fotocycle [70] just around the corner

just around the corner… or, on my way out!

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can’t miss [33] goingslowly.com

Riding in Cambodia: A Day in Pictures

Cambodian basket-carrying bicyclists

Ainda inspirado, contagiado, pela aventura, fotografias, alegria audácia, amizade, palavras e sorrisos destes 2 que pedalam pelo mundo.

2nomundo

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este é o espírito

Promotional video for the RetroRonde 2013.
Get your old school bicycle ready and ride with us!
More info: www.retroronde.be

De RetroRonde van Vlaanderen 2013: we expect you!

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pedalar para partilhar, pedalar para transformar

O amigo Tarcisio é ciclista de longa data e faz Matemática em Sobral, Ceará no Brasil. Também de longa data, tem sido visita constante deste recanto cibernético e tem tido a amabilidade de reblogar alguns artigos que publico, colocando-os à disposição dos seus leitores, o que desde já lhe agradeço o apreço. Ontem mesmo no artigo aqui postado, escreveu um comentário que me deixou bastante lisonjeado, tendo também me deixado um interessante apontamento e anunciar a realização no próximo mês da 2ª edição do Forum Mundial da Bicicleta em Porto Alegre.

FMB2

Como refere Tarcisio, “o forum merece a sua atenção e acontece numa das cidades grandes ainda bonitas aqui da Pindorama, ou Terra de Santa Cruz ou ainda Brasil”. Certamente não terei o privilégio de estar presente em Porto Alegre, nem de bicicleta chegaria a tempo do fórum, mas serve a mesma para divulgar e convidar todos que o possam aceitar.

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recycledfixed

“To where most bikes come & go!! (at least in Amsterdam!!)”

Badseed films by Tiago Rosado

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entre o “seguro morreu de velho” e “quem não arrisca não petisca”

cycling

É difícil ser-se confiante quando se acha que não vai conseguir, que vai correr mal, quando se dá maior importância aos aspectos negativos do que aos positivos. A confiança pode ser medida nas consequências do que o nosso julgamento produz. Algumas pessoas são inerentemente desconfiadas, valorizando o medo e a incerteza, chegando mesmo ao ponto de desencorajar os outros. Boas consequências nos tornam mais confiantes, as más fazem de nós permanentemente desconfiados. Na maioria dos casos o nosso julgamento é o mais acertado, embora haja momentos em que a incerteza, o desconhecido e alguma ingenuidade, se sobrepõe ao verdadeiro risco que assumimos.

É muito relativo o que se tem como risco, e para alguns o ciclismo está na categoria de risco iminente. Na realidade os ciclistas correm certos riscos adjacentes, visíveis e invisíveis, cada vez que vão para a estrada, mas que são nada mais que riscos comuns aos utilizadores da via pública. Surgem na forma de situações ou acções alheias: de automobilistas inconscientes, portas de carro que se abrem a qualquer momento, buracos no piso, detritos espalhados na via, pessoas distraídas que atravessam a rua… daí o argumento divagado que andar de bicicleta é perigoso, o que tanto vale em casa própria como opinião abstracta. Mas, e depois! Se corremos riscos inclusive no sossego das nossas casas, não é por isso que deixamos de prosseguir normalmente as nossas vidas!

Muitos ciclistas não têm o conhecimento formal das regras rodoviárias ou, se têm, insistem em desrespeita-las. Circular nos passeios, em contra-mão, passar nos vermelhos, e contra mim falo, é assumir riscos desnecessários. Para os mais novatos, pedalar pode apenas significar saber como equilibrar uma bicicleta, em acrobacias, andar aos saltos no monte ou descer a toda a velocidade do ponto A ao ponto B. Uma vez na estrada fiam-se no ambiente que os rodeia, querendo acreditar que têm tudo controlado. Por uma questão de segurança, todos os ciclistas devem andar atentos, confiados mas desconfiados. É que confiar em demasia nos outros nunca é bom e um pingo de desconfiança deve ser uma função automática do ciclista. O cálculo do risco deve estar presente e sempre tomar por princípio que, naquele momento, tudo é estranho. Isto não implica que se tenha de assumir um certo risco, por exemplo quando se partilha a via com veículos pesados, ou escolher os percursos mais exigentes mas menos fiáveis, porque muitas vezes não há nem tempo nem informações que permitam determinar o que é confiável. Consequentemente, o melhor é não confiar em ninguém.

Por outro lado o acumulando de quilómetros não nos dará necessariamente um reconhecimento amplo de todos riscos. Esta é uma armadilha frequente para ciclistas experientes que acham que conhecem tudo. Alguma auto-confiança é inerente à experiência e com isso determinados riscos, visíveis ou invisíveis, poderão ser minimizados. Infelizmente, não podemos saber o que não sabemos, podemos apenas buscar conhecimento para nos guiar. Serve para tudo na vida. Não nos podemos iludir em acreditar que nada vai acontecer connosco e que as coisas más só acontecem com os outros. Ponto essencial é ser prudente e não confiar cegamente nas nossas aptidões. A antecipação é um bom truque. Saber que o perigo existe, que pode surgir a qualquer momento, torna-nos mais previdentes.

No campo de jogo, na ciclovia como na rodovia, o que nos diz respeito é sermos assertivos para reduzir a probabilidade de nos envolvermos num acidente. A educação, o respeito, a atenção, são a preparação para seguir com confiança e orientam o ciclista na antecipação de algum “pior cenário”. O ruído de um carro que se aproxima na nossa traseira, uma buzinadela, tanto pode ser um comportamento agressivo iminente para o ciclista, como um condutor que nos avisa e pretenda ultrapassar em segurança. A nossa primeira reacção é desconfiar da acção do condutor e, em simultâneo, demonstrar confiança nas nossas aptidões para agir e reagir. Assumir a nossa posição, indicar o que pretendemos fazer, sem arriscar uma manobra que seja perigosa para nós, só para lhes dar o luxo de nos verem sem confiança. Ter a consciência do perigo iminente é crucial para a sobrevivência e assumir a nossa segurança é uma boa ideia.

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can’t miss [32] busywomanstripycat.blogspot.pt

Magnifico testemunho da Rita, a não perder…

Trocar o carro pela bicicleta

busywomanstripycat…”O J. já anda nisto há mais de 1 mês e o tempo tem ajudado – chove, mas não nas horas a que ele faz as deslocações. Faz exercício físico todos os dias (e a última parte do caminho para casa é uma subida bem puxada), apanha ar puro, poupa gasóleo, não tem que procurar lugar para estacionar o carro… Quando a carta de condução voltar, ele vai continuar a ir de bicicleta – pode ir uma vez ou outra de carro ou de mota, mas a bicicleta sem dúvida que veio para ficar!”

E vocês, andam de bicicleta no dia a dia?

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ciclofilia [74] Cycling to work. Winter

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sobre a “Influência das Novas Tecnologias na Atividade Física”

Foi me deixado um bilhetinho nabicicleta para colaborar e divulgar num questionário sugestivo.

A Diana é aluna do 3º ano da Licenciatura de Marketing no Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto (ISCAP). No âmbito da unidade curricular de Estudos de Mercado, está a realizar um estudo sobre a “Influência das Novas Tecnologias na Atividade Física”. A fim de tornar o estudo mais fiável, selecionou algumas escolas de todos os concelhos do Porto e gostaria de abranger também o segmento dos “bikers”

Vamos dar o nosso contributo, clicar aqui no link e preencher. A Diana agradece 😉

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passe a publicidade [42] slowfast cycles

slow fast cycle

É hotel, loja e oficina, não para pessoas mas para bicicletas. A Slowfast Cycles fica na Doca de Santo Amaro e a sua localização não poderia ser melhor, a olhar para o rio Tejo. Pode escolher para a sua amiga de duas rodas um pacote standard (guarda simples de bicicleta), premium (guarda, limpeza e afinação) ou família (preço especial para famílias de 3 ou mais bicicletas) e no dia a seguir pode fazer late check out. A Slowfast Cycles é ainda representante exclusiva da marca de bicicletas RH+O e também vende skates elétricos que atingem os 40km/hora.

Via lifecooler

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