nunca é demais sugerir

Na circulação rodoviária, urbana e campestre, há três situações potencialmente perigosas com que regularmente me deparo, motivadas pela minha teimosia e aselhice de sérios automobilistas. Estes erros serão porventura a causa de muitos acidentes no universo commutiano (nem sei se isso existe), nunca “estatistiquei” a fundo, mas já tive várias amostras para um colorido gráfico de barras.

1. Os automobilistas não obedecem aos sinais de “STOP” e adoram entrar à lá garder nos cruzamentos quando avistam um desembestado ciclista na sua direcção.

2. Os automobilistas pelam-se por ultrapassar o ciclista, para de imediato virarem à direita, interpondo-se na sua linha circulação e arriscando um risco na lateral do veículo.

3. Num cruzamento ou intersepcção os automobilistas quando viram à esquerda (o pisca ligado já é uma sorte) metem-se à frente do ciclista que quer seguir a direito.

E como nunca é demais sugerir, aqui vão de graça algumas dicas para reforçar um pouco a nossa segurança:

– Ser o mais previsível possível é a principal precaução. Não ziguezaguear de um lado para o outro da via, manter um rumo certinho, dar um sinal da nossa graça e, com os braços, indicar para onde queremos virar. Quanto mais previsíveis forem os nossos movimentos, esperamos deixar o automobilista mais seguro nas suas decisões e acções.

– Quando o automobilista pretende mudar de direcção e vê o ciclista a andar devagar, pode pensar de terá tempo suficiente para cruzar na sua frente. Pedalar forte através dos cruzamentos e intersecções pode dissuadi-los pelo menos de tentar.

– Enquanto as buzinas, campainhas e apitos são úteis para algumas situações, uma boa dica é estar sempre pronto para gritar. É imediato e, assim como assim, nem é preciso usar nenhuma das mãos.

– Estar sempre pronto para fazer uma manobra rápida ou uma travagem súbita. A capacidade de prever, travar ou virar rapidamente numa curva apertada à direita pode salvar o dia. É providencial aproveitar algum tempo e espaço livre para treinar esta manobra.

Boas pedaladas.

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About paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.