
Apesar de já ter percorrido novecentos quilómetros, assim visto, deste magnífico miradouro, o rio não parece cansado, correndo alegremente debaixo da ponte que lhe marca o destino. Casmurro, transportando conforto e almas, o rio lança-se no revolto oceano cujas ondas se abatem nos molhes da Foz.
Daqui miro o Douro, a última curva, a paisagem. Sob o arco da ponte mais um barco carregado de turistas. Uma visita sem pressa, maravilhado pela magia que só a luz do entardecer tem, seduzido pelo silêncio que nem a cidade se atreve a quebrar.
É pelos caminhos do romântico, por esta cidade feita do sabor do tempo e onde as ruas escondem mistérios, que retomo o caminho para casa e me reencontro com o rio, entretendo-me com as gaivotas, o vento e a maresia que este poderoso caudal de água encontra no seu abraço extremoso com o mar.
Aproveito cada momento.





![fotocycle [251] tão depressa o sol brilha como a seguir está...](https://i0.wp.com/dgtzuqphqg23d.cloudfront.net/PnTE3oxWRK4LJ1B3XWRRiOTurzTDOGzDxR76EigJqaw-2048x1534.jpg?resize=200%2C200&ssl=1)

![fotocycle [102] chuvinha molha tolos](https://nabicicleta.files.wordpress.com/2013/11/chuvinha-molha-tolos1.jpg?w=200&h=200&crop=1)










Com esse cenário de fundo e com uma companheira assim, é natural esse teu estado!
Parabéns pela foto, linda.
GostarLiked by 1 person
obrigado
GostarGostar