volta à rotina

Finalmente a sair da hibernação. Foram apenas dois dias sem pedalar, uma eternidade. Depois de uma gripe das antigas, graças ao sol “amigável” do Outono e depois de algum tempo metido numa corrente de ar, o mínimo que me podia acontecer era ficar de molho, a chá com mel e a fungar os dedos no sofá da sala. Andar de bicicleta é fácil, difícil é quando um ciclista tem de parar. Toca tirar as teias de aranha e continuar a pedalada, que muito pior do que esta tosse seria a seca de ter de andar de autocarro. Mas eu prometi que ia ser atinado, pedalar agasalhado e tentar não passar frio. Pois, e o Inverno ainda nem chegou!…

Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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