Só, com a companhia habitual, palmilho a cidade. Por rotas certas, por um caminho diferente, à sua vontade. Mais uma vez o rio, o encontro de um amigo, outra vez até ao mar. Guia-me pelo movimento dos outros, aos olhares de outros, sob o sol de Outono. Leva-me onde há vento, calma e perfume no ar. E com ela, aproveito cada momento. Quem sou eu para a contrariar!









![reciclando [16] entre o “seguro morreu de velho” e “quem não arrisca não petisca”](https://nabicicleta.files.wordpress.com/2015/08/bike-from-work.jpg?w=200&h=200&crop=1)










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