liberdade, da deslocação e movimento que solta folhas caídas do chão. Com um sorriso natural, sem aditivos, pelo simples prazer que é pedalar por estes jardins de Outono. Aproveito cada momento.
O Parque da Cidade do Porto é uma das minhas opções de percurso após o expediente, no meu regresso a casa. É considerado o maior parque urbano do país. Perfeitamente integrado no tecido urbano, estende-se até ao mar, conferindo-lhe uma particularidade rara. Enquadrado numa arquitectura sofisticada, com elementos graníticos entre vastas áreas verdes arborizadas, extensos relvados, lagos, flora e fauna variada. A ondulação do terreno, os espaços decorativos e de lazer, o Pavlhão da Água, o picadeiro, os bancos, os caminhos aprazíveis entre o arvoredo, conferem ao visitante a sensação plena de serenidade e encanto, particularmente se o visitarmos na mais bela época do ano.





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