empreendedorismo: Ricardo deu a volta ao desemprego e vai fazer entregas de bicicleta

Por enquanto, o serviço vai abranger o centro do Porto. Foto: Alexandra D. Marques

O trânsito e o estacionamento dão dores de cabeça a muitos dos condutores que percorrem as ruas do Porto, mas não a Ricardo Duarte. O ex-topógrafo, de 34 anos, ficou desempregado e vai abrir a primeira empresa de estafetas ciclistas do Porto.

“Hoje em dia a ecologia é um assunto primordial, o custo e a eficácia idem aspas”, constata o mentor da HandBikeHand.

Empresas deste tipo já existem em muitas cidades europeias, inclusive Lisboa, o que inspirou Ricardo a trazer o conceito para o Porto.

As dimensões da cidade facilitam o serviço, que, para já, vai operar apenas no Porto. ”Consigo ir da parte ocidental da cidade à parte oriental em cerca de uma hora”, confirma Ricardo.

Tudo o que couber na mala

A paixão de Ricardo pelas bicicletas vem desde criança, quando andava com os seus amigos, até à vida adulta. Recentemente, fez uma viagem até ao Norte de Espanha de bicicleta.

Desde flores para a namorada a compras e projectos, “tudo o que couber na mala” é possível transportar.

O custo vai variar consoante a zona (há 3 zonas) e é mais barato se for feito antes da 13h. Uma viagem antes dessa hora dentro da zona 1 (baixa e centro histórico), por exemplo, fica por 6 euros.

As entregas ainda não começaram (Ricardo está a terminar o processo de formação da empresa), mas o ex-topógrafo espera começar a fazê-las a partir de dia 25.

“De um pequeno estudo do mercado que fiz, as respostas foram muito satisfatórias e existem algumas áreas que penso serem mais fáceis de atingir, como gabinetes de arquitectura e de engenharia, transportando projectos, desenhos, etc.”, avança.

Por enquanto, o projecto conta apenas com Ricardo, mas o objectivo é expandir o negócio e construir uma rede de estafetas que faça “uma distribuição diária” no Grande Porto.

Por:   – Porto24

Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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