coisas do Porto e histórias da carochinha

Soares dos Reis vai recuperar antigo velódromo

VELODROMO PORTO“A directora do Museu Nacional Soares dos Reis (MNSR), Maria João Vasconcelos, revelou à Rádio Renascença que a zona do velódromo vai ser recuperada para abrir ao público em Setembro.

O espaço era, no início do século XIX, o maior recinto desportivo da cidade. O velódromo, que foi inaugurado em 1894 e fechou nos anos 30, pretencia à família real, mas, como o rei D. Carlos era presidente honorário do Velo Club do Porto, foi cedido a esta associação fundada em 1983.

Já no início do século XXI o velódromo foi requalificado pelo arquitecto Fernando Távora. Parte da estrutura original da pista foi recuperada e esta foi enquadrada no jardim.

Agora, faltam jardineiros no quadro de pessoal do MNSR e o espaço só abre ao público uma vez por ano, no Dia Internacional dos Museus, que se celebra já celebrou no domingo.”

(ler notícia aqui); (ler aqui o trabalho de campo feito pelo Velocipedista)

Câmara do Porto quer Silo-Auto para regular estacionamento e fechar ruas na Baixa

silocoiso1…“A Câmara do Porto quer a empresa municipal Porto Lazer a gerir o parque de estacionamento Silo-Auto para disciplinar o estacionamento na Baixa, nomeadamente fechando algumas ruas ao trânsito nas noites de fim de semana.

Fonte da autarquia adiantou hoje à Lusa que “o dossiê não está fechado” mas estão em causa “ruas importantes” e o encerramento de algumas pode “avançar” antes de estar garantido o serviço de 24 horas nos transportes públicos (metro e Sociedade de Transportes Públicos — STCP).

Considerando que, nesta fase, o equipamento com 850 lugares de estacionamento pode ser “um instrumento útil” na regulação do estacionamento na Baixa”, a Câmara não exclui que, no futuro, “volte a fazer sentido” concessioná-lo, adiantou a mesma fonte.”

(ler notícia aqui); (o que eu aqui “sonhei” sobre isto)

Comboio entre Porto e Vigo acumulou prejuízos de 1,2 milhões de euros em nove meses. CP e Renfe exploram um comboio deficitário por imposição governamental e estão proibidas de o rentabilizar.

Celta“Entre Julho de 2013 e Março deste ano o comboio Celta, que assegura a ligação directa (sem paragens intermédias) entre Porto e Vigo duas vezes por dia, transportou cerca de 28 mil passageiros. Um número que pode parecer elevado, mas que, no mês de maior procura (Agosto de 2013) representa apenas uma média de 57 passageiros por comboio. A média destes nove meses é de 26 passageiros por cada viagem.

Um valor que é mais adequado para um autocarro do que para um comboio, segundo defendia o Governo em 2011 quando apresentou o Plano Estratégico de Transportes (PET), que preconizava o encerramento de linhas e de serviços com procura reduzida.

As duas empresas obedeceram. E até arranjaram um nome original para o novo serviço – Celta. Mas como a linha é de via única, o comboio tem de parar várias vezes para poder cruzar com as composições que circulam em sentido contrário.

Populações e autarcas protestaram por não poder apanhar o Celta. Afinal, o comboio até pára, diariamente e durante alguns minutos, em Viana do Castelo, tanto no sentido ascendente, como descendente. Mas os passageiros não podem entrar ou sair, inibindo assim a CP de obter mais alguma receita, como sucederia se houvesse serviço comercial naquela estação. O mesmo acontece em Lousado, Darque, Caminha e Valença onde o “rápido” também pára para cruzar.”…

(ler toda a notícia aqui) (ler aqui o que escrevi à cerca disto)

ndr: Antes mesmo desta ideia peregrina, que supostamente iria “dotar as duas capitais regionais de uma infra-estrutura ferroviária com um serviço de qualidade capaz de ser competitivo, em tempo e em custo, com a ligação rodoviária actual, contribuindo assim para a redução do impacto ambiental e sua sustentabilidade económica”… uffff, em Agosto de 2011, há menos de três anos portanto, no regresso da minha pedalada a Santiago tive a possibilidade de viajar no comboio de Vigo para o Porto. Foi assim:

Entramos com as nossas 5 bicicletas! Sim, a composição tinha vagões de carga onde e, só num compartimento, couberam 15 biclas! O comboio saiu de Vigo às 7.30, horas portuguesas, praticamente cheio. O serviço previa a ligação sem paragens até Valença, onde então entrou o revisor para cobrar as passagens, o que permitia a quem saísse do comboio, principalmente espanhóis, viajar sem pagar. Depois até ao Porto o comboio fez paragens nas principais estações, com entrada e saída de passageiros, demorando no total perto de 3 horas de viagem. Chegou ao destino, Campanhã, completamente cheio. Srs. governantes, qual é a dúvida?!!!

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Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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Uma resposta a coisas do Porto e histórias da carochinha

  1. daraopedal diz:

    Também acho lamentável o que fizeram com o comboio da Galiza. Antes havia um serviço (algo precário), mas pelo menos havia a hipótese de ir a Santiago e regressar com as bicicletas no comboio. Depois dessa mudança, continuamos a poder andar de comboio em Espanha, mas de Vigo até Portugal, já não dá para levar as bicicletas no comboio da CP. A CP é um poço sem fundo para enterrar o dinheiro dos portugueses, sem servir minimamente as suas necessidades. Vergonhoso!

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