não haverá por aí um tira nódoas?

Depois de vários dias de seca, refiro-me evidentemente à falta de chuva, o que é invulgar para Janeiro mas porreiro para a malta das pedaladas, eis que S. Pedro timidamente resolveu abrir o chuveiro e presenteou os tripeiros com a tradicional morrinha. Assim, aqui e ali ao pedalar pelas vias urbanas, lá vamos descobrindo indícios da merda que os carros deixam no pavimento e que, nestas condições, podem ser armadilhas potencialmente perigosas para quem tem de se equilibrar em duas rodas. Não nos incomoda apanhar uma valente molha mas receios tenho, caso derrape numa destas manchas e depois venha a sentir no corpo a dura realidade, a força da gravidade.

Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
Esta entrada foi publicada em ele há coisas! com as etiquetas , , . ligação permanente.

apenas pedalar ao nosso ritmo.

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s